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Notícias na Florêncio de Abreu

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Quase metade dos tablets vendidos no Brasil custam até R$ 500, aponta consultoria

O Brasil pode alcançar a marca de 5,8 milhões de tablets vendidos até o final deste ano, segundo a consultoria IDC. Apenas em 2012, foram comercializadas 3,1 milhões de unidades desses ultraportáteis – cerca de 171% mais do que em 2011. Quase a metade desses aparelhos comprados custaram menos de R$ 500.

Apenas em janeiro deste ano, foram vendidas 350 mil unidades de ultraportáteis. Caso atinja o total de 5,8 milhões de tablets vendidos até o final do ano, o crescimento em relação às vendas de 2012 será de 89,5%.

De acordo com a consultoria, durante 2012 foram vendidos um tablet para cada cinco computadores. Isso torna o tablet o dispositivo com as maiores taxas de crescimento no mercado brasileiro. Só no quarto trimestre do ano passado, foram vendidos 1,1 milhão de ultraportáteis.

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Dos tablets vendidos, a maioria (77%) usa sistema operacional Android. Além disso, quase metade dos ultraportáteis custaram menos de R$ 500. Dos 3,1 milhões de tablets vendidos em 2012, nove entre dez foram para usuários domésticos e um entre dez para o mercado corporativo. Na comparação com 2011, o segmento doméstico cresceu 159% e o corporativo 303%.

Segundo Pedro Hagge, analista de mercado da IDC Brasil, a entrada de equipamentos de preço mais baixo e a inclusão de ultraportáteis no portfólio de produtos de fabricantes de computadores contribuiu para o aumento das vendas no país.

"A entrada de equipamentos com esta faixa de preço [R$ 500] foi o principal fator para o aumento significativo de vendas de tablets em 2012. Em 2010 e 2011, os valores ainda eram considerados altos e o leque de opções não era tão extenso", diz.

(Fonte: Do UOL, em São Paulo) - 28/04/2013
Nova pele artificial elétrica pode fazer robôs sentirem de verdade

Existem vários braços robóticos por aí, mas que tem uma pele de robótica para cobri-los? Um novo tipo de transistores piezotrônicosmalha de pode fazer a pele robótica tão sensitiva quanto a sua, coberta com milhares de pequenos pelos mecânicos.

Desenvolvida pela Georgie Tech, esta pele especial robótica usa um tipo especial de transistores de nanofios piezoelétricos. Milhares destes pequenos componentes são espalhados ao redor da superfície da “pele”, e geram eletricidade sempre que são escovados ou expostos a pressão. A natureza piezoelétrica destes pelos artificiais significa que a pele tem uma resposta mais direta a toques do que qualquer outra. Onde tecnologias anteriores falavam para robôs como alguma coisa era, esta faz eles sentirem.

O material pode ser usado em robôs, dando a eles senso de toque que ao menos é parecido com o que temos, ou também pode ser usado para cobrir próteses e devolver em partes as sensações para aqueles que perderem membros. O próximo grande passo é projetar uma pele com respostas melhores e mais rápidas. Não vai demorar muito até robôs conseguirem sentir as coisas melhores do que você consegue – pelo menos de um jeito. [ Technology Review via Discovery News]

(Fonte: POR - ERIC LIMER ) - 28/04/2013
Twitter lança serviço de descoberta de música

O Twitter anunciou nesta quinta-feira a estreia do #Music, serviço de descoberta de música que usa informações da rede social para mostrar novos artistas e tendências.

Esperado desde o fim do ano passado, quando a empresa de Jack Dorsey comprou um serviço similar chamado We Are Hunted, o #Music tem uma versão web, que estará disponível nas próximas horas, e um app para iOS, que já pode ser baixado na App Store.

Segundo o blog do Twitter, por enquanto, o #Music só pode ser usado nos Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, Irlanda, Austrália e Nova Zelândia, mas deve ser expandido em breve para outros países.

#MUSIC

A interface do #Music é dividida em 5 abas: "Popular", exibe as músicas novas mais comentadas e ouvidas; "Emerging", tenta revelar talentos desconhecidos; "Suggestions", dá sugestões com base em cada usuário; "Now Playing", mostra o que está sendo tuitado por quem o usuário segue; e "Me", exibe o perfil pessoal e os artistas seguidos.

Por padrão, os usuários podem ouvir trechos das músicas providos pelo iTunes, mas quem tem conta nos streamings Rdio e Spotify pode se logar para ouvir faixas inteiras disponíveis nos catálogos.

(Fonte: COLABORAÇÃO PARA A FOLHA) - 21/04/2013
Celulares piratas serão bloqueados pelas operadoras; aprenda a identificar esses aparelhos

O bloqueio de celulares considerados piratas, sem homologação da Anatel, está previsto para começar em 2014. Como esses aparelhos deixarão de funcionar, é importante aprender a identificar os modelos "xing-ling" – no ano passado, eles somaram 12,7% de todo o mercado nacional, segundo a consultoria Strategy Analytics.

COMO VER SE UM CELULAR É PIRATA

- Checar selo e numeração da Anatel
- Testar recursos e sistema operacional
- Verificar personalização da embalagem
- Observar qualidade do acabamento

Carlos Lauria, vice-diretor do grupo de celulares da Abinee (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica), aponta que o primeiro passo para identificar um smartphone falso é checar o selo ou código da Anatel. "Todos os aparelhos legais possuem o selo da agência reguladora, logotipo ou número de certificação." Com a numeração em mãos, o usuário pode pesquisar o código no próprio site da Anatel, verificando assim sua legalidade.

Uma visita da reportagem a um centro comercial de São Paulo, famoso por vender celulares piratas, não encontrou nenhum smartphone falso com as informações da Anatel.


Selo da Anatel aparece na bateria (dir.), e código está na parte branca do interior do aparelho original

Caso ainda reste alguma dúvida ou não seja possível verificar o selo, o usuário deve prestar atenção nas características físicas. De acordo com Lauria, até as embalagens são alertas. "Os celulares ilegais geralmente usam caixas genéricas, que servem para qualquer aparelho", conta.

Durante a visita realizada pela reportagem, diversos aparelhos foram oferecidos em uma caixa completamente branca, sem nenhuma informação. Em outros casos, a película do aparelho exibia diversas características inexistentes no produto, como câmera de 12 megapixels, sistema Android e TV digital. Questionada sobre os itens divulgados, a vendedora confirmou que nem sempre o produto oferece as funções estampadas.

Com o smartphone na mão, é possível ver detalhes que desmascaram a cópia: nomes errados, acabamento ruim, acessórios genéricos ou de outras marcas, como a bateria ou o carregador. A reportagem encontrou, por exemplo, um Samsung Galaxy S III falso com uma bateria da marca Nokia.

Além dos acessórios, a equipe se deparou com "modelos" que não existem, como o G-S-Y SIII, que é produzido como se fosse da marca Samsung.

A falta de manual, ou em outra língua, também pode ser um indício de que o produto é irregular. Se o comerciante não oferecer garantia ou se recusar a emitir nota fiscal, o usuário deve ficar atento. Nenhuma loja visitada pela reportagem ofereceu garantia ou nota. Quando uma vendedora foi questionada sobre o que o usuário deveria fazer se o gadget desse problema, a resposta foi "jogar fora".


Na foto, feita em uma feira de "produtos alternativos", o smartphone pirata da Samsung possui uma bateria da marca Nokia. Além disso, o modelo "G-Y SIII" não existe na Samsung

Se o aparelho for idêntico ao original, outra possibilidade de avaliação é testar os recursos do gadget. Geralmente, segundo o vice-diretor da Abinee, os aparelhos falsos não cumprem o que prometem. "Já foram apreendidos celulares idênticos ao Nokia N8 [que possui o sistema Symbian] rodando Android. Ou então um smartphone que afirma possuir câmera de 13 megapixels e, na prática, possui apenas 1,3 megapixel", explica.

Uma cópia do Nokia Lumia 920, encontrado pela reportagem durante a visita, por exemplo, funciona com Android e não com o Windows Phone, presente no aparelho original.


À esquerda, uma cópia pirata do Lumia 920 encontrada em uma feira de itens alternativos - o gadget vem com Android, enquanto o original possui Windows Phone. À direita, o produto original

Entenda a proibição
Em março deste ano, a Anatel autorizou as operadoras a instalarem a tecnologia que bloqueia os celulares piratas. O novo sistema das operadoras cruzará a lista de registros nacionais e estrangeiros para saber qual é autêntico. Caso seja pirata, o sistema decidirá, automaticamente, pelo bloqueio dos sinais. Entenda como será feito o bloqueio na reportagem da Folha de S.Paulo .

A Sinditelebrasil (sindicato que representa as operadoras de telefonia brasileiras), afirmou que os produtos importados, mas que não são homologados pela Anatel, não serão bloqueados como os piratas. A organização disse ainda que um sistema será criado para impedir que esses produtos sejam travados.

Garotos usam internet para testar suas histórias

O sonho de Pedro Araújo, 13, é ver "Zoombies", seu primeiro livro, publicado. Mas, antes de entrar em contato com uma editora, ele colocou o texto à prova na internet. O garoto publicou no Facebook trechos que falam sobre um mundo invadido por mortos-vivos. E seus amigos gostaram do que leram.

Crianças viram escritoras; saiba como publicar seu livro
João Vitor Guimarães, 10, também planeja pedir a opinião dos colegas sobre o livro que ainda está escrevendo. "Eu vou pegar as características de amigos e fazer personagens baseados neles", afirma.

Só depois da opinião dos amigos/personagens é que ele vai tentar publicar o texto, que fala sobre um tempo em que a Terra tinha um planeta irmão, onde grupos de diferentes religiões disputavam o poder.

Para Fabiana Medina, editora-assistente da PubliFolha, divulgar na internet o que se escreve é importante, porque exercita a escrita e permite um retorno direto dos leitores.

"Com ajuda de adultos, crianças podem fazer um blog ou escrever em redes sociais. O livro não é mais a única forma de apresentar o texto", diz.

(Fonte: ANDRÉA LEMOS DE SÃO PAULO) - 14/04/2013
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Sobre o Portal da Florêncio de Abreu

O Portal da Florêncio de Abreu foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua Florêncio de Abreu no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de ferramentas e ferragens.