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Como desinfetar o seu smartphone seguindo apenas 3 passos

Você sabia que seu smartphone é mais imundo que o assento de uma privada? Separamos um guia e os produtos que você vai precisar para resolver isso

Não queremos dar a má notícia para você, ou talvez você já suspeite disso, mas o seu aparelho celular é um dos objetos mais imundos que você pode carregar consigo. Em média, uma pessoa mexe 47 vezes por dia no seu smartphone, segundo uma pesquisa da Deloitte. Dada a essa frequência e nossa dependência dos aparelhos, os smartphones são itens que concentram mais bactérias que até mesmo um banheiro.

Cientistas do Arizona descobriram que os telefones carregam 10 vezes mais bactérias do que a maioria dos assentos das privadas. Se você chegou até essa parte do texto na iminência de desenvolver alguma fobia, nós tentaremos contornar isso ensinando abaixo um passo a passo para desinfetar seu smartphone e, talvez, deixar sua consciência mais limpa.

1. Prepare o material certo

Telas de smartphones são delicadas. Limpe-as da maneira errada e você as arruinará para sempre. Dito isso, a principal ferramenta que você precisará é um pano de microfibra. Você pode obter um muito pequeno, talvez até de graça, no consultório do seu oftalmologista. Você também precisará de vinagre branco, água e um recipiente com borrifador.

2. Algumas medidas de segurança

Caso o seu smartphone permita retirar a bateria, deixe ela de lado. Se a bateria não puder ser removida, desligar o dispositivo será suficiente.

3. Mãos à obra

Primeiro, limpe a tela suavemente com o pano seco. Não pressione com força, mas para sujeiras particularmente difíceis, você pode aplicar uma leve pressão.

Para desinfetar, utilize a mesma quantidade de vinagre branco para a mesma de água. Coloque o líquido em um borrifador e borrife-o no pano de microfibra. Limpe a tela delicadamente e aguarde até que a tela esteja completamente seca antes de ligar o dispositivo novamente.

Aqui estão algumas dicas extras para proteger seu telefone contra o uso e desgaste, além de prolongar sua vida útil:

> Tenha cuidado onde você carrega seu telefone. Aquele bolso cheio de chaves era bom para o seu velho telefone flip. Mas o seu smartphone quase certamente tem uma tela touchscreen aberta para todo o mundo. Então coloque o seu aparelho onde nada pode arranhá-lo.

> Compre uma capinha para o seu telefone e mantenha-o nela. A maioria dos casos deixa a tela descoberta para que você possa usá-la, então compre alguns protetores de tela também.

> Se o seu telefone estiver quente ao toque, desligue-o e (se o telefone permitir) remova a bateria. Deixe o aparelho ficar por algum tempo onde ele possa respirar. Se o telefone ou a bateria ainda estiver muito quente uma hora depois, entre em contato com o fornecedor; algo de natureza química pode ter dado errado por dentro.

> Adquira o hábito de carregar seu telefone todas as noites quando for dormir. Dessa forma, você raramente ficará sem bateria no decorrer de um dia.

> Não se preocupe muito com o uso da bateria. Ele vai se desgastar eventualmente, não importa o que você faça.

(Fonte: @idgnow Da Redação) - 16/01/2019
Garota vence concurso de doodles do Google e ganha bolsa de US$30 mil

Estudante do segundo ano do ensino fundamental nos EUA levou o prêmio por um desenho de dinossauros, que simboliza seu sonho de se tornar uma paleontóloga

A estudante do segundo ano do ensino fundamental Sarah Gomez-Lane venceu o concurso anual de doodles do Google nos Estados Unidos, conforme revelado pela gigante de buscas na última semana.

Para vencer o Doodle for Google deste ano nos EUA, cujo tema era “O que me inspira...”, Sarah fez um desenho de dinossauros, uma referência ao seu sonho de ser uma paleontóloga – veja a imagem acima. A criação da aluna foi inclusive transformada em uma animação com a ajuda dos engenheiros do Google.

“Nos apaixonamos pela representação de Sarah para os seus dinossauros, e ficamos impressionados pelas suas grandes ambições (você pode até dizer que são “do tamanho de um dinossauro”) para o futuro, especialmente sendo tão jovem”, afirmou o Google em um post no seu blog sobre o assunto.

Pela vitória no concurso, a estudante (foto abaixo) recebeu do Google uma bolsa de 30 mil dólares para faculdade, enquanto que a sua escola, localizada na cidade de Falls Church, na Virgínia, receberá da gigante um total de 50 mil dólares para serem gastos em tecnologia “para ajudar como Sarah a continuarem buscando o que lhes inspira”.



(Fonte: Da Redação) - 16/01/2019
Em 2019, setor de tecnologia vai piorar antes de ficar bem

Problemas do setor em 2018 devem acompanhar usuários este ano; novas tecnologias, como 5G, serão pouco acessíveis

O ano passado é um ano que o setor de tecnologia desejaria esquecer. Mas os problemas surgidos no ano não vão desaparecer agora. Foi o ano em que discutimos quão pouco devemos confiar no Facebook e a que ponto estamos dependentes das nossas telas. Foi o ano em que ódio e desinformação se tornaram uma realidade inevitável. Google, Microsoft e Amazon enfrentaram revoltas de seus funcionários por falhas do ponto de vista ético. A Apple se tornou a primeira empresa a valer US$ 1 trilhão, para depois perder mais de US$ 400 bilhões quando a demanda por seus novos iPhones não atingiu o esperado.

Para 2019, é difícil ver superados os problemas que 2018 deixou para trás. Novas tecnologias, claro, como as redes 5G, novos meios de transporte e inteligência artificial, prometem mudar nossas vidas. Mas mesmo elas contêm inúmeras ressalvas no curto prazo.

Facebook. Em 2018, o Facebook viveu uma situação explosiva. Foram ao menos 21 escândalos relevantes, que levaram a confiança do consumidor a ser abalada - especialmente pela capacidade da rede social em proteger os dados dos usuários. Este ano, o Facebook precisa fazer algo realmente espetacular para mostrar que entende sua responsabilidade. Como ninguém pode disputar o trono do cofundador Mark Zuckerberg, não é difícil imaginar outra possibilidade: a saída da diretora de operações Sheryl Sandberg.

Há uma década no Facebook, Sheryl é talentosa demais para se manter ali e ser acusada pelos erros de Zuckerberg. É possível que ela saia para ser presidente de outra empresa. Enquanto isso, para o Facebook é a chance de mostrar mudanças, talvez reformulando seu modelo de negócios. Uma ideia interessante seria a criação de assinaturas: pagar ao Facebook em vez de permitir que ele nos espione para os anunciantes.

Trump. O presidente dos EUA é um fator importante nesse 2019 - afinal, ele adora esbravejar contra o mercado de tecnologia. É bastante seguro afirmar que ele retomará a carga contra a Amazon. No ano passado, a briga foi sobre uma questão de taxas que a varejista paga aos Correios dos EUA. Mas, conforme a empresa de Jeff Bezos se espalha para novos ramos da economia (como lojas físicas, dispositivos de casa conectada e ainda mais dados sobre seus usuários), Trump terá motivos para questioná-la, em aspectos que vão de seu impacto sobre empregos ou alertas de que ela está ficando grande demais.

Além disso, há um debate no âmbito dos partidos republicano e democrata sobre o controle do setor de tecnologia. O Congresso estará ocupado demais com outras coisas em 2019 - o que deve fazer as empresas de internet, donas de lobby poderoso, resistirem às mudanças de que realmente precisamos. Apesar disso, com os democratas controlando a Câmara dos Deputados, é possível esperar que novas audiências discutam os sérios problemas de privacidade e monopólio.

Outro tema aguardado é a investigação da Comissão Federal do Comércio (FTC, na sigla em inglês) sobre o Facebook. Mas a agência, cujo poder é limitado por lei, recentemente mostrou que tem pouca capacidade de provocar grande impacto.

Celular. Após um longo período de seca, o design dos celulares devem voltar a trazer surpresas. Este ano, a Samsung pretende lançar um celular que abre e dobra como um livro, com uma tela de 7,3 polegadas. Por enquanto, é uma engenhoca - ainda que seja interessante ter um celular com tela grande para ver um vídeo, mas pequeno o suficiente para caber no bolso. Ou quase: com essa nova tecnologia, não seria inesperado que o celular custe US$ 2 mil ou mais.

Outra novidade para os celulares este ano devem ser as redes 5G nos EUA - operadoras como AT&T e Verizon estão prometendo alta velocidade nas principais cidades. No entanto, nada que mude vidas: as coberturas começam em pequenos bairros e depois se espalham. Levará anos para que o 5G seja como as redes 4G. Além disso, há problemas de hardware: quase não existem celulares compatíveis com a tecnologia. A Apple, por exemplo, deve esperar até 2020 para lançar um iPhone 5G. E a demanda crescente da nova rede, por seu uso de frequência, devem esgotar rapidamente a bateria dos celulares, outro velho problema do setor. Ainda vai levar um tempo para que a tecnologia do futuro chegue, de fato, ao presente. / TRADUÇÃO DE TEREZINHA MARTINO

(Fonte: Geoffrey A. Fowler - Estadão) - 08/01/2019
Netflix considera adotar assinaturas com preços menores

Em entrevista à Bloomberg, o CEO Reed Hastings disse que companhia quer experimentar diferentes valores, mas não revelou quando ou onde isso irá acontecer

O Netflix considera oferecer planos de assinaturas com preços menores em diferentes mercados pelo mundo, conforme uma nova reportagem da Bloomberg. Em entrevista recente à agência, o CEO da plataforma, Reed Hastings, disse que a companhia quer experimentar com a modalidade, mas ainda não se comprometeu em fazer isso em nenhum local.

No entanto, o executivo não revelou exatamente quando ou onde esses testes com assinaturas com preços menores serão realizados, aponta a Bloomberg.

Com mais de 130 milhões de usuários pelo mundo, o Netflix atualmente oferece três modelos de assinatura no mercado, todos pagos: Básico, Padrão (com HD) e Premium (com HD e 4K).

Em uma reportagem sobre o assunto, o The Verge aponta que o serviço de streaming poderia oferecer assinaturas mais baratas com conteúdos diferentes de seus planos tradicionais – citados acima – como apenas filmes, séries e programas originais, por exemplo.

Vale lembrar que a Disney anunciou na última semana que a sua aguardada plataforma de streaming de vídeo será chamada Disney+ e tem lançamento previsto para o fim de 2019 nos EUA.


(Fonte: Da Redação) - 08/01/2019
5 dicas para ajudar sua startup a captar investimento

Aprenda a defender sua ideia e seu negócio e não deixe de pedir ajuda, recomenda especialista em reestruturação de negócios

O objetivo mais desejado dos empreendedores é o sucesso. O problema é que sempre chega um momento em que a barreira do crescimento aparece, seja por falta de capital ou infraestrutura. Ocorre que uma hora será preciso conseguir investimento e é preciso estar preparado para isso. A receita é simples: transitar em diferentes áreas do empreendedorismo e entender cada aspecto específico relacionado ao negócio.

A dica é do advogado Marcos Rezende Fontes, especialista em Reestruturação de Negócios e M&A e sócio do CSA – Chamon Santana Advogados. Segundo ele, brasileiros têm ótimas ideias para negócios, que quase sempre são tão promissoras quanto mal estruturadas. “Isso gera insegurança para o investidor e impacta no processo de valuation (precificação) da empresa”, afirma. Outro ponto que afasta quem quer fazer um aporte financeiro na startup, segundo Fontes, é a confusão patrimonial entre a empresa alvo de investimento e seus sócios, bem como o passado desses sócios em outras companhias. “Em regra, essas situações são fatores de complicação para o potencial investidor”, diz.

Já do ponto de vista do empresário, a maior dificuldade encontrada pelo empreendedor na relação com investidores é entender o processo de investimento em si, com os inúmeros contratos a ele relacionados. Marcos Rezende Fontes explica que, além disso, ao receber um investimento, o empresário terá que compartilhar decisões e aceitar a profissionalização da gestão da empresa, resultando em documentos societários significativamente distintos daqueles até então existentes. “O empresário terá que renunciar à ideia de dono de uma empresa, algo que talvez ele não esteja preparado e que precisa constar em diversos documentos”, esclarece.

Encarado este ponto de mudança cultural no negócio e em sua gestão, a lição de casa para o empresário que quer atrair investidores é aprender a apresentar e defender seu plano de negócios para munir os interessados no negócio a ser aportado com o maior número de informações possíveis. Deve-se destacar, ainda, que os eventuais contratos já estabelecidos, tanto com clientes quanto com fornecedores, devem estar devidamente alinhados com todos os interessados.

Abaixo, confira os cinco conselhos do especialista para preparar sua empresa para receber investimento:

1. Comece certo

Empreender implica em transitar em diferentes áreas, além de deter o conhecimento técnico específico relacionado ao negócio escolhido. Desenvolva uma pesquisa mercadológica, conheça potenciais fornecedores e concorrentes, faça um planejamento estratégico que contemple as questões financeiras pertinentes ao negócio. Sob o aspecto jurídico, escolha a estrutura empresarial que melhor se adeque, que pode ser sob a forma individual, como empresário individual ou empresa individual de responsabilidade limitada, ou sob a forma coletiva, como sociedade limitada ou anônima.

2. Não tenha preguiça do juridiquês nem do economês

No processo de estruturação é muito importante a análise do enquadramento tributário do negócio, analisando os diferentes impactos tributários em diversos cenários. Esse processo pode ser cansativo, porque o empresário terá de lidar com assuntos que não são do seu cotidiano. Ainda assim, caberá a ele decidir pela constituição de uma sociedade, e considerado o interesse de investimentos externos, é importante que o contrato social ou estatuto social apresente regras claras.

Paralelamente, deverá ser considerada a marca a ser utilizada no negócio, com o prévio registro no órgão competente. Em uma segunda etapa, após os trâmites burocráticos para a constituição da empresa, em sua fase operacional, o empresário deve se atentar para a importância de serem celebrados contratos com todas as partes envolvidas no negócio, não só prestadores de serviços e fornecedores, mas também tomadores de serviços e clientes em geral.

3. Aprenda a defender sua ideia e seu negócio

O investidor precisa de informações do negócio para decidir pelo investimento. Assim, o empresário deverá estar apto a apresentar e defender seu plano de negócios e ter os aspectos contábeis, fiscais, financeiros e negociais conhecidos, com o mapeamento de eventual passivo existente. Caso o negócio guarde alguma dependência com prestadores de serviços ou fornecedores, os contratos devem estar devidamente firmados, por prazos significativos e sem quaisquer restrições a alterações no quadro societário da empresa. No mesmo sentido, é relevante a existência de uma relação firme com clientes, em contratos igualmente assinados e em vigor.

4. Saiba pedir ajuda

Antes de iniciar o processo de busca de um investidor, o empresário (dono da startup) deve estar certo de suas necessidades, que podem ser financeiras, mas também de suporte em outras áreas, como, por exemplo, tecnologia ou de gestão financeira da empresa. Se não souber desempenhar essas atividades, busque ajuda profissional. É melhor se cercar de cuidados, do que deixar de receber investimentos por problemas que poderiam ter sido resolvidos logo no começo da empresa.

5. Guarde segredo

Uma vez identificado o potencial investidor, um contrato preliminar deverá ser assinado com uma cláusula robusta de confidencialidade e dever de sigilo, já que informações especiais do negócio serão disponibilizadas para potencial investidor que, ao final do processo, vai decidir por realizar ou não o investimento.

Enquanto este processo estiver em aberto, não comente dele com outras pessoas. Isso pode comprometer o resultado da operação.


(Fonte: Da Redação - Terra) - 02/01/2019
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O Portal da Florêncio de Abreu foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua Florêncio de Abreu no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de ferramentas e ferragens.