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Cyberpunk 2077 será mais curto que The Witcher 3 — e a culpa é sua

Após ver as pessoas desistirem do The Witcher 3 por ele ser muito longo, CD Projekt resolveu entregar o Cyberpunk 2077 com uma campanha principal mais curta Cyberpunk 2077 será mais curto que The

Witcher 3 — e a culpa é sua

Sendo considerado um dos melhores jogos da atual geração de consoles, uma das principais qualidades do The Witcher 3: Wild Hunt é o espetacular mundo criado pela CD Projekt RED. Com um enredo repleto de conteúdo e uma infinidade de missões para serem realizadas, isso fez com que muitos nem chegassem ao seu final e de acordo com a desenvolvedora polonesa, o alto número de desistência teria afetado o desenvolvimento do Cyberpunk 2077.


Cyberpunk 2077
Foto: Meio Bit

Quem revelou essa informação foi o designer sênior de missões, Patrick K. Mills, que após participar de um stream pelo Twitch detalhou a preocupação da equipe responsável pelo novo jogo em relação a não se repetir o que os números registraram com a aventura de Geralt de Rivia.

"Nós sabemos que a história principal no Cyberpunk 2077 é levemente mais curta que a do The Witcher 3. Nós recebemos muitas reclamações sobre a história principal do The Witcher 3 ser muito longa e olhando para as métricas, você vê uma tremenda quantidade de pessoas que jogaram até muito longe, mas nunca chegaram ao final. Nós queremos que você veja toda a história. Então, encurtamos a história principal, mas temos muito o que fazer e em temos de uma campanha completista, eu simplesmente não tenho este número."
Contudo, Mills afirmou que isso não quer dizer que o Cyberpunk 2077 será pequeno, com o seu sistema de missões paralelas sendo muito mais complexo. Agora essas missões poderão dar origem a outras e até mesmo impactar na história principal. Assim a CD Projekt espera que esta possibilidade de variação de escolhas faça com que a vida útil do jogo seja estendida e a diminuição na campanha principal não possa ser considerado um problema.

Além disso, o título ainda contará com mais de mil NPCs com rotinas diárias e houve um pesado investimento na criação de missões de mundo aberto, o que eles chamam de "Street Story". Segundo o produtor John Mamais, no The Witcher 3 eles só foram implementar elementos de mundo aberto quando o jogo já estava com o seu desenvolvimento bem avançado, sendo que apenas duas ou três pessoas trabalharam nisso. Já com o jogo futurista, há 15 profissionais cuidando desta parte.

Acho legal essa tentativa da desenvolvedora em nos motivar a chegar ao fim do Cyberpunk 2077, mas falando especificamente de mim, não sei se eles obterão muito sucesso. Eu sou o tipo de pessoa que não consegue deixar uma missão paralela sem fazer e por isso já sei que quando colocar as mãos nesse jogo, vou querer vasculhar cada canto do seu mapa, conversar com cada personagem que poderá me dar algo para fazer.

Por isso não vejo diferença em um RPG ter uma missão principal mais longa ou mais curta, ainda mais no caso de algo criado pela CD Projekt, onde as missões paralelas costumam ser tão ou até mais interessante do que a linha principal da história. Agora, o que não consigo entender é esta afirmação de Patrrick Mills sobre eles terem recebido muitas reclamações por o The Witcher 3 ser muito longo. Caramba, como isso poder ser considerado um problema?

(Fonte: Dori Prata - Eurogamer) - 21/09/2020
TikTok evita bloqueio graças a acordo com Oracle e Walmart

Oracle e Walmart ficarão com 20% do TikTok em acordo apoiado por Donald Trump; WeChat também evita bloqueio

Era para o TikTok ter sido bloqueado no último domingo (20) nos Estados Unidos, mas, aos 45 do segundo tempo, um acordo entre ByteDance (empresa chinesa dona da rede social), Oracle e Walmart

evitou o pior, pelo menos por ora. A parceria entre as três companhias recebeu apoio do presidente Donald Trump.



TikTok
Foto: Tecnoblog

Ainda há detalhes sobre o acordo a serem revelados, mas as primeiras informações indicam que uma entidade com sede nos Estados Unidos será criada para permitir o controle conjunto do TikTok. Ela gerará 25 mil empregos no país.

80% do TikTok Global, como a nova organização foi batizada, ficará nas mãos da ByteDance. Os 20% restantes serão compartilhados entre Oracle e Walmart.

Chama atenção o fato de, inicialmente, o Walmart ter apoiado a compra do TikTok pela Microsoft. Tudo indica que, como a ByteDance não aceitou a proposta, o Walmart correu para se juntar ao nome que apareceu nessa história logo depois: Oracle.

Basicamente, a Oracle fornecerá estrutura nas nuvens para o TikTok e cuidará dos dados de usuários americanos na rede social. Já o Walmart levará para a plataforma a sua tecnologia de comércio eletrônico e publicidade.

Mas é cedo para falarmos em final feliz. Ao comentar o acordo, Trump sinalizou que a nova entidade será controlada por americanos e resultará no pagamento de US$ 5 bilhões em impostos ao governo dos Estados Unidos. No entanto, a ByteDance já assumiu uma postura de "não é bem assim".



Oracle
Foto: Tecnoblog
Para começar, a companhia declarou que os tais US$ 5 bilhões são apenas uma estimativa do total de impostos que o TikTok Global pagará no decorrer dos próximos anos se o negócio vingar.

Além disso, a ByteDance informou que manterá o controle sobre os algoritmos da plataforma. A Oracle até poderá ter acesso ao código-fonte do serviço, mas de modo limitado, apenas para checagens de segurança.

Como a administração Trump acusa o TikTok de atuar como ferramenta de espionagem do governo chinês, o controle majoritário do TikTok Global pela ByteDance pode não ser suficiente para afastar de vez o risco de bloqueio do aplicativo nos Estados Unidos.

Aguardemos os próximos capítulos.

WeChat também se salva
Na semana passada, o Departamento de Comércio dos Estados Unidos declarou que, além do TikTok, o WeChat — serviço de mensagens bastante popular na China — também seria banido no domingo. No entanto, um processo judicial movido por usuários da plataforma impediu o bloqueio.

Eles alegam que a restrição entraria em conflito com a Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos, que garante a liberdade de expressão. Isso porque, para muitos usuários da comunidade chinesa estabelecidos no país, o WeChat é o único meio viável de comunicação por mensagens.


WeChat iPhone
Foto: Bruno Gall De Blasi/Tecnoblog / Tecnoblog

Há duas razões principais para isso: o aplicativo não é bloqueado na China; mesmo vivendo nos Estados Unidos, muitos membros dessa comunidade têm pouca fluência em inglês e, por isso, recorrem ao WeChat para comunicação com amigos e familiares.

Para Laurel Beeler, juíza de um tribunal da Califórnia que atendeu à ação, há poucas evidências de que o banimento do WeChat seria significativo para a segurança nacional dos Estados Unidos. Além disso, ela argumenta que há alternativas mais adequadas para isso do que o bloqueio geral, como barrar o aplicativo apenas em dispositivos governamentais.

Com informações: TechCrunch, CNBC, Bloomberg, Android Police.

(Fonte: Emerson Alecrim) - 21/09/2020
Como o seu celular rastreia você e o que fazer para evitar isso

O fato de as empresas estarem coletando, armazenando e vendendo informações de localização de pessoas apresenta riscos

Conforme pesquisadores e jornalistas tentam entender como a pandemia do novo coronavírus está afetando o comportamento das pessoas, eles contam repetidamente com informações de localização de smartphones. Os dados permitem uma visão abrangente dos deslocamentos de milhões de pessoas, mas levanta questões problemáticas em relação a privacidade.

Em vários artigos, o The New York Times usou dados de localização fornecidos por uma empresa chamada Cuebiq, que analisa dados para anunciantes e profissionais de marketing. Esses dados vêm de usuários de smartphones que concordaram em compartilhar suas localizações com determinados aplicativos, como os que fornecem alertas meteorológicos ou informações quanto a postos de gasolina próximos. A Cuebiq ajuda os fabricantes de aplicativos a usar tecnologias como o GPS para determinar a localização dos telefones das pessoas e, por sua vez, alguns dos fabricantes de aplicativos fornecem dados à Cuebiq para análise.

Os dados obtidos pelo Times são anônimos e agregados, o que significa que os jornalistas veem estatísticas amplas compiladas por área geográfica - como a distância média percorrida por dia por dispositivos em um setor censitário. O Times não recebeu informações em relação a telefones individuais e não viu o trajeto que qualquer celular percorreu.

Cerca de 15 milhões de pessoas nos Estados Unidos usam aplicativos úteis diariamente e permitem que eles rastreiem sua localização regularmente. Os dados agregados fornecem uma amostra representativa da população, de acordo com trabalhos acadêmicos que estudaram os dados da Cuebiq em diferentes áreas metropolitanas.

Quais são os perigos desses dados?
Embora os dados excluam nomes, números de telefone e outras informações de identificação, mesmo informações de localização anônimas podem ser reveladoras. O Times noticiou a intromissão de tais dados, que podem mostrar detalhes íntimos como idas a consultórios médicos e passeios românticos com parceiros.

O fato de as empresas estarem coletando, armazenando e vendendo informações de localização de pessoas apresenta riscos. Hackers ou pessoas com acesso a dados de localização brutos podem identificar ou seguir uma pessoa sem consentimento, identificando, por exemplo, qual telefone costuma passar um tempo no endereço residencial dessa pessoa.

Diferentes empresas têm abordagens amplamente variadas para lidar com as informações, incluindo a exclusão de grandes partes delas por motivos de privacidade ou a venda de dados brutos sem proteção. Os dados de localização de indivíduos são usados para fins de marketing e análise de fundos de hedge e aplicação da lei. Não existe nenhuma lei federal nos Estados Unidos que limite o uso de informações de localização dessa forma, embora algumas tenham sido propostas. A Cuebiq disse que coleta e armazena dados brutos de localização, mas não os vende.

Quais são os benefícios desses dados?
Os dados de localização de smartphones são usados para fins diversos, mais frequentemente para publicidade direcionada. Por exemplo, as empresas podem exibir anúncios de tênis para pessoas que frequentam uma academia. Empresas como a Apple e o Google usam informações semelhantes para mapear e monitorar o tráfego ou para avisar às pessoas quando as lojas provavelmente estarão ocupadas.

Os fabricantes de aplicativos que vendem os dados dizem que isso lhes permite oferecer aos usuários seus serviços sem cobrar nada.

Durante a pandemia do novo coronavírus, as informações de localização mostraram onde as pessoas estavam seguindo as regras de distanciamento social e para onde elas saíam - permitindo a análise de potenciais pontos críticos. O Times usou esses dados para mostrar que as pessoas de áreas de baixa renda tinham menos probabilidade de permanecer em casa do que as pessoas de locais de alta renda e para demonstrar como o vírus pode ter saído de controle nos Estados Unidos.

Como posso saber se meus dados foram coletados?
Pode ser difícil para as pessoas controlar se e como seus dados estão sendo coletados. Tantos os dispositivos com sistema operacional Android como os iPhones exigem que os aplicativos solicitem aos usuários que habilitem os serviços de localização antes de coletar as informações, mas as explicações que as pessoas veem quando são solicitadas a dar permissão são frequentemente incompletas ou enganosas. Um aplicativo pode dizer aos usuários que conceder acesso à sua localização os ajudará a obter alertas meteorológicos, mas não menciona que os dados serão vendidos. Essa divulgação é frequentemente disfarçada em uma política de privacidade densamente redigida.

Mesmo com essas revelações, pode não estar claro para os usuários com que frequência as informações de alguém são coletadas e o que elas podem mostrar. Na Europa e na Califórnia, os usuários podem solicitar seus dados. Em outros lugares, as políticas variam de acordo com a empresa.

Você pode solicitar seus dados da Cuebiq ou pedir à empresa para excluir seus dados, independentemente de onde você mora. A Cuebiq vincula seus dados ao chamado ID de publicidade do seu telefone, que é usado por profissionais de marketing e outros para diferenciar os telefones entre si e enviará a você as informações associadas a esse ID. Para evitar que as pessoas obtenham dados nos IDs de outras pessoas, a empresa exige que você baixe um aplicativo que verifica o número e, em seguida, faz a solicitação. Você pode excluir o aplicativo sem afetar sua solicitação. O aplicativo está disponível tanto para o sistema Android como para o iOS.

Como evitar que coletem meus dados?
Se você quiser evitar que a Cuebiq colete seus dados, a maneira mais fácil é desabilitar o ID de publicidade em seu telefone. Se você desativá-lo, a Cuebiq, e outras empresas, não rastrearão mais o seu dispositivo.

A Cuebiq também fornece várias outras maneiras de cancelar o rastreamento de localização, você pode ter acesso a elas clicando em "Controle" na página de privacidade da empresa.

No entanto, a desativação do banco de dados da Cuebiq não impedirá que suas informações sejam coletadas por uma variedade de outras empresas que coletam e armazenam informações precisas de localização. Algumas oferecem opções semelhantes, mas nem todas, e é difícil acompanhar a miríade de empresas no setor de rastreamento de localização.

Se você deseja evitar que coletem seus dados de localização por completo, a melhor aposta é avaliar os aplicativos um por um em seu telefone para ver se eles estão coletando mais sobre você do que você gostaria. Impeça que todos os seus aplicativos, exceto os mais importantes, tenham acesso aos dados e permita que eles os obtenham apenas quando você estiver usando o aplicativo. / TRADUÇÃO DE ROMINA CÁCIA

A gente opera no limite do caos, diz fundador da Netflix

Referência no setor de entretenimento, empresa diz que jeitinho brasileiro de se relacionar foi incorporado à cultura criada nos Estados Unidos

Imagine uma empresa onde ninguém sabe a hora que você entra, não confere despesas de viagem e nem seus dias de férias. Além disso, você é encorajado a fazer gastos relacionados a trabalho - sem limite nem necessidade de pedir a assinatura de um diretor. Parece utópico? Pois esses são elementos do modelo que a Netflix, referência em serviços de streaming, vem adotando há 20 anos. "A gente opera no limite do caos", definiu Reed Hastings, fundador e copresidente da empresa, em entrevista ao Estadão.

Porém, o executivo, que está lançando um livro sobre a "experiência Netflix" - A Regra é não ter Regras, que sai no Brasil pela Intrínseca -, explica que entrar (e permanecer) nesse "clube" é mais difícil do que parece. Junto com a liberdade de tomar decisões e até de chamar a atenção do chefe, vem também um sistema de avaliação constante, que separa os funcionários "excepcionais" dos "adequados". Para esses últimos, o destino não é treinamento ou aconselhamento - e sim demissão.

Na trajetória de empresa em apuros - que tentava vender a operação de envio de DVDs pelo correio à então poderosa Blockbuster para pagar US$ 50 milhões em dívida - a negócio multibilionário, Hastings disse ao Estadão que a cultura foi o que "segurou as pontas" do negócio. "É por causa da nossa cultura que nós fomos tão bem-sucedidos", disse. "O foco na liberdade de decisão e na criatividade continua muito similar ao que era no início."

Algumas mudanças, porém, foram incorporadas ao longo do tempo, entre elas um certo "tempero" do jeito brasileiro de se relacionar. Que ele garante: pode ser benéfico para a Netflix no longo prazo.

Leia, a seguir, os principais trechos da entrevista:

Antes de o sr. fundar a Netflix, houve vários projetos anteriores de empresas. Como isso teve origem?
Quando estava na universidade, comecei a me interessar em construir coisas - e a maioria delas não funcionou. Um exemplo: fiquei muito entusiasmado com a ideia de um mouse de computador que você mexeria com o seu pé. E o que acontece é que, depois de uns 45 minutos, você vai ter cãibra na perna. E o chão é muito sujo. Então tive de deixar essa ideia para trás. Muitas ideias que eu tinha não eram muito boas - mas não é algo que você consegue entender logo no começo. Mas sempre tive essa disposição de tentar ideias e ver se elas funcionavam.

O sr. menciona no livro alguns fracassos do início da Netflix - como demissão de 30% dos funcionários, quando o negócio ainda era pequeno. Aprende-se com os fracassos?
Sim, o livro é sobre sucessos e fracassos - e todos os nossos principais sucessos vieram dos aprendizados de como lidar com o nosso time. É onde realmente começou a Netflix. Então, tentamos algumas coisas que não foram bem - e dessa forma, sim, aprendemos com algumas situações desafiadoras, como aquele corte de funcionários.

A Netflix aplica o Keepers Test, que é um teste contínuo de avaliação que permite o desligamento do funcionário a qualquer momento. Ele pode servir de mapa para outras empresas?
Dizer que isso é um mapa para as empresas seguirem é muito forte. Eu acho que cada empresa tem de ler o livro, entender os elementos que fazem ou não sentido. O que nós estamos tentando mostrar no livro é uma descrição honesta do que nós fazemos, porque nosso projeto é bem diferente. Mas cada um pode decidir o quanto pode ou consegue aplicar à sua realidade.

Qual foi o diferencial que permitiu a Netflix, de não perder o bonde da tecnologia, como na mudança do DVD físico para o streaming?
Nós acreditamos que a nossa cultura é o valor essencial do nosso sucesso em todas as nossas formas de negócio, começando com o envio de DVDs pelo correio e expandindo a partir daí (para o streaming). E é por causa da nossa cultura que nós fomos tão bem-sucedidos. A nossa cultura melhora com o tempo, mas acredito que o núcleo central das nossas crenças - o foco na liberdade de decisão e na criatividade - continua muito similar ao que era no início.

A Netflix separa os funcionários "excelentes" dos "adequados", que devem ser demitidos. Por que a empresa dá o que chama de "bônus generoso" a quem sai?
Porque eles tentaram com afinco, deram o melhor de si, e nós queremos ser bons e que eles tenham a chance de encontrar uma nova função em uma nova empresa. Mas para a gente está muito clara a diferença entre time e família - e foi assim desde o começo. Uma família é um grupo com o qual você pode sempre contar para o que der e vier. Se seu irmão é completamente disfuncional, ele vai continuar a pertencer à família. Mas o nosso conceito é de equipe. E um time precisa de performance, de excelência e de garantir que cada um tenha sua chance (para mostrar talento).

Em uma cultura de avaliação constante, ninguém está a salvo? O Keepers Test vale para todos?
Sim, vale para todos. Eu inclusive de vez em quando pergunto para os meus chefes (do conselho de administração): eu devo ser substituído? E vai chegar um momento em que a resposta vai ser sim. E tudo bem, porque a empresa tem de priorizar a produtividade, a honestidade (nas relações) e o aprendizado.

O Netflix não confere despesas ou dias de férias, mas admite que isso acaba saindo mais caro do que ter esse controle. Por que a empresa tomou esse caminho?
Em muitas empresas, o objetivo é que tudo seja limpo, eficientes, estéril. E isso pode funcionar para eles. Mas nós queremos ser férteis, bagunçados - a gente opera no limite do caos. E porque é esse motivo, porque operamos no limite, que a gente se permite ter grandes ideias e abraçar a criação de novos conceitos de negócio.

A Netflix é uma empresa americana que está se tornando cada vez mais global. Novas culturas estão influenciando a companhia?
Definitivamente, esse processo de nos tornarmos global está nos tornando melhores. De maneira geral, americanos não gostam de perder tempo ou bater papo - parece falso e também uma perda de tempo.

Os brasileiros, porém, gostam de conversar na hora do almoço, de falar de outras coisas - esportes, filhos etc. - e depois voltar ao trabalho. O que entendemos é que, nesse aspecto, o jeito brasileiro é melhor. No longo prazo, é mais eficaz, porque você forma relações com as pessoas. Então, ao redor do mundo, nós mudamos para reuniões mais abertas, em que as pessoas podem conversar mais, falar sobre a vida em geral. Isso nos tornou melhores.

Em seu livro, há momentos de dúvida e dívida. O que o sr. espera que empreendedores aprendam com seu livro?
Que ser empreendedor é também ser um extremo otimista. Você tem de estar disposto a pular de um avião sem paraquedas. E isso porque você vai ter certeza de que um pássaro vai voar na hora certa - e você vai conseguir pegá-lo. É um otimismo nada razoável - até porque a maioria de nós não tem êxito. E se você chegar a um momento desafiador ou cometer um erro, o único jeito é seguir em frente. É preciso admitir que, se você fizer coisas arriscadas, nem todas vão funcionar. E é ok que você tente e falhe.

(Fonte: Fernando Scheller) - 14/09/2020
8 dicas para trabalhar como Web Designer

Web Design é uma das profissões que mais cresceram nos últimos anos. Quem quer começar uma carreira na área precisa conhecer dicas para trabalhar como Web Designer. Confira!



Web Design é uma das áreas que mais cresceu nos últimos anos. Com cada vez mais pessoas conectadas, seja pelo computador ou pelo smartphone, os negócios entenderam a importância de oferecer uma plataforma agradável de navegar, valorizando o serviço do Web Designer. Quer entrar para o segmento? Conheça 8 dicas para trabalhar como Web Designer.

Saiba programação
Muita gente acredita que, enquanto Web Designer, precisará se preocupar somente com a parte visual do projeto de um site. Entretanto, essa área é multidisciplinar, o que significa que saber conceitos de outros segmentos é fundamental.

Um exemplo é o conhecimento em linguagens de programação. Saber sobre C+, Ruby, PHP e Java é essencial para um Web Designer, que além de aumentar suas capacidades, servirão para entender quais os desafios de estruturar determinado visual.

Conte com recursos para te ajudar no que você não é tão bom
Nenhum profissional é 100% excelente em todos os aspectos de seu trabalho. O segredo para ter sucesso é saber onde procurar recursos que possam te ajudar nos pontos em que você sente dificuldade.



Imagem: Pexels

Para muitos Web Designers, um pedido comum dos clientes é o desenvolvimento de logos, algo que nem todo profissional tem conhecimento. Nesse caso, conhecer boas ferramentas de criação de logotipo permite atender seu cliente, sem necessariamente ser especialista no assunto.

Atualize-se constantemente
A área do Web Design é uma das que mais se atualizam. Além das novas tecnologias em programação, existem as tendências de layout que evoluem com o passar dos anos. Não é à toa que, de tempos em tempos, as marcas se renovam completamente.

Essa atualização deve considerar ainda estudos sobre novidades que permitem uma navegabilidade melhor para os usuários, como a performance dos sites responsivos para os smartphones, algo extremamente importante quando consideramos que 85% dos brasileiros compram pelo celular.

Estude UX
UX é uma sigla que vem do inglês e significa Experiência do Usuário. São técnicas que buscam oferecer ao usuário de um site a melhor experiência possível, para aumentar a probabilidade de sua fidelização.

O UX é tão importante que já existem especialistas no assunto, principalmente em grandes corporações. Por mais que você não se especialize na área, saber alguns conceitos pode garantir que seu cliente tenha mais vendas e, consequentemente, queira fazer novos negócios com você.

Cuidado com Direitos Autorais
Ao construir um projeto de Web, é possível que você precise recorrer a imagens da internet para deixar o visual mais atrativo. Porém, como um bom Web Designer, é preciso evitar utilizar recursos com Direitos Autorais, algo que pode causar implicações legais.



Imagem: Pexels

Uma dica é acessar um banco de imagens para adquirir aquelas que serão aplicadas no projeto. Lembre-se de incluir esse custo no orçamento para que não onere do seu lucro.

Salve ideias inspiradoras
A criatividade é feita por uma soma de referências que absorvemos das mais diversas fontes. O Web Designer tem um trabalho diretamente ligado a criação, por isso deve estar sempre atento a novas inspirações.

Para esses momentos, uma pasta de ideias inspiradoras pode ser uma solução prática. Sites como Behance ou Pinterest costumam apresentar várias sugestões, que podem ser salvas e visualizadas posteriormente. Assim, quando você precisar de um reforço, é só abrir a pastinha.

Mas atenção: inspiração não é cópia! Com base em uma ideia você deve criar algo por conta própria.

Disponibilize seus trabalhos na internet
Para atrair mais clientes é preciso mostrar o que você tem feito, principalmente na Internet. Além das plataformas especializadas em Design Gráfico, você pode criar um blog ou montar um site para compartilhar o que você desenvolveu nos últimos tempos.

Vale ainda utilizar suas redes sociais e outras ferramentas online para divulgar seus serviços na internet. Assim, sempre que um potencial cliente surgir, você terá o que apresentar.

Organização com seus arquivos
Em um projeto, um Web Designer desenvolve uma série de arquivos que serão utilizados no site. Com tantos documentos diferentes, perder partes importantes é fácil para quem não leva a organização à sério.

É importante que você crie uma rotina de organização para seus arquivos, mantendo um backup sempre atualizado. Essa simples atitude pode servir para reaproveitar partes de um projeto ou fazer uma alteração quando preciso.

Quem opta por trabalhar como Web Designer tem uma rotina criativa todos os dias. Se você está pensando em se aventurar nessa carreira, lembre-se que a prática constante, muito estudo e todas as dicas apresentadas anteriormente podem levar seus projetos de Web Design para outros níveis.

Imagem: Freepik

(Fonte: ADnews ) - 03/09/2020
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Sobre o Portal da Florêncio de Abreu

O Portal da Florêncio de Abreu foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua Florêncio de Abreu no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de ferramentas e ferragens.