A chinesa Huawei Technologies iniciou sua produção de smartphones de baixo custo no Brasil, informou a empresa nesta terça-feira (13) em comunicado.
Segundo a companhia, a iniciativa tem como objetivo ampliar a oferta de produtos para os consumidores finais e introduzir os smartphones da marca no mercado nacional.
"Nossa estratégia com a produção local é reduzir as taxas e o custo total de produção para oferecer aparelhos a um preço acessível para o mercado brasileiro", comentou o presidente-executivo da Huawei do Brasil, Veni Shone, no comunicado.
De acordo com o executivo, a produção inicial será de cerca de 100 mil aparelhos, mas esta poderá ser ampliada de acordo com a demanda do mercado consumidor.
A empresa Compal Electronics, localizada em Jundiaí (SP), será a parceira da Huawei para a produção de smartphones.
O primeiro smartphone da marca a ser produzido localmente será o Huawei Ascend G510, que também será comercializado pela operadora Vivo em seus canais de vendas.
"Apesar da chegada da rede 4G ao Brasil, ainda há muito a ser explorado dentro da tecnologia 3G", comentou o diretor de negócios da Huawei, Li Kefeng, em nota.
O aparelho tem processador dual-core de 1,2 GHz e sistema operacional Android 4.1 Jelly Bean, do Google, com a modificação "Emotion UI", da própria Huawei.
O aparelho estará disponível ao preço sugerido de R$ 699 para clientes pré-pagos. Para pós-pagos, o valor varia de acordo com o plano escolhido. A comercialização terá início nos canais de venda da Vivo a partir de 25 de agosto.
A Huawei está no Brasil há mais de 15 anos, atuando no mercado de banda larga fixa e móvel por meio de parcerias com operadoras de telecomunicações do país.
O vice-presidente do Facebook na América Latina, Alexandre Hohagen, afirmou nesta terça-feira (19) que o número de usuários no Brasil passou de 12 milhões, em 2011, para os atuais 67 milhões. A alta no período foi de 458%.
"A penetração da internet no Brasil ainda é relativamente pequena se formos comparar com países mais maduros. Então tem muita oportunidade ainda, muita coisa para crescer", afirmou durante o evento de empreendedorismo Global Entrepreneurship Congress, que vai até quinta-feira no Rio.
Em novembro, o executivo afirmou em entrevista à Folha que o país tinha 61 milhões de usuários. A empresa iniciou as operações no Brasil em 2011.
Hohagen elogiou o fato do Brasil ter sediado o congresso internacional de empreendedorismo. "Eventos como esse são importantes para trazer a educação do empreendedorismo. Há muito espaço para [o empreendedorismo] crescer no Brasil."
Ele participou de um debate sobre estratégias de crescimento.
A empresa vai liberar a app este mês como parte do sistema de gerenciamento de dispositivos. É possível localizar aparelho e apagar dados
A Google está finalmente lançando o aplicativo "find my phone" (encontre meu fone) para Android. A empresa anunciou em seu blog que até o final deste mês o recurso será incluído no novo "Android Device Manager".
Requisitado há muito tempo por usuários de smartphones Android, que na falta de uma app da Google tinham de recorrer a apps de terceiros, o novo recurso permite aos usuários forçarem remotamente seu aparelho roubado ou perdido a tocar a campainha no volume mais alto, mesmo que esteja em modo silencioso. Pela mesma app é possível também localizar e rastrear o aparelho no mapa em tempo real (desde que esteja conectado à rede) e apagar todos os seus dados.
Os recursos anunciados pela Google são semelhantes aos recursos da app "Find My iPhone", que a Apple já oferece aos usuários do iPhone e iPad há muitos anos. No aplicativo da Apple é possível também bloquear o uso do aparelho, apagar os dados, fazer o dispositivo emitir sinais sonoros e localizar em tempo real no mapa.
O produto da Google é compatível com a versão do Android 2.2 ou superior, ou que significa que praticamente todos os aparelhos Android em uso atual terão acesso a ele. A empresa, à semelhança da Apple, vai lançar um site específico para o aplicativo.
Google, Apple, Microsoft e Samsung têm sido cobradas pela polícia e departamentos de Justiça dos Estados Unidos a usar a tecnologia para implementar mais recursos que protejam os usuários dos smartphones, alvo de uma onda crescente de furtos e roubos violentos em várias cidades americanas.
Em São Francisco, há duas semanas, o Procurador Geral, George Gascón, acusou a Google e a Microsoft de não fazer o suficiente para atender os apelos das autoridades policiais. Para Gascón, no entanto, não basta o recurso de apagar dados. Ele quer que as empresas encontrem meios de tecnicamente "emparedar" o dispositivo inutilizando-o para sempre no caso de ser roubado. Segundo ele, isso reduziria o interesse dos ladrões nesse tipo de equipamento.
? US$ 731 MILHÕES é o valor projetado para os gastos com publicidade móvel no Brasil em 2017, segundo as previsões da eMarketer. Em 2014, o valor investido em publicidade móvel no país mais que dobrará pelo terceiro ano consecutivo.
? DE OLHO NA REALIDADE AUMENTADA, a Qualcomm anuncia o lançamento da versão Vuforia 2.5, que inclui avanços nas funcionalidades de reconhecimento de texto (em inglês) e de imagens.
O reconhecimento de texto permite ao aplicativo a leitura de palavras, fazendo com que desenvolvedores e os proprietários de conteúdo e de marcas criem uma nova geração de experiências educacionais em realidade aumentada e melhorem os aplicativos com entrada de dados via câmera. O Vuforia 2.5 SDK vem com uma lista de mais das 100 mil palavras.O Vuforia também expande o apoio a uma maior quantidade de imagens, incluindo arte linear e vetorizada, tal como logotipos e mapas.
A plataforma é adotada por marcas líderes dentro da indústria de consumo. “Temos visto um crescimento explosivo no último ano, incluindo marcas como Audi, Johnson & Johnson e LEGO que recorreram ao Vuforia para fornecer formas inovadoras de ampliar suas marcas”, afirma Jay Wright, vice-presidente de desenvolvimento de negócios da Qualcomm Technologies, Inc. “Com o lançamento do Vuforia 2.5 SDK, estamos trazendo novas opções tanto para marcas como para os desenvolvedores criarem experiências com ainda mais qualidade”, continua.
O Vuforia é apoiado por um ecossistema global com mais de 60 mil desenvolvedores em 130 países, sendo 2.500 na América Latina e 1.500 no Brasil. Existem hoje mais de 4,5 mil aplicativos desenvolvidos com Qualcomm Vuforia para dispositivos iOS e Android.
? A GERAÇÃO Y E O NOVO SIGNIFICADO PARA MULTITASKING – A possibilidade de trazerem as suas vidas pessoais para o trabalho é um dos traços mais marcantes dos millennials, segundo o estudo “Young professionals at work”, do Ericsson ConsumerLab. No entanto, apesar destes jovens “levarem uma boa parte das suas vidas pessoais para o trabalho, muitos deles não permitem, necessariamente, que o trabalho entre nas suas vidas privadas”. Um fator chave para muitos Millennials é manter um equilíbrio entre os períodos de trabalho e de lazer e esperam que os empregadores tenham soluções para os ajudarem a conseguir isto.
Para eles, “a comunicação pessoal durante o horário de trabalho é um direito e não um benefício” e 45% deles usa o seu telefone pessoal, pagos por si, no trabalho, e apenas 23% tem celulares (na maioria, smartphones) total ou parcialmente pagos pelos empregadores.
? IMPRESSÃO 3D NA ESTAÇÃO ESPACIAL – A Nasa está planejando enviar uma impressora 3D para o espaço até o final do próximo ano e usá-la para criar objetos a bordo da Estação Espacial Internacional. O dispositivo será usado para fabricar pequenas peças de reposição necessárias para a estação e para a tripulação, incluindo cintos, clipes e outros componentes, ferramentas e equipamentos.
Fabricadas pela Made in Space, em colaboração com o Nasa Marshall Space Flight Center, a máquina com a forma e o tamanho de uma caixa de sapatos é a primeira preparada para suportar as condições das viagens espaciais e funcionar em condições de microgravidade. Antes da impressora 3D ser levada ao espaço ela terá que passar por um voo de teste no fim de agosto. Se tudo correr bem, a impressora seguirá a bordo do foguete SpaceX Falcon 9 em 2014.
? IMPRESSORAS 3D SE PAGAM EM MENOS DE UM ANO – Apelos de venda? Talvez! Produzindo objetos corriqueiros, como capas para smartphones, o feliz proprietário de uma impressora 3D poderá recuperar o investimento feito no dispositivos, em menos de um ano, segundo estudo realizado pela Michigan Technical University (MTU). A instituição diz ter utilizado números “conservadores” para chegar à estimativa: um usuário poderia poupar até dois dólares por ano, fabricando apenas 20 produtos comuns. Será?
Um ano após suspensão de vendas de chips de três operadoras, a agência reguladora vê melhora nos serviços, mas a maioria dos indicadores de qualidade piorou
A Anatel divulgou nesta sexta-feira, 26/7, os resultados do terceiro ciclo de avaliação dos planos de melhoria ds serviços de aoperadoras de telefonia celular relativos ao período de fevereiro a abril de 2013. Segundo a agência reguladora, as quatro operadoras (Claro, Oi, Tim e Vivo) apresentaram resultados acima dos parâmetros de referência, com melhoras tanto no acesso quanto na queda de ligações. Todas as operadoras superaram a meta de completar 95% das chamadas. Já no que diz respeito à taxa de acesso à rede de dados, somente uma operadora conseguiu atingir a média, a Claro, chegando a 98%.
No caso de queda de conexão da internet pela rede móvel, as prestadoras apresentaram índice de menos de 2%, melhor que a meta estipulada, que é de 5%. Na conexão à internet pela rede 3G, a taxa de acesso foi superior a 98%, conforme exigido pela Anatel, com melhoria contínua desde agosto de 2012, quando a Anatel passou a divulgar as avaliações trimestrais. Na rede de 2G, o desempenho ficou muito próximo da meta. A finalidade principal da rede de segunda geração é o atendimento do tráfego de voz, enquanto a 3G é mais utilizada para dados.
Mas olhando os indicadores um a um, há piora em muitos deles, começando pela quantidade de reclamações.
“Acreditamos que os serviços estão apresentando estabilidade para melhor, há um processo de melhoria da qualidade, pelos investimentos das operadoras, em que pese ainda termos reclamações de outros quesitos que não especificamente de qualidade”, avalia o presidente da Anatel, João Rezende.
A divulgação da avaliação ocorre exatamente um ano após o período de proibição de vendas de novos chips das operadoras, devido à má qualidade na prestação dos serviços (entre 23 de julho de 2012 e 3 de agosto de 2-12). As queixas por parte dos consumidores aumentaram neste período. Quando suspendeu as vendas, o órgão recebia entre 500 e 2 mil queixas mensais sobre rede. Agora, o número ficou entre 1,5 mil e 5,5 mil.
"Esse aumento de reclamações não significa, necessariamente, que o serviço tenha piorado, ou que não tenha melhorado. Foi feita uma grande divulgação [da suspensão da venda de chips]. As pessoas passaram a conhecer mais os números da agência. Passaram a acreditar mais que a agência poderia atuar no sentido da solução destes problemas", disse o superintendente da Anatel, Roberto Pinto Martins.
Nesta nova avaliação, a TIM continua a ser a empresa com maior número de reclamações feitas à central de atendimento da Anatel, tanto em termos absolutos como relativos. Houve 3,5 mil reclamações contra a empresa, apenas em abril. Em segundo lugar, também em termos absolutos e relativos, está a Claro, com pouco menos de 2,5 mil, seguida da Vivo, com cerca de 1,6 mil, e da Oi (1,5 mil).
Outros idnicadores também pioraram. A taxa de acesso à rede de voz, que em agosto de 2012 estava em 96,87%,ncaiu para 96,45% em abril deste ano. Já a taxa de queda de rede de voz, por sua vez, subiu de 0,77% para 0,86%. E a taxa de acesso à rede de dados de todas as operadoras passou de 97,33% em agosto de 2012 para 96,71% em abril deste ano.
A Anatel continuará a acompanhar os resultados dos planos de melhorias e passará a divulgá-los, também, por Unidades da Federação e por municípios, de forma a levar informação mais detalhada e transparente aos usuários, permitindo que todos possam observar o desempenho das empresas e conhecer a qualidade dos serviços prestados em seus municípios.
2G em queda acelerada
Ainda segundo os dados da Anatel, no período de agosto de 2012 a abril de 2013, houve redução de mais de oito milhões no número de acessos da rede de segunda geração e um aumento de mais de 14 milhões na de terceira geração - o que evidencia um movimento de migração da tecnologia 2G para a 3G, esta última mais adequada para o acesso à rede de dados.
A quarta geração (4G), iniciada mais recentemente, registrou pouco menos de 48,5 mil pontos instalados. Com isso, o saldo contabilizado pela Anatel de adições líquidas agregadas de tecnologias é 6,15 milhões de pontos no período.
“Como os dados de internet 2G e 3G estão desagregados no relatório, [confirmamos] a tendência de migração [dessas tecnologias]. O usuário agora quer mais do que voz. Quer a internet no seu celular, e este é o desafio que as operadoras terão para melhorar a prestação de serviços”, disse o presidente da Anatel, João Batista de Rezende, ao apresentar a avaliação trimestral do setor.










