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Notícias na Florêncio de Abreu

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OBack 4 Blood é o novo jogo dos criadores do Left 4 Dead

Ao contrário do que muitas pessoas imaginam, não foi a Valve quem desenvolveu o primeiro Left 4 Dead, mas sim a Turtle Rock Studios. Entregando uma experiência cooperativa simplesmente fantástica e contando com um sistema de inteligência artificial conhecido como "Director", que que garantia que uma partida nunca fosse igual a anterior, o jogo rapidamente se tornou um sucesso e ajudou a fundar a base para muitos títulos e modos co-op lançados depois dele.

Porém, desde então a Turtle Rock Studios começou a enfrentar dificuldades. Depois de ser adquirida em 2008 pela própria Valve e voltar a ser independente três anos depois, eles fracassaram vergonhosamente com o jogo Evolve. Foi então que numa tentativa de voltar às origens o estúdio localizado na Califórnia anunciou estar trabalhando num novo jogo de zumbis.

Sugestivamente batizado como Back 4 Blood, o game que será publicado pela Warner Bros. Interactive Entertainment também nos colocará para enfrentar uma horda de mortos-vivos, tendo um forte apelo à cooperação, embora um modo competitivo também esteja nos planos. No entanto, eles já fizeram questão de deixar claro que o B4B não será um battle royale (aleluia!).

“É difícil exagerar ao dizer o quão incrível é esta oportunidade. Iremos retornar para um gênero que nasceu no nosso estúdio, com mais de 10 anos de experiência adicional e ideias sobre zumbis que se acumularam nos nossos cérebros,” afirmou o diretor de design e fundador da Turtle Rock Studios, Chris Ashton. “Nós também possuímos alguns dos melhores colegas de equipe no ramo com a WBIE, que entendem o nosso processo de desenvolvimento e estão igualmente comprometidos com a nossa mentalidade de o jogador estar em primeiro lugar. Nós adoramos sermos capazes de fazer o anúncio, então podemos começar a trabalhar com a comunidade neste exato momento.”

Já o diretor criativo do estúdio, Phil Robb, disse que eles não descansarão sobre os louros do passado e que estão focando em usar tudo o que aprenderam, além de saberem que terão um desafio imenso pela frente. Na minha opinião, isso demonstra que o eles sabem que não podem cometer um novo erro e o simples fato de o Back 4 Blood surgir como uma espécie de sucessor espiritual do Left 4 Dead certamente fará com que o sarrafo fique ainda mais alto.

O que ajuda a dar alguma credibilidade ao novo projeto é o fato de termos uma Warner Bros. por trás, porém não podemos ignorar que quem financiou o Evolve foi a 2K Games e nem por isso o título deixou de ser um dos maiores fiascos do início desta geração.

O curioso é que na sua essência o último jogo da Turtle Rock Studios tinha semelhanças com aquele que a catapultou, exceto por termos uma equipe de quatro jogadores enfrentando uma pessoa que estava no controle de um monstro bastante poderoso. A torcida então é para que, mesmo com a desenvolvedora tendo prometido novidades para o Back 4 Blood, que eles não cometam o erro de mexer muito na estrutura de algo que deu tão certo.

Prometido para chegar ao PC, Xbox One e PlayStation 4, ainda não sabemos quando o Back 4 Blood será lançado, mas eu seria capaz de apostar todo o dinheiro que tenho (mesmo não sendo muito) em que isso acontecerá antes de vermos o Left 4 Dead 3.

(Fonte: REUTERS) - 19/03/2019
Facebook prepara tecnologia de inteligência artificial para combater "pornografia de vingança"

O Facebook informou nesta sexta-feira que usaria inteligência artificial para combater a disseminação de fotos íntimas compartilhadas sem a permissão das pessoas, às vezes chamada de pornografia vingativa, em suas redes sociais.

A nova tecnologia é adicional a um programa piloto que exigiu representantes treinados para rever imagens ofensivas.

"Usando o aprendizado de máquina e a inteligência artificial, agora podemos detectar proativamente imagens ou vídeos íntimos que são compartilhados sem permissão", disse a gigante das redes sociais em um post no blog. "Isso significa que podemos encontrar este conteúdo antes que alguém o denuncie."

Um membro da equipe de operações da comunidade do Facebook iria rever o conteúdo encontrado pela nova tecnologia, e se for considerada uma imagem ofensiva, irá removê-la ou desativar a conta responsável por espalhá-la, acrescentou a empresa.

O Facebook também lançará uma central de suporte chamada "Não Sem Meu Consentimento" em sua página do centro de segurança para pessoas cujas imagens íntimas foram compartilhadas sem o seu consentimento.



(Fonte: REUTERS) - 19/03/2019
TICS FORAM RESPONSÁVEIS POR 3,7% DAS EMISSÕES DE CARBONO EM 2018

O consumo de energia de tecnologias da informação e comunicação (TIC) representou em 2018 cerca de 3,7% das emissões globais de gases de efeito estufa (GEE) e segue aumentando a um ritmo de 9% ao ano, conforme estimativa no “think thank” francês The Shift Project.

A informação faz parte do relatório “TICs enxutas – rumo à sobriedade digital”, recém lançado pelo grupo. O estudo foi elaborado por um painel de especialistas que avaliou os impactos ambientais das tecnologias digitais, no contexto da digitalização, e o crescimento rápido nos fluxos de dados e nas bases de terminais instaladas.

Para o Shift Project, a transformação digital tem papel decisivo no crescimento da pegada de carbono das TICs. O grupo faz um alerta para o fato de que a miniaturização dos componentes levem as pessoas a não perceber o impacto que o digital pode ter sobre o ambiente.

O relatório traz quatro conclusões:

1. A intensidade energética da indústria digital está crescendo cerca de 4% ao ano no mundo, em contraste com a tendência global, que vem declinando 1,8% por ano.

O consumo energético direto de cada US$ 1,00 investido em tecnologias digitais aumentou 37% desde 2010. As emissões de dióxido de carbono equivalente (CO2e) do setor digital aumentaram em cerca de 450 milhões de toneladas desde 2013 nos países da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico), na medida em que as emissões gerais caíram 250 milhões de toneladas em todo o mundo no mesmo período.

2. A tendência de consumo digital excessivo não é sustentável por conta da energia e das matérias-primas necessárias para a produção e operação desses equipamentos.

A transição digital atualmente gera um aumento forte na pegada de carbono do setor de TIC, que inclui a energia necessária para a produção e o uso dos equipamentos (como servidores, redes e terminais), que vem crescendo rapidamente ao ritmo de 9% por ano.

A parcela de emissões de GEE correspondentes às tecnologias digitais aumentou pela metade desde 2013, passando de 2,5% para 3,7% das emissões globais. A demanda por matéria-prima, especialmente metais raros e críticos, para produção de equipamentos também vem crescendo.

3. O consumo digital atual é altamente desigual.

Em 2018, o consumidor norte-americano médio possuía 10 dispositivos conectados e consumia 140 gigabytes de dados mensalmente; já o indiano contava apenas com um dispositivo e dois gigabytes de dados – uma diferença de 70 vezes entre os dois mercados.

O consumo digital excessivo não é um fenômeno global: ele é causado por países de alta renda, que consomem mais dispositivos digitais e mais energia para sua operação.

4. O impacto ambiental da transição digital pode ser administrável se o consumo for sóbrio.

Para o The Shift Project, se mudarmos nossa relação com as tecnologias digitais, do consumo excessivo para a sobriedade, seria possível limitar o aumento de consumo de energia de TIC em 1,5% por ano. No entanto, a sobriedade não é suficiente sozinha para reduzir os impactos ambientais da tecnologia digital.

“Nosso relatório traz evidências para as empresas de que sua transição digital não é automaticamente compatível com suas metas de mitigação da mudança do clima”, explica Hugues Ferreboeuf, diretor do grupo de trabalho responsável pela publicação do The Shift Project. (Com assessoria de imprensa)


(Fonte: Da Redação) - 11/03/2019
Entenda como a startup de patinetes Bird pode chegar à América Latina

A empresa pretende vender seus patinetes para empreendedores locais, que vão arcar com todos os custos de operação e manutenção; a Bird funcionará como uma espécie de mentora e ficará com uma

porcentagem de 20% do preço de cada viagem

Redação Link

A startup de patinetes elétricos Bird tem um plano interessante para expandir seu serviço para além dos Estados Unidos. De acordo com o site The Verge, a empresa pretende vender seus patinetes para empreendedores locais de outros países, que vão arcar com todos custos de operação e manutenção. Do outro lado, a Bird funcionará como uma espécie de mentora, oferecendo conselhos, suporte técnico e acesso à sua tecnologia - para isso, ficará com uma porcentagem de 20% do preço de cada viagem. A estratégia é chamada de Plataforma Bird.

A empresa revelou o plano da Plataforma Bird em novembro do ano passado, mas não havia especificado que o serviço seria oferecido para empreendedores foram dos Estados Unidos e da Europa, onde a startup já opera. A Bird pretende inicialmente oferecer a plataforma para três mercados: Nova Zelândia, Canadá e América Latina.

Por meio da plataforma a Bird pode inspirar a criação de novas empresas de patinetes, que não vão ser suas concorrentes - já que a startup vai vender seus patinetes e ganhar uma fatia do
faturamento. A Plataforma Bird também permitirá que a empresa acompanhe de perto a disseminação de patinetes em cidades de todo o mundo.

Segundo a reportagem do The Verge, os patinetes serão entregues ao empreendedores locais com toda a tecnologia da Bird pré-instalada, incluindo GPS.

O plano da Bird é semelhante ao do Uber, que expandiu seu serviço pelo mundo deixando os custos nas mãos dos motoristas e oferecendo a eles a tecnologia da plataforma - e, é claro, pegando uma porcentagem do preço da viagem. Travis VanderZanden, atual presidente executivo da Bird, já trabalhou no Uber.

A estratégia é interessante para o mercado de patinetes elétricos. Todas as empresas do setor hoje fecham suas contas no prejuízo, já que o mercado é caro e difícil. As startups enfrentam problemas como vandalização dos veículos e impasse com regulamentações locais.


(Fonte: Estadão) - 11/03/2019
Rússia quer se juntar a Luxemburgo na mineração espacial

A Rússia, grande produtora de recursos naturais, planeja se unir a Luxemburgo na busca de minerais no espaço, disse a vice-primeira-ministra russa Tatyana Golikova nesta quarta-feira.



15/01/2013 REUTERS/NASA/JPL-Caltech/MSSS/Handout

Foto: Reuters

A mineração espacial tem sido domínio da ficção científica, mas um punhado de empresas e governos estão buscando a ideia de torná-la uma realidade. O pequeno Ducado de Luxemburgo tornou-se o primeiro país a adotar regulamentações legais relacionadas à mineração no espaço, inclusive de asteróides.

"Em janeiro, oferecemos a Luxemburgo um acordo-quadro de cooperação no uso da exploração (mineração) no espaço. Esperamos uma resposta de Luxemburgo", disse Golikova, parte de uma delegação russa liderada pelo primeiro-ministro Dmitry Medvedev.

A mineração comercial em outros planetas ou asteróides ainda é uma perspectiva distante, difícil, entre outras coisas, pelos desafios técnicos de como trazer grandes quantidades de minerais de volta à Terra.

O foco dos empreendedores que buscam minerar no espaço é usar os minerais para criar postos de gasolina interplanetários que irão construir, apoiar e abastecer colônias em Marte.

Metais como ferro, cobalto e níquel são abundantes em asteróides e componentes críticos de veículos espaciais. Metais do grupo da platina, também abundantes, podem ser usados para circuitos
internos e eletrônicos.

A lei espacial é dominada pelo Tratado do Espaço Exterior de 1967, escrito e ratificado na época da Guerra Fria e, portanto, rigoroso na proibição de armas de destruição em massa no espaço, na Lua ou em qualquer outro corpo celeste.

Golikova disse que ainda é cedo para falar sobre cooperação direta nessa esfera, que ainda carece de um marco legal.

(Fonte: Vladimir Soldatkin Reuters) - 07/03/2019
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Sobre o Portal da Florêncio de Abreu

O Portal da Florêncio de Abreu foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua Florêncio de Abreu no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de ferramentas e ferragens.