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Notícias na Florêncio de Abreu

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Especialista dá dicas para escapar de fraudes durante a Black Friday

Segundo diretor de TI da Security4IT, consumidores devem manter sistemas e antivírus atualizados e desconfiar de promoções que chegam via WhatsApp.

A Black Friday 2018 acontece no próximo dia 23 de novembro e deve movimentar 2,5 bilhões de reais, uma alta de 19% em relação a 2017, conforme estimativa do portal
www.blackfriday.com.br
, idealizador da promoção no país. No entanto, à medida que cresce a popularidade e os números da data promocional no Brasil, também aumenta por aqui o volume de tentativas de golpes e fraudes contra os
consumidores.

Por isso, separamos abaixo algumas dicas do diretor de tecnologia da companhia Security4IT, Rodrigo Souza, para evitar problemas nas compras on-line e aproveitar de verdade os descontos da Black Friday 2018.

1–Mantenha seu sistema operacional e antivírus atualizados: as principais entradas para criminosos são brechas deixadas por sistemas de antivírus antigos ou desatualizados. Se não estiver com todas as atualizações em dia, esses programas não serão eficazes contra ameaças em seu computador ou smartphone.

2–Desconfie de promoções que chegam pelo WhatsApp: muitas vezes, criminosos copiam páginas de grandes varejistas para atrair consumidores e roubar dados pessoais e de cartões de crédito. Caso receba alguma promoção por meio de
aplicativos de mensagens, desconfie! Busque saber se a promoção é legítima e prefira acessá-la pelo navegador, no e-commerce da loja, em vez de clicar diretamente o link enviado (que pode estar infectado ou direcionar para uma página falsa).

3–Verifique se o site em que você está navegando é seguro: todas as compras on-line devem ser feitas em sites que possuem um protocolo de segurança e um certificado HTTPS válido. Caso a loja em questão não tenha esse registro, o risco de fraude é maior. O navegador exibe a figura de um cadeado na barra de navegação que indica a idoneidade do site e o protocolo HTTPS garante que suas informações (por exemplo, senhas e números do cartão de crédito) permaneçam protegidos.

4–Busque referências dos sites onde pretende fazer compras: ReclameAqui e Procon (Proteção e Defesa do Consumidor) são boas opções para verificar se aquela loja onde você está navegando é, de fato, uma empresa segura. Evite fazer compras em sites desconhecidos ou que apresentam reclamações de consumidores para não cair em fraudes de phishing, utilizadas pelos criminosos para obter informações pessoais, como senhas ou cartão de crédito, CPF e número de contas bancárias.

(Fonte: Da Redação - TERRA) - 13/11/2018
Proteção inquebrável contra pirataria é quebrada antes de jogo ser lançado

A pirataria é um negócio muito sério, especialmente para as empresas desenvolvedoras de jogos, que se envolvem em uma disputa de gato e rato com os crackers. Uma das partes mais importantes dessa disputa contra a pirataria é a empresa
Denuvo, que desenvolve um software de proteção cada vez mais usado para evitar as cópias irregulares, mas nem sempre ele funciona de forma adequada: desta vez, ele foi quebrado antes mesmo de o jogo ser lançado.

O problema aconteceu com o game “Hitman 2”, que tecnicamente só foi lançado nesta terça-feira, 13. No entanto, a Warner optou por distribuir o jogo antecipadamente como bônus de pré-venda com três dias de antecedência. Foi o tempo
necessário para que a comunidade cracker colocasse as mãos no jogo e quebrasse a proteção da Denuvo, que já foi considerada “inquebrável” no passado.

A ação dos crackers, neste caso, deixou a Denuvo em maus lençóis, não apenas pelo fato de que a proteção foi quebrada. A empresa tem ciência de que é tecnicamente inviável criar uma solução impossível de ser quebrada, mas a promessa é de
que o software segure o ímpeto dos piratas por tempo suficiente para que um número suficiente de cópias seja vendida legalmente de forma a reaver o investimento com o jogo e lucrar com as vendas.

No entanto, a situação de “Hitman “2 é complicada porque a Denuvo havia anunciado que sua solução deveria conseguir segurar os crackers por pelo menos quatro dias. O que se viu, na realidade, foi que o game foi liberado antecipadamente
em um dia e no outro já estava sendo distribuído de forma irregular na internet.

Agora a questão que fica é se outros jogos poderão ter a proteção Denuvo quebrada com tanta facilidade. Sabe-se, por exemplo, que “Battlefield V”, que será lançado em 20 de novembro, utiliza a versão 5.3 da proteção, a mesma usada em
“Hitman 2”. É aguardar para ver.

(Fonte: RENATO SANTINO) - 13/11/2018
Por que o novo Mac mini me preocupa sobre o próximo Mac Pro

Houve um tempo em que a Apple nos surpreendeu com novas atualizações do Mac e definiu a tendência para toda a indústria. Mas depois do retorno não tão triunfante do Mac mini, não há mais tanta
certeza

Além do novo MacBook Air e do iPad Pro, a Apple apresentou uma atualização do Mac mini, um computador que a maioria das pessoas acreditava estar morto. Fazia quatro anos que a Apple não atualizava o dispositivo e talvez o dobro de tempo desde que algo mudasse em seu design.

Assim como tem sido nos últimos oito anos, o Mac mini tem 7,7 polegadas quadradas e 1,4 polegadas de espessura. O posicionamento das portas mudou e o respiro traseiro é um pouco maior, mas na maior parte, o novo Mac mini é apenas uma versão mais escura do antigo Mac mini. Do ponto de vista das especificações, ele evoluiu consideravelmente:

Processador quad-core Intel Core i3 ou Core i5 ou i7 de 6 núcleos

Até 64 GB de RAM

Até 2 TB de armazenamento SSD

Quatro portas Thunderbolt 3

Ethernet de até 10 Gb

Comparado com a geração anterior, o novo Mac mini é uma verdadeira potência. O consumidor pode até atualizar a memória RAM depois de comprá-la, uma raridade entre os produtos da Apple. Mas em 2018, o novo Mac mini parece mais uma concessão do que uma inovação.

Outra coisa que mudou sobre o Mac mini é o preço. Agora, ele começa em US$ 799, US$ 300 a mais do que o preço inicial de US$ 499. Na verdade, se o usuário maximizar o mini com um CPU Core i7 de 6 núcleos, 64 GB de RAM e 2 TB de armazenamento, ele custará US$ 4.199. Para um Mac mini.

Além de ser absurdo, também é um insulto para os fãs. O ponto original do Mac mini era oferecer às pessoas um Mac econômico em um dispositivo pequeno, mas agora é mais uma máquina “profissional”
com um preço mais alto em um pacote pequeno. A Apple está chamando isso de "a atualização de sua vida", mas na verdade é um Mac mediano que agora está um pouco superfaturado. Além disso, não há
nada sobre isso que a Apple não tenha conseguido com atualizações regulares. É possível atualizar a memória RAM, mas não sem desmontá-la. E não há como atualizar o armazenamento. As máquinas NUC da Intel são mais inovadoras nesses departamentos.

Mas sem gráficos discretos, ele ainda fica aquém do que a maioria dos profissionais precisa. Onde está a opção de 8 núcleos? Radeon ou até mesmo gráficos Iris Plus? Mesmo que alguém pague os US$

4.000, ele ainda será alimentado por uma placa Intel UHD Graphics 630. É basicamente uma máquina Xcode.

Esperando pelo verdadeiro Pro

A atualização do Mac mini deixa o Mac Pro como o Mac mais antigo, tendo estado estagnado desde o lançamento em 2013, além de um modesto aumento de velocidade aqui e ali. Mas existem rumores de que um novo Mac Pro modular está chegando no próximo ano, e todos supõem que valerá a pena a espera.

Mas quem pode dizer que o novo Mac Pro não será tão decepcionante? Ele deverá ser carregado com os mais recentes processadores Xeon, muita memória RAM e muito espaço de armazenamento, mas será que oferecerá a inovação e a facilidade de uso que os profissionais realmente desejam?

Houve um tempo em que a Apple nos surpreendeu com novas atualizações do Mac e definiu a tendência para toda a indústria. Esse é certamente o caso do iPhone e iPad. Mas depois do retorno não tão
triunfante do Mac mini, não há mais tanta certeza.






(Fonte: Michael Simon, Macworld (EUA)) - 05/11/2018
Novo MacBook Pro com chip da AMD está a caminho neste mês

Novos chips prometem desempenho gráfico até 60% melhor do que o Radeon Pro 560X incluído no MacBook Pro atual

Escondido entre os lançamentos recentes da Apple, incluindo aí novos iPad Pro, Mac Mini e MacBook Air, está uma interessante atualização da Apple para o MacBook Pro.

O laptop contará com novos chips gráficos da AMD e tem chegada prevista para o dia 14 de novembro, inicialmente no mercado norte-americano. Todas as outras especificações permanecem as mesmas.

Entretanto, a Apple não foi muito generosa ao compartilhar detalhes da novidade, não detalhando quais chips exatamente estão incluídos ou ainda suas respectivas especificações. A companhia
limitou-se a dizer que os chips oferecem desempenho gráfico até 60% melhor do que o Radeon Pro 560X incluído no MacBook Pro atual, um tipo de configuração que traz mais folga às tarefas de edição
de vídeo, design 3D e renderização. O preço também não foi revelado.

Até então, os chips Vega da AMD só estavam disponíveis em computadores de mesa da Apple, caso dos iMacs Pro.

(Fonte: Neil Bennett, Digital Art) - 05/11/2018
Apple bloqueia sistemas que burlavam a criptografia do iPhone

Dispositivos foram adotados por agências do governo norte-americano para contornar as senhas do aparelho

Aparentemente, a Apple conseguiu bloquear permanentemente a tecnologia de criptografia de uma empresa misteriosa, com sede em Atlanta, cujo dispositivo blackbox foi adotado por agências do governo para contornar as senhas do iPhone.

A Grayshift é uma das duas empresas que afirma poder impedir a segurança de senhas do iPhone da Apple por meio de ataques de força bruta. A tecnologia supostamente funcionou, já que foi adquirida pela polícia regional e ganhou contratos com o Immigration and Customs Enforcement (ICE) e o Serviço Secreto dos EUA.

Outro fornecedor, a Cellebrite, de Israel, também descobriu uma maneira de desbloquear iPhones criptografados rodando o iOS 11, passando a comercializar seu produto para as empresas forenses policiais e privadas em todo o mundo. De acordo com uma autorização da polícia obtida pela Forbes, o Departamento de Segurança Interna dos EUA testou a tecnologia.

Várias fontes familiarizadas com a GrayKey disseram à Forbes que o dispositivo não pode mais quebrar as senhas de qualquer iPhone que esteja executando o iOS 12 ou superior (lançado pela Apple no mês passado).

O dispositivo de criptografia da GrayKey aparentemente poderia desbloquear um iPhone em cerca de duas horas se o proprietário usasse uma senha de quatro dígitos ou em três dias ou mais se uma senha de seis dígitos fosse usada.

A concorrente Celiebrite também vendeu seu Universal Forensic Extraction Device (UFED) para agências de segurança pública, incluindo um contrato de US$ 558.000 assinado com o ICE em agosto, de acordo com um pedido da Freedom of Information Act (EPIC).

A ferramenta de Israel pode desbloquear, descriptografar e extrair dados do telefone, incluindo "dados móveis em tempo real, registros de chamadas, contatos, calendário, SMS, MMS, arquivos de mídia, dados de aplicativos, bate-papos, senhas", de acordo com a solicitação.

Além disso, pode extrair informações privadas sem uma senha de contas privadas baseadas em nuvem, como aquelas usadas pelo Facebook, Gmail, iCloud, Dropbox e WhatsApp.

Em fevereiro, surgiram relatos de que a Cellebrite havia descoberto uma maneira de desbloquear iPhones criptografados executando o iOS 11 e estava comercializando o produto para as empresas forenses da lei e privadas em todo o mundo. De acordo com uma autorização da polícia obtida pela Forbes, o Departamento de Segurança Interna dos EUA estava testando a tecnologia. Não ficou claro se as alterações no iOS 12 afetam a tecnologia Cellebrite.

Se os dispositivos não funcionassem, a polícia não os compraria

Nate Cardozo, um advogado sênior da Electronic Frontier Foundation (EFF), disse no início do ano que acredita que os relatórios de criptografia do iPhone foram violados. Caso contrário, as agências de aplicação da lei não estariam comprando a tecnologia de hackers.

"O FBI reclamou e disse que não poderia entrar no iPhone, e então descobrimos que não é verdade", disse Cardozo. Ele estava se referindo à investigação do atirador de San Bernardino, Syed Rizwan Farook. O FBI inicialmente afirmou que não conseguiu decifrar a senha em um iPhone usado pelo criminoso.

O Departamento de Justiça solicitou aos tribunais que forçassem a Apple a cumprir uma ordem para desbloquear o dispositivo; um juiz concedeu o pedido, mas adiou a decisão final até ouvir argumentos de ambos os lados. Na noite anterior a uma audiência para decidir o assunto, a agência anunciou que havia recebido ajuda de um grupo externo.

As tentativas do FBI para que a Apple descriptografasse o iPhone foram rejeitadas. A empresa afirmou que, para entrar em um iPhone, isso enfraqueceria a segurança de todos os outros.

A notícia de que dois métodos de descriptografia do iPhone estavam amplamente disponíveis para agências governamentais não surpreendeu os analistas, que disseram que isso era inevitável.

"Não existe criptografia inquebrável. A ideia é torná-la o mais difícil possível, adicionando camadas de criptografia ou chaves longas para codificar, decodificar. Mas um decodificador determinado pode decifrá-lo, com ferramentas suficientes e tempo suficiente”, afirma Jack Gold, principal analista da J. Gold Associates.

A caixa GrayKey é vendida por US$ 15.000. Esse modelo é geofenced para um local específico, exigindo uma conexão com a Internet que permite até 300 desbloqueios. Há também um modelo de US$ 30.000 que pode ser usado independentemente da conectividade com a Internet e oferece um número ilimitado de desbloqueios de dispositivos, de acordo com a Motherboard.



(Fonte: Lucas Mearian, Computerworld (EUA)) - 29/10/2018
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