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Inauguração da 1ª loja da Xiaomi no Brasil terá promoções e descontos

Durante o evento de anúncio oficial da volta da Xiaomi ao Brasil em parceria com a DL, a marca chinesa havia marcado a inauguração de sua primeira loja física no país para o sábado dia 1º de junho, no Shopping Ibirapuera, em São Paulo. Na ocasião, as empresas anunciaram a vinda de sete modelos de smartphones e centenas de outros dispositivos conectados que estarão disponíveis no estabelecimento. Agora, as companhias informam que a inauguração também contará com uma série de promoções e brindes para quem estiver presente.

Em um comunicado oficial para a imprensa, a Xiaomi promete descontos de até 30% válidos para várias linhas de produtos, além de atividades diversas com prêmios, ações no estilo compre e ganhe e mais de 5 mil brindes distribuídos na loja a partir das 10h do dia de abertura. Além de celulares, outros produtos que devem ter preços promocionais incluem "smartwatches, robô de limpeza, escova de dente elétrica, luminárias inteligentes de LED, patinetes elétricos, headphones, mochilas, malas de viagem, câmera 4K e de segurança e power banks".

Na ocasião do evento anterior, os únicos preços oficiais revelados pela marca foram dos smartphones Redmi Note 7 e Mi 9, que chegarão ao solo tupiniquim por respectivamente R$ 1.699 e R$ 3.999.

Durante o sábado de inauguração, as 300 primeiras unidades vendidas do celular intermediário custarão R$ 1.299, ao mesmo tempo que 100 aparelhos do top de linha sairão por R$ 2.799 - limitados à venda de um dispositivo por pessoa.

Quando e onde?
A promoção será válida somente na loja física da Xiaomi, a partir das 10h e até o encerramento das atividades ou enquanto durarem os estoques no sábado (01/07). O estabelecimento fica no Shopping Ibirapuera, localizado na Av. Ibirapuera, número 3.103, no bairro de Indianápolis em São Paulo.

As vendas online da Xiaomi para todo o Brasil devem ter início em algum dia da semana seguinte e vão acontecer por meio do portal global Mi.com.




(Fonte: TecMundo) - 28/05/2019
A irritante hipótese de que vivemos em um Universo Simulado

Por muito tempo a filosofia era a única forma que tínhamos de tentar entender o mundo. O conceito de ciência experimental não existia, muito menos no nível necessário para responder à maioria das perguntas. Claro, isso levou a exageros como Aristóteles afirmar que mulheres tinham menos dentes do que homens, coisa que qualquer um que soubesse contar poderia contestar mas quem contestaria o Grande Aristóteles Pai da Filosofia?

Com a Ciência ganhando mais e mais espaço, não era mais preciso filosofar sobre a Natureza das Coisas, observações levavam a experimentos que levavam a hipóteses que levavam a Leis que levavam a Teorias, mas como um membro vestigial, a Filosofia continuou existindo, igual à astrologia.

Hoje pega mal sugerir filosoficamente idéias como as de Aristóteles, de que "mulheres são homens incompletos, deformados" (ele adoraria passar férias na Tailândia) então os filósofos preferem temas menos cabeludos, como afirmar que próteses para deficientes são uma forma de eugenia pois eliminam a deficiência, mas são bobagens localizadas, existem discussões filosóficas mais inofensivas mas muito mais irritantes. A maior delas é a de que vivemos em uma simulação.

A idéia original é bem antiga, remonta a Zhuangzi, filósofo chinês do Século 3 AC, que disse ter sonhado que era uma borboleta, e depois que acordou não sabia se era um homem que sonhou ser uma borboleta ou uma borboleta sonhando que era um homem.

Outros filósofos desenvolveram questionamentos sobre a realidade do mundo, se o que estamos vendo e vivendo é real, ou apenas uma ilusão criada por meios externos. Há um pouco de bom-senso nisso, vários filósofos já se perguntaram se o que chamamos de azul é o que outros chamam de azul, ou se cada pessoa percebe a cor azul de forma diferente.

A Ciência como sempre respondeu, através de um simples experimento: Coloque algo azul e peça para diversas pessoas identificarem a cor. Exceto daltônicos, todo mundo vai dizer "azul".

Curiosidade: A velha anedota que homens e mulheres percebem cores de forma diferente é verdadeira. Há mulheres com genes mutantes que percebem vários bilhões de cores a mais, mas mesmo mulheres comuns são bem mais generosas em termos de percepção de cores, como uma pesquisa do xkcd demonstrou, ao pedir que os leitores identificassem pelo nome um espectro de cores:

Em 1641 Descartes apresentou o seu Demônio, uma ferramenta filosófica, uma alegoria para a situação em que ele duvidava de todas as suas crenças, o demônio teria criado um mundo onde a hipótese testada seria falsa, e o pensador teria que trabalhar dentro daqueles parâmetros artificiais.

O conceito do Demônio de Descartes foi modernizado com a idéia do Cérebro no Jarro.

A idéia é que a realidade como um todo é falsa, você pode ser apenas um cérebro em um jarro, com um supercomputador alimentando seus núcleos sensoriais com informação falsa, indistinguível da informação "real" se você tivesse um corpo.

Essa hipótese foi formulada em 1968 por James Cornman e Keith Lehrer e aprimorada em 1973 por Gilbert Harman, que afirmou não haver nenhum motivo para não sermos cérebros suspensos em jarros, ou então corpos em mesas com eletrodos nos alimentando com informações sensoriais falsas.

A idéia do cérebro no jarro não é tão abrangente quanto o conceito de Descartes, pois parte do princípio que o cérebro é real. Descartes entende que todo seu corpo pode ser criação da tal entidade maligna, e que a única parte real é sua persona, seus pensamentos, daí o famoso "penso, logo existo".

Esse é um dos pontos cruciais da inteligência artificial, e onde a filosofia ainda se mostra útil: Determinar se um computador é realmente inteligente ou se está fingindo inteligência. Talvez nem seja possível chegar no ponto em que essa pergunta precise ser feita, mas o próprio Teste de Turing já se mostrou insuficiente. A SIRI engana boa parte da humanidade. Até a voz do terminal automático no estacionamento do shopping engana minha mãe.

Solipsismo
A hipótese do Cérebro no Jarro parece absurda? Tem uma pior, vale até o pequeno desvio pra falar dessa bobagem. É uma bobagem filosófica chamada solipsismo, que parte do princípio de que NADA existe além da própria mente.

Não "as" mentes, não qualquer mente, mas a mente do idiota arrogante que defende o solipsismo. O conceito é simples: EU existo, tenho certeza disso. TODO O RESTO, o jornaleiro, o cachorro na rua, as civilizações alienígenas em Andrômeda, a Luciana Vendramini, o Exército de Brancaleone, todos os arenques canhotos do ártico, TUDO é obra da minha imaginação, tudo existe apenas no MEU cérebro, na MINHA mente.

Óbvio que a cura do solipsismo é uma tapona no comedor de lavagem.

O Universo Simulado
Quando a tecnologia começou a se aprimorar a filosofia, sua rêmora favorita veio atrás, polindo e atualizando as velhas hipóteses. Agora o demônio de Descartes vestiu os trajes da Realidade Virtual.

A idéia da simulação ganhou força em 2003, quando Nick Bostrom levantou a hipótese de que se houver um número suficiente de civilizações avançadas pós-humanas, com capacidade computacional quase infinita, mesmo que um número ínfimo dessa capacidade seja usada para simular nosso mundo, devem existir incontáveis versões dessa simulação.

Tradução:

Muito tempo atrás a Humanidade transcendeu o estágio atual da civilização, nos tornamos uma espécie imensamente evoluída, e alguns nerds gostam de estudar o passado, fazendo simulações em computador, mas elas são tão precisas e fiéis à realidade que simulam Universos inteiros, átomo a átomo, e nós somos parte de uma dessas simulações.

Sim, Nick Bostrom provavelmente cheirou maconha estragada, mas isso não impediu um monte de gente que levar a sério a hipótese.

Por uma simples questão de lógica (você tem aquário em, casa, certo?) a hipótese do Universo Simulado acaba com a hipótese dos Multiversos, pois é impossível por definição simular infinitos universos, mas só alguns, tudo bem.

Não há como saber qual a capacidade de computação necessária para simular um Universo inteiro, não sabemos nem se esse computador hipotético consegue rodar Crysis, mas há métodos para diminuir essas exigências. Se a simulação se resumir à Terra, todo o resto do Universo pode ser só uma Skybox, um modelo estático. Só são gerados dados em casos específicos, como radiotelescópios examinando buracos negros.

Essa parte inclusive é tão simples que mesmo com a tecnologia atual conseguiríamos simular os dados coletados por observatórios astronômicos espalhados pelo mundo. O que não é possível é simular coisas mais complexas, como uma folha caindo ou uma mitocôndria.

Agora imagine simular átomo a átomo um planeta inteiro.

Hoje conseguimos simular todos os átomos de um único gene, mas para isso precisamos de um dos maiores supercomputadores existentes, e para simular um nanosegundo de atividade da molécula, precisamos processar os dados por 24h.

Essa aliás é outra parte da hipótese do Universo Simulado: Podemos não estar vivendo em tempo real. Se nosso programador -vamos chamá-lo de Chuck- criou uma simulação do Universo que leva 1000 anos para simular um segundo, e Chuck é imortal, não faz diferença nem pra ele nem pra nós.

O Risco da Simulação
Existem filósofos que alertam para o perigo de ficar discutindo a hipótese do Universo Simulado. Talvez Chuck não goste que tomemos conhecimento de nossa condição, e quando gente demais começa a desconfiar, eles são eliminados do programa ou a simulação é resetada como um todo. Pode ser um reboot total ou Chuck aciona o comando de desastres naturais e seleciona METEORO como fez com os dinossauros.

Também há a hipótese de que santos, milagres e relatos de feitos sobre-humanos sejam pessoas que descobriram que estamos dentro de uma simulação, e se isso te lembra as continuações de Matrix, só reforça o triste estado da filosofia moderna.

Outro risco da hipótese do Universo Simulado se tornar popular é que as pessoas mergulharão em um profundo niilismo, afinal se nada é real pra quê se preocupar com Aquecimento Global, pobreza, crime, água no chopp? Chuck que se vire se quiser que seus NPCs sejam felizes. Qual o sentido de se esforçar se nada é real e as dificuldades da vida foram colocadas artificialmente por um programador sádico? Livre-arbítrio não existe se você só funciona dentro de parâmetros artificiais pré-estabelecidos.

Mas é de verdade essa simulação?

Em 2012 um paper escrito por Silas R. Beane da Universidade de Bonn e Zohreh Davoudi e Martin J. Savage, da Universidade de Washington propôs uma técnica para determinar se vivemos uma simulação.

Eles partem do princípio que é extremamente complicado simular modelos de cromodinâmica quântica, as interações que criam as forças fundamentais do Universo, e isso é feito em matrizes, hoje conseguimos uma granularidade de 10-15m. Computadores do futuro distante conseguirão uma granularidade bem maior, mas de qualquer jeito, transformar forças lineares em uma simulação matricial gera artefatos matemáticos.

A grosso modo, e uma analogia bem imperfeita, imagine que você espera uma linha suave, mas quando chega perto vê que é uma linha que foi suavizada com técnicas de antialiasing:

Outro grupo escreveu um paper com experimentos práticos para tentar determinar a realidade da simulação. Tom Campbell, Houman Owhadi, Joe Sauvageau e David Watkinson propuseram em On Testing the Simulation Theory que o Universo Simulado, como todo engine só renderiza algo quando o jogador estiver visualizando o objeto ou cenário.

Tipo: Nenhum jogo vai gastar GPU renderizando objetos que só aparecerão na próxima fase, ou que estão do outro lado do mapa. A hipótese é que qualquer coisa que exija computação só será computada quando for observada, e aí as regras da física quântica jogam a nosso favor.

O paper virou um projeto no Kickstarter, pedindo US$150 mil e arrecadando US$263.590,00 para executar os experimentos e produzir um documentário com os resultados. Após os atrasos habituais, eles vão começar os experimentos no Inverno de 2019, se tudo der certo.

Conclusão
Longe de mim criticar gente que apóia com dinheiro projetos questionáveis, afinal de contas eu tenho um Padrim, mas a hipótese do Universo Simulado parece mais sonho molhado de nerd fã de Matrix que não tem disposição pra aprender Kung Fu da forma mais difícil. É uma forma de jogar a culpa de todos os problemas no programador, as pessoas preferem virar NPCs do que tomar as rédeas da própria vida.

A hipótese do Universo Simulado é tão irrelevante quanto o superpoder de saber os números da Mega-Sena depois do sorteio. Nas imortais palavras do filósofo Cypher, ignorância é uma bênção, aproveite seu steak, que diferença faz saber se ele é simulado, se o gosto e a textura são idênticos ao de um bife de verdade?

Sermos uma simulação cai na Navalha de Occam, "entidades não devem ser multiplicadas desnecessariamente" e o Universo Simulado faz exatamente isso, pois gera o problema da origem dos autores da simulação. E sim, há onanistas filósofos que sugerem que como somos muito primitivos, podemos ser uma simulação criada por outra simulação.

Faz sentido? Pois é, por essa bobajada toda que fico irritado com a perda de tempo e dinheiro nessas discussões. Ou talvez seja apenas despeito pelas vezes em que fechei os olhos, me concentrei imaginando que digitava IDDQD e nada aconteceu.

(Fonte: Carlos Cardoso) - 21/05/2019
Caminhões autônomos iniciam testes de entregas para o Serviço Postal dos EUA

O Serviço Postal dos Estados Unidos (USPS) iniciou nesta terça-feira um teste de duas semanas transportando correspondência em três Estados do sudoeste do país usando caminhões autônomos, um passo à frente no esforço para comercializar a tecnologia para o transporte de cargas.

A startup de San Diego, TuSimple, disse que seus caminhões autônomos começarão a transportar correspondências entre as instalações do USPS nas cidades de Phoenix e Dallas para ver como a tecnologia pode melhorar os prazos e custos de entrega. Um motorista de segurança sentará ao volante para intervir, caso necessário, e um engenheiro ficará no banco do passageiro.


Se bem sucedida, isso marcará uma conquista para a indústria de condução autônoma e uma possível solução para a escassez de motoristas e restrições regulatórias enfrentadas pelos transportadores de carga nos EUA.

O programa piloto envolve cinco viagens de ida e volta, totalizando mais de 3.380 quilômetros ou cerca de 45 horas de condução. Não está claro se a entrega autônoma de correio continuará após o programa de duas semanas.

"O trabalho com a TuSimple é a nossa primeira iniciativa em transporte autônomo de longa distância", disse a porta-voz do USPS, Kim Frum. "Estamos conduzindo pesquisas e testes como parte de nossos esforços para operar uma futura classe de veículos que incorporarão novas tecnologias."

A TuSimple e o USPS se recusaram a divulgar o custo do programa, mas Frum disse que nenhum dinheiro de imposto foi usado e que a agência depende da receita de postagem e outros produtos. TuSimple já levantou 178 milhões de dólares em financiamento privado, inclusive da fabricante de chips Nvidia e da empresa chinesa de mídia online Sina.

Os caminhões viajarão nas principais estradas interestaduais e passarão pelos Estados de Arizona, Novo México e Texas.

(Fonte: Heather Somerville Reuters) - 21/05/2019
Android Q: Google prepara terreno para versão desktop do Android

Desenvolvedores já são encorajados a fazer com que seus aplicativos suportem telas maiores, como mon...

O Android Q é esperado por uma série de recursos: o suporte ao 5G, as melhorias para smartphones dobráveis, o Modo Escuro e privacidade, entre outros. Porém, há outra novidade que foi pouquíssimo falada pela Google e em breve pode ditar uma tendência no mercado de aplicativos.

Trata-se do suporte do Android para o "futuro multitelas de desktops e monitores". Isso significa que a Google começou a pensar em um suporte nativo do Android para que o seu smartphone mude de forma para uma versão que simule um sistema operacional de computador quanto conectado a um display maior — nos moldes da estação DeX, da Samsung (que é o dona das imagens que ilustra esta matéria) ou o sistema que estreou com o Huawei Mate 10.

O recurso foi tema de uma das palestras do Google I/O 2019, "Foldable, Multi-Display, and Large Screen", e apareceu rapidamente como uma "dica" para desenvolvedores, que a partir de agora podem começar a retrabalhar seus aplicativos para suportarem o modo.


Foto: TecMundo

Ele pode funcionar tanto como uma segunda tela (sendo a continuação do conteúdo que você está exibindo no outro display) como um jeito de você abrir um app em outro dispositivo e ele voltar exatamente onde você estava (algo que já acontece no ecossistema da Apple, com o macOS e o iOS).

Muita calma nessa hora
Por enquanto, a Google somente citou a existência da função e a disponibilização da API para desenvolvedores, o que não significa que ele vai virar uma função tão rapidamente — talvez até mesmo depois do Pixel 4, que será apresentado em setembro junto com o Android Q.



foto: TecMundo

Otimizar interfaces e aplicativos pode levar algum tempo, mas transformar o smartphone em um "PC de bolso" como se ele fosse um gabinete é algo cada vez mais próximo da realidade.

(Fonte: TecMundo) - 13/05/2019
Modo noturno do WhatsApp está quase chegando ao seu celular

Praticamente todas as telas do mensageiro estão adaptadas ao novo modo...

Muito aguardado por vários usuários do mensageiro, o modo noturno do WhatsApp ficou ainda mais próximo de chegar à versão final do aplicativo. Com a última atualização do WhatsApp beta, o modo que deixa o fundo escuro e as fontes do aplicativo brancas agora está quase completo e presente em praticamente todas as telas do programa.

Segundo o site WABetaInfo, o novo modo noturno agora aparece também na tela inicial de conversas -antes, ele era ativado apenas na área de configurações do aplicativo. Além disso, a barra superior do WhatsApp também está seguindo o padrão escuro. Ou seja, praticamente o aplicativo inteiro já está adaptado ao novo modo.


IImagem: WABetaInfo/Reprodução.
Foto: TecMundo

Ainda de acordo com o site, essa versão quase completa do modo noturno foi encontrada no WhatsApp beta 2.19.139. Como sempre, ela ainda não pode ser ativada pelos usuários e ainda não tem data para ser lançada na versão final. De qualquer forma, o fato de que praticamente toda a interface foi atualizada com o novo modo é um bom indicativo de que ele está próximo de chegar.]]


(Fonte: TecMundo) - 13/05/2019
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Sobre o Portal da Florêncio de Abreu

O Portal da Florêncio de Abreu foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua Florêncio de Abreu no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de ferramentas e ferragens.