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Notícias na Florêncio de Abreu

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E-books responderam por 23% do mercado editorial nos EUA em 2012, diz estudo

A venda de e-books nos Estados Unidos correspondeu a quase um quarto do mercado de livros norte-americano no ano passado, de acordo com o estudo StatShot, da Associação Americana de Editores.

Segundo a AAP, na sigla em inglês, os livros eletrônicos geraram receita de US$ 1,54 bilhão em 2012. O valor equivale a 22,55% dos US$ 7,1 bilhões arrecadados pela indústria no período.

No formato digital, só os livros de gênero adulto (ficção e não ficção) trouxeram lucro de US$ 1,25 bilhão. O restante veio da venda de e-books infantis, juvenis e religiosos.

A AAP lembra que em 2002, quando começou a analisar o mercado de e-books, as vendas dos digitais não representavam mais de 0,05% do total do mercado editorial.

A pesquisa mostra que o segmento continua a crescer - em 2011, os e-books representavam 17% do total de livros vendidos; em 2009, apenas 3% -, mas sugere que esteja se estabilizando.

(Fonte: DE SÃO PAULO) - 14/04/2013
Mais leve, novo Facebook ganha agilidade

A reforma visual do feed de notícias do Facebook, apresentada no início de março, vai além da mudança cosmética. A primeira impressão, confirmada pelo uso, é de que a página mais leve e simples deu clara agilidade ao carregamento das informações.

Segundo o Facebook, nenhum servidor especial foi disponibilizado para quem já tem a nova configuração --por enquanto, 1% dos usuários enxerga o novo layout.

As fotos e imagens compartilhadas ganharam mais espaço, o que deixa a navegação mais agradável. Outro recurso que vicia é o aviso de novas histórias publicadas por amigos, em botão flutuante que surge no alto.

A nova cara mudou o jeito de visualizar os compartilhamentos e recomendações

Agora, quando mais de um amigo interage em um mesmo post, os avatares deles aparecem separados ao lado esquerdo do que foi postado, mostrando com clareza quem diz o quê. Basta passar o cursor por cima da foto do perfil, sem clicar, para checar de forma rápida o comentário.

Também ficou mais fácil identificar postagens de sites de notícias. Há mais espaço para os títulos e os textos descritivos, o que ajuda a identificar o tipo de conteúdo.

O maior controle do que é exibido é outro ponto forte da mudança. A caixa de seleção fica no alto, à direita. Além de escolher conteúdo por grupos de amigos, é possível usar outros filtros, como fotos, música e páginas seguidas.

Ainda falta a opção de personalizar mais a seção, optando por posts de culinária, por exemplo. Assim, a dica é curtir a página de interesse e optar pelo filtro "seguindo".

Outra novidade impactante é o deslocamento, para a esquerda, da coluna com bate-papo e atalhos para mensagens e calendário. O desconforto inicial passa rápido, e logo é notada a melhora.

Configurações de privacidade ficaram mais fáceis de acessar, basta clicar no cadeado ao lado do seu nome.

Aos poucos, a mudança vai unificar o visual em tablets e smartphones. Quem quiser entrar na fila para testar o novo feed deve se cadastrar em www.facebook.com/about/newsfeed (usuários da versão em inglês terão prioridade).

LINHA DO TEMPO

Já a mudança da linha do tempo é mais sutil. Apesar de terem sido mantidas as duas colunas, as postagens voltaram a ficar numa só, à direita (mais larga que a da esquerda), o que não obriga mais o internauta a ficar olhando para os dois lados para ver as atualizações.

A desvantagem é que, antes, era possível dar destaque em duas colunas para um post que o usuário julgasse mais importante, recurso que agora perdeu o sentido. Os posts mais importantes, agora, ganham uma estrelinha.

Na coluna da esquerda, agora, ficam as informações básicas de perfil, amigos, fotos e interesses. Com isso, o menu da imagem de abertura ficou mais magro e discreto, sem imagens e ícones.

(Fonte: CAMILA MARQUES EDITORA DO "TEC") - 07/04/2013
Facebook anuncia nova ferramenta de busca para conteúdo compartilhado na rede social

O presidente-executivo do Facebook, Mark Zuckerberg, 28, anunciou nesta terça-feira (15) a Busca Social, uma nova ferramenta de busca para a rede social que já tem cerca de 1 bilhão de usuários.

A pesquisa pode ser feita usando linguagem natural. Na apresentação da novidade, Zuckerberg fez alguns experimentos, como procurar seus amigos que moram em Palo Alto ou amigos interessados no seriado "Games of Thrones".

"É orientada para privacidade", destacou Zuckerberg. "A maioria do conteúdo não é público, você poderá procurar conteúdo apenas que é compartilhado com você."

A empresa afirma que, em um primeiro momento, o usuário poderá pesquisar pessoas, lugares, fotos e interesses comuns que tenham sido compartilhados com ele. Posts, comentários e ações serão incluídos futuramente.

Tom Stocky, diretor de produtos da Facebook que trabalhou anos no Google, apresentou detalhes da nova ferramenta. "O resultado será diferente para pessoas diferentes", disse, procurando por amigos que gostam de "Harry Potter" e "Star Wars". Fez também pesquisas mais complexas, como "meus amigos de amigos que são solteiros, moram em San Francisco e são da Índia" ou "línguas que meus amigos falam".

Também será possível fazer buscar por imagens --por exemplo, fotos de amigos em Paris, fotos de amigos antes de 1980 (uma imagem da executiva Sheryl Sandberg criança surgiu na tela), fotos de Berlim em 1989, fotos de amigos em parques nacionais (uma funcionária do Facebook apareceu ao lado de um lhama em Machu Picchu).

Em comunicado divulgado pela empresa, Stocky e o diretor de engenharia Lars Rasmussen (também ex-Google) explicam: "A busca social aparecerá como uma barra de pesquisa maior no topo de cada página. Quando você pesquisar por algo, a busca determinará não apenas o grupo de resultados recebidos, mas também servirá como um título para a página. Você pode editar o título - e isso criará sua própria visualização personalizada do conteúdo que você e seus amigos compartilharam no Facebook."

Por enquanto, a Busca Social está disponível para um reduzido número de usuários do Facebook em inglês. Ainda não há previsão para o funcionamento do recurso em português.

Antes de abrir para perguntas dos jornalistas, Zuckerberg soltou um "mais uma última coisa", ao estilo Steve Jobs de finalizar seus anúncios. Ele divulgou uma parceria com o Bing, da Microsoft, para que a rede social tenha também a opção de buscas tradicionais na web. Citou como exemplos achar notícias sobre o novo álbum de Rihanna ou saber o clima local, em Menlo Park, sede da empresa no Vale do Silício.

Ao ser questionado sobre como a novidade poderá gerar receita ou novas parcerias de publicidade, Zuckerberg respondeu: "Há potencial, mas agora estamos focados em construir a experiência do usuário, ter qualidade em primeiro lugar."

As novidades de hoje chegam quase um ano depois do anúncio de que a empresa abriria seu capital, o que aconteceu em maio. O Facebook se tornou a primeira empresa americana a estrear na Bolsa valendo mais de US$ 100 bilhões, embora suas ações tenham despencado nos meses seguintes, chegando a desvalorizar mais de 50%, em meio a dúvidas de como a rede geraria receita.

Analistas entrevistados pela mídia local comentaram recentemente que os ganhos na bolsa do último mês são devido às expectativas positivas com os resultados do quarto trimestre a serem divulgados no dia 30.

Na terça, a companhia operava no azul em Wall Street, mas, após o início da coletiva de imprensa, as ações chegaram a cair 1%.

Anatel dá aval para teles bloquearem celulares piratas

A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) baixou uma norma na semana passada que abre caminho para as operadoras de celular bloquearem chamadas feitas por telefones piratas.

A medida deverá valer no início de 2014. A partir de agora, as teles, por meio do Sinditelebrasil, a associação que representa o setor, terão de implementar o sistema tecnológico de bloqueio.

A iniciativa também é uma resposta a ação civil movida em fevereiro de 2011 pelo Ministério Público (MPF) de São Paulo, em Guarulhos.

Como a Folha revelou na ocasião, a procuradoria queria pôr fim à disseminação de aparelhos clandestinos.

Levantamento feito pelas operadoras e pela Anatel, a pedido do MPF, identificou que, do total de linhas habilitadas, ao menos 20% faziam chamadas via piratas.

Naquele momento, ainda não havia uma solução tecnológica que permitisse o bloqueio. Dois anos depois, a Anatel já tem o cronograma de implantação do sistema, financiado pelas operadoras.

O objetivo é não só garantir a segurança dos clientes, expostos a riscos de radiação excessiva e de explosão das baterias dos aparelhos, mas também melhorar os índices de qualidade das teles.

Ainda segundo apurou a reportagem, o impacto dos celulares piratas ganhou importância para as operadoras após a suspensão de venda de chips pela Anatel no ano passado. A medida foi tomada após aumento do número de reclamações nos Procons e na Anatel, principalmente por queda de chamadas.

Depois de uma análise dos técnicos, descobriu-se que, em média, 10% das chamadas caem porque são realizadas por aparelhos piratas -prejudicando, assim, os índices de qualidade das teles.

COMO SERÁ O BLOQUEIO

Todo aparelho, incluindo os tablets, sai da fábrica com um número de registro chamado IMEI. É o RG ou o chassi do equipamento. O chip, que é habilitado pela operadora, também tem um código, batizado de IMSI.

Assim, sempre que um aparelho é ligado, ele transmite às centrais das operadoras os dois números que permitem identificar quem está falando e em que aparelho.

Hoje, essas informações possibilitam, por exemplo, identificar um cliente em roaming internacional. Agora, haverá um cadastro nacional de IMEIs no país que será cruzado com o dos chips (IMSI). Assim, toda vez que um cliente estiver fazendo uma chamada, a operadora saberá se o aparelho é ou não legítimo.

Isso será possível porque também existe um catálogo mundial com todos os IMEIs válidos produzidos pelos diversos fabricantes.

As operadoras sabem que um celular é pirata porque na sua rede eles aparecem como "aviões fantasmas". Seus sinais são captados pelas antenas, mas sua identidade (RG) não aparece no "radar" das teles. Quando aparece, ela é duplicada (igual à de outro telefone) ou apresenta um número inexistente no catálogo mundial de celulares.

O novo sistema das operadoras cruzará a lista de registros nacionais e estrangeiros para saber qual é autêntico. Caso seja pirata, o sistema decidirá, automaticamente, pelo bloqueio dos sinais.

(Fonte: JULIO WIZIACK DE SÃO PAULO) - 31/03/2013
Milionário aos 17 anos, criador de aplicativo vendido ao Yahoo ensina: vá lá e faça

O Yahoo anunciou nesta segunda-feira (25) a compra de um aplicativo criado há dois anos pelo britânico Nick DAloisio, de apenas 17 anos. A empresa não divulgou valores, mas estima-se que pagará US$ 30 milhões (cerca de R$ 60,2 milhões) pelo Summly, para leitura de resumos de notícias em telefones celulares.

"Se você tem uma boa ideia, ou acha que existe espaço no mercado, vá lá e lance [seu projeto]. Há investidores em todo o mundo procurando empresas para investir", afirmou o jovem.

Com a aquisição, DAloisio se tornará o funcionário mais novo do Yahoo – ele e a equipe do Summly se juntarão nas próximas semanas à filial londrina da companhia de internet, com sede na Califórnia. Segundo o "New York Times", ainda falta um ano e meio para ele terminar o colegial.

O jovem disse não ter planos específicos com o dinheiro que receberá do Yahoo. "Colocarei em um fundo e meus pais me ajudarão a gerenciar", disse ao "NYT". O pai do jovem trabalha no banco Morgan Stanley e sua mãe é advogada: os dois apoiaram sua paixão por tecnologia, quando ele começou a programar aos 12 anos.

Quando não estiver na escola e trabalhando no Yahoo, ele pretende manter seus hobbies – entre eles, o críquete. DAloisio também tem planos de cursar filosofia na Universidade de Oxford.

Aplicativo
Morador de Wimbledon, em Londres, DAloisio se disse contente com a aquisição e com o apoio de seus pais durante todo o processo. Ele também afirmou ser grato à escola onde estuda, que permitiu seu afastamento temporário e lhe deu a inspiração para o projeto.

A ideia do aplicativo surgiu há dois anos, quando ele estudava para uma prova de história. Segundo contou à agência de notícias Reuters, na ocasião ele sentiu a necessidade de um aplicativo que oferecesse fácil leitura de textos na tela do celular. O foco de seu programa é justamente esse: exibir de forma confortável nessas telinhas os resumos de notícias. Entre as fontes que alimentam o serviço estão NBC, ESPN e "Wall Street Journal".

Com 90 milhões de usuários, segundo o próprio site do aplicativo, o programa está disponível para iPhone (mas não na loja brasileira) – a versão para Android será lançada em breve. A primeira versão do programa chamava Trimit e usava o algoritmo de "resumo", que exibe apenas 400 caracteres de um texto – a alternativa recebeu investimento de US$ 250 milhões da empresa Horizons Ventures.

Compra
"Estamos entusiasmados de compartilhar com vocês que adquirimos Summly, uma empresa de produtos para celulares fundada com uma visão para simplificar o modo que conseguimos a informação, mais rápido, mais fácil e de forma mais concisa", afirmou o Yahoo em comunicado.

"Aos 15 anos, Nick DAloisio criou o aplicativo Summly em sua casa, em Londres. Isso começou com uma grande ideia, pois vivemos em um mundo de informação constante e precisamos de novos modos de simplificar como encontramos as histórias que são importantes para nós, com apenas uma olhada", completa a nota.

Segundo o Yahoo, a maior parte dos artigos e páginas virtuais foram formatados para virar com cliques de mouse e "a capacidade de manuseio em um telefone ou tablet pode ser um verdadeiro desafio; queremos modos mais fáceis de identificar o que é importante para nós".

(Fonte: Do UOL, em São Paulo) - 31/03/2013
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Sobre o Portal da Florêncio de Abreu

O Portal da Florêncio de Abreu foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua Florêncio de Abreu no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de ferramentas e ferragens.