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Notícias na Florêncio de Abreu

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Mais conectado e mais solitário

No último final de semana, eu estava assistindo à TV com alguns amigos, explorando os mais populares no YouTube recentemente, quando um vídeo chamado "I Forgot My Phone" ("esqueci meu celular") chamou a minha atenção.

No momento em que fui apertar play, contudo, meu amigo avisou: "Não veja isso. Vi ontem e é realmente triste."

O vídeo de dois minutos (abaixo), que já foi visualizado mais de 15 milhões de vezes, começa com um casal na cama. A mulher, representada pela comediante e atriz Charlene deGuzman, olha fixamente para o nada silenciosamente enquanto seu namorado checa seu smartphone.

As cenas subsequentes retratam um dia de deGuzman que é desolador: as pessoas a ignoram enquanto fitam o smartphone durante o almoço, um show, enquanto jogam boliche e durante uma festa de aniversário. (Até o menino aniversariante está gravando a festa em seu telefone). O clipe termina com deGuzman de volta à cama com seu namorado no final do dia --e ele ainda está usando seu telefone.

Assistir ao vídeo de deGuzman é desconfortável. É um golpe direto na nossa cultura obcecada com smartphones, cutucando-nos sobre nosso vício naquela pequena tela e sugerindo que talvez a vida possa ser mais bem direcionada quando é vivida --em vez de visualizada.

Apesar de ter algumas cenas engraçadas --um homem fazendo um pedido de casamento na praia enquanto tenta gravar o momento especial em seu telefone--, ele é majoritariamente triste.

"A ideia me ocorreu quando comecei a refletir sobre quão ridículos estamos todos sendo, eu incluída, quando estava em um show e as pessoas a meu redor estavam filmando a apresentação com seus telefones, e não, de fato, assistindo", disse deGuzman em entrevista.

"Deixa-me triste o fato de que há momentos em nossas vidas durante os quais não estamos presentes porque estamos olhando para um telefone", disse deGuzman, também responsável pelo roteiro da peça, dirigida por Miles Crawford. Ela reflete que, deseje-se ou não, experimentar a vida por meio de uma tela de quatro polegadas pode ser a nova norma.

Ou não. O vídeo de deGuzman pode ter aterrissado em um daqueles momentos culturais em que as pessoas começam a questionar se algo já foi longe demais e começam a fazer algo em relação a isso.

Na semana passada, o festival de música polonês Unsound proibiu os espectadores de gravar os evento, dizendo que não desejava "documentação instantânea" e distrações que pudessem prejudicar as apresentações.

Em abril, durante um show em Nova York, Karen O, vocalista líder do grupo Yeah Yeah Yeahs, disse à plateia para guardar seus smartphones (usando um palavrão para enfatizar a mensagem).

Um bom número de restaurantes nova-iorquinos, incluindo Momofuku Ko e Chefs Table, proibiu clientes de fotografar seus pratos. (Nota aos foodies: sua quinoa não precisa ser postada artisticamente e com um visual retrô no Instagram.) E, é claro, muitas mães e pais que lutaram para manter a TV longe da cozinha pode ver os smartphones como a nova ameaça à civilidade à hora do jantar.

No final dos anos 50, os televisores começaram a deixar a sala de estar rumo à cozinha, frequentemente levada até a sala de jantar para se unir à família para a ceia. E, então, a TV na mesa de jantar repentinamente se tornou falta de modos. A TV voltou à sala de estar.

"Nunca foi algo que realmente deu certo nas casas americanas", disse Lyn Spigel, professora na Northwestern University, em Illinois, e autora do livro "Make Room for TV" ("Dê Espaço à TV", sem edição no Brasil).

"Em determinado momento, uma empresa até tentou inventar uma geringonça chamada forno-TV, que unia os dois aparelhos", disse.

Estariam, portanto, os smartphones tendo seu momento "TV na cozinha"?

"Toda experiência está sendo mediada e concebida sobre como pode ser capturada e aumentada por nossos dispositivos", disse Mathias Crawford, um pesquisador sobre comunicações e interações entre humanos e computadores na Universidade Stanford. "Nada se tornou tão mais evidente que nossas refeições, cujos momentos que antecedem, o antes e o depois são esculpidos por determinados aplicativos."

Reservas são feitas no OpenTable; a chegada ao restaurante é registrada no Foursquare; a comida é fotografada para o compartilhamento no Instagram; uma piada ouvida durante o jantar é tuitada; a análise sobre o restaurante é subida ao Yelp; então, finalmente, a volta para casa é coordenada usando o Uber.

"Se você pondera sobre quando as pessoas vão deixar o telefone de lado, isso significaria rejeitar todo o conceito do Vale do Silício de como você deveria estar jantando", disse Crawford. Mas, disse, é possível. "Sim, a sociedade está mudando, mas o iPhone tem apenas seis anos de idade, e essas mudanças ainda não estão determinadas."

Dada a impressionante resposta ao vídeo de deGuzman, deduz-se que as pessoas estejam pelo menos pensando sobre tais mudanças.

"Somente neste ano que tive esses pensamentos sobre viver o momento sem meu telefone", disse deGuzman. "Ainda carrego o celular comigo, mas tento mantê-lo na bolsa. Agora, me vejo apenas abraçando um momento, sem ter de postar uma foto sobre isso."

(Fonte: NICK BILTON DO "NEW YORK TIMES") - 08/09/2013
Samsung anunciará na próxima semana relógio conectado


A Samsung revelará o Galaxy Gear, seu relógio de pulso conectado, na quarta-feira da semana que vem (4), disse um executivo da companhia ao jornal "Korea Times".

A reportagem, publicada nesta terça-feira (26) diz que a apresentação do aparelho --que será capaz de navegar na internet, acessar e-mails e fazer chamadas-- acontecerá em Berlim, cidade que recebe a feira de tecnologia IFA, que começa dois dias depois do anúncio.

A confirmação veio de Lee Young-hee, responsável pela divisão móvel da fabricante coreana. "Esse novo aparelho vai incrementar e enriquecer a experiência de comunicações móveis", disse à publicação.

Em contraste com o que chegou a ser rumorejado, o Galaxy Gear não terá tela flexível.

(Fonte: DE SÃO PAULO) - 01/09/2013
Liderado por Alibaba, comércio on-line chinês deve superar o dos EUA

O mercado de e-commerce da China deverá ultrapassar o dos Estados Unidos este ano para se tornar o maior do mundo por gasto total do cliente, disse a empresa de consultoria Bain & Company, e poderá ser responsável por metade de todos os gastos no varejo chinês dentro de uma década.

A mudança de hábitos de compras ocorre enquanto quase metade do 1,3 bilhão de habitantes do país agora tem acesso direto à internet, e desse número quase 80% têm smartphone ou tablet.

O mercado de e-commerce da China tem crescido a uma taxa média de 71% de 2009 a 2012, versus 13% nos Estados Unidos, e seu tamanho total deverá atingir 3,3 trilhões de yuans (R$ 1,27 bilhão) em 2015, disse a Bain & Company, em um relatório divulgado na quarta-feira (28).

O gasto total dos consumidores chineses em compras on-line chegou a US$ 212,4 bilhões em 2012, em comparação com US$ 228,7 bilhões nos EUA, disse o relatório.

Empresas chinesas com lojas de varejo tiveram que realinhar suas estratégias de vendas para competir com rivais on-line que os ameaçam em um mercado cada vez mais competitivo há muito dominado pela empresa de e-commerce Alibaba Group, e outros como a 360Buy Jingdong.

"É uma grande mudança. Significa apenas que você precisa estar na web, quer goste ou não", disse Serge Hoffmann, sócio da Bain e co-autor do relatório.

(Fonte: DA REUTERS, EM XANGAI) - 01/09/2013
Moto X, smartphone do Google, terá sistema de escuta ambiente sempre ligado

O Moto X, primeiro smartphone da Motorola desenvolvido com o Google, estará pronto para ouvir os comandos de voz de seus usuários quando estiver ligado, segundo um anúncio da operadora canadense Rogers, que deve levar o aparelho para o país em agosto, nas cores branca e preta.

Vazado por um universitário russo em seu perfil do Google+ e repercutido pelo site especializado em tecnologia Ausdroid neste fim de semana, o vídeo mostra que Moto X poderá ser ativado a qualquer instante com a voz do usuário, sem a necessidade de pressionar qualquer botão no aparelho.

O sistema de escuta ambiente ficará à espera de um comando como "Ok, Google Now" ou "Ok, Moto Magic", de maneira parecida com o que acontecesse no Glass, óculos inteligentes do Google. "Fale com ele e ele aprende sua voz", explica a Rogers.

Não se sabem ainda as consequências desse recurso para a duração da bateria ou se ele poderá ser desativado.

Outra função destacada pela operadora é a de "atualizações ativas": quando uma nova notificação chegar e o Moto X estiver em modo de espera, uma prévia será exibida na tela de bloqueio, "em vez de uma luz piscante que não diz nada". Dessa forma, o usuário pode decidir se vai querer tomar alguma ação naquele momento ou mais tarde.

Além disso, a câmera do smartphone poderá ser acessada chacoalhando o dispositivo, e o usuário poderá clicar em qualquer ponto da tela para fazer uma captura.

Depois da repercussão, segundo o Ausdroid, a Rogers pediu para que o vídeo fosse retirado do ar. Mas o anúncio já havia sido replicado por outros usuários do YouTube.

(Fonte: DE SÃO PAULO) - 25/08/2013
Faturamento do comércio on-line cresce 24% no semestre

O faturamento do comércio virtual brasileiro cresceu 24% no primeiro semestre de 2013 em relação ao mesmo período do ano passado, chegando a R$ 12,74 bilhões. Nos primeiros seis meses de 2012, o setor havia crescido 21%.

A empresa e-bit, responsável pela pesquisa, prevê que o setor tenha receita de R$ 28 bilhões neste ano, alta de 25% na comparação com 2012.

Pedro Guasti, diretor-geral da e-bit, credita o resultado principalmente à chegada de novos consumidores virtuais. No primeiro semestre, 3,98 milhões de pessoas fizeram a primeira compra virtual.

Trata-se de uma adesão menor que a registrada no mesmo período do ano passado, quando 4,64 milhões de pessoas fizeram a nova compra, mas, de acordo com o executivo, isso indica amadurecimento do setor. "A entrada vai continuar crescendo, mas não a um ritmo tão forte", diz.

Hoje, a e-bit calcula que o comércio on-line represente de 3,5% a 4% do varejo como um todo. Nos Estados Unidos, esse índice é de 8%.

Na média, o brasileiro gastou R$ 359,49 em cada compra on-line, um aumento de 4% em relação a 2012.

ROUPA VIRTUAL

Pela primeira vez, a categoria moda e acessórios liderou o ranking das compras feitas pela web, sendo responsável por 13,7% dos pedidos no período --em 2007, esse grupo de pedidos ocupava apenas a 26ª posição.

"Nos últimos anos, tivemos investimentos muito fortes e estruturados no setor, com o nascimento de grandes lojas como Netshoes e Dafiti. E também nasceu um mercado novo, com blogueiras de moda e clubes de compra, que oferecem produtos a preços acessíveis", diz Guasti.

Em segundo lugar ficou a categoria eletrodomésticos (12,3%), seguida por cosméticos, perfumaria, cuidados pessoais e saúde (12,2%) e informática (9%).

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Sobre o Portal da Florêncio de Abreu

O Portal da Florêncio de Abreu foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua Florêncio de Abreu no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de ferramentas e ferragens.