Segundo eMarketer, país possui 93 milhões de usuários e está bem à frente do México e da Argentina. Facebook aproveitou fim do Orkut e disparou por aqui.
O Brasil lidera com folga em número de usuários de redes sociais na América Latina, segundo um estudo recente da consultoria eMarketer.
De acordo com a empresa, o país possui cerca de 93,2 milhões de usuários de redes sociais, bem mais do que o segundo colocado no ranking, o México (56 milhões de usuários), seguido de longe pela Argentina (21,7 milhões).
Facebook e Twitter
A eMarketer destaca ainda o papel de destaque no Facebook no Brasil, principalmente após o fim oficial do Orkut, no final de 2014. A expectativa da empresa é que mais de 95% dos usuários de redes sociais e 74,1% dos internautas brasileiros usam a rede de Mark Zuckerberg neste ano.
Já o Twitter é mais usado no México, onde 42% dos usuários de redes sociais acessam o serviço contra apenas 36,9% na Argentina e 29,7% no Brasil.
Mobile domina
O levantamento também prevê que mais de 260 milhões de pessoas acessarão aplicativos como Facebook, Twitter e Instagram na AL em 2016. Apesar de chamar a atenção, esse número corresponde a apenas 42% da população da região, o que ilustra o fato do acesso à Internet ainda ser limitado nos países.
Com um papel importante para levar Internet aos moradores latino-americano, não é surpresa que o mobile tenha um papel também protagonista quando o assunto são as redes sociais. Nada menos do que 86,5% dos usuários de mídias sociais da AL vão acessar esses serviços por meio de aparelhos móveis.
Metodologia
A eMarketer realiza suas previsões e estimativas com base em análises de dados quantitativos e qualitativos fornecidos por empresas de pesquisas, agências governamentais, empresas de mídia e companhias públicas.
Recurso permite que usuários escrevam um post que poderá ser visualizado por outros em diferentes idiomas
O Facebook está dando um grande passo para ajudar usuários ao redor do mundo a se conectarem com mais pessoas ao ajudá-los a compartilhar posts e comentários em vários idiomas.
A rede social anunciou nesta sexta-feira (01) que seus desenvolvedores criaram uma espécie de "compositor multi-idiomas", que começa a ser testado hoje entre uma parcela de usuários.
Em resumo, a ferramenta permite que usuários escrevam um post que aparecerá em diferentes idiomas. No caso, outros usuários conseguirão ver o mesmo post em seu idioma de preferência.
“Pessoas usam o Facebook para compartilhar informações e ideias em diferentes idiomas”, escreveu a companhia em um post publicado em seu blog. “Na verdade, 50% da nossa comunidade fala um idioma que não o inglês e a maioria das pessoas não fala outros idiomas, então nós estamos sempre pensando em formas que ajudem a remover a barreira linguística para conectar mais pessoas no Facebook.
Qualquer pessoa que faça parte do grupo de teste pode habilitar o recurso ao buscar pela seção Idioma em Configurações.
Segundo o Facebook, por enquanto o recurso fica disponível apenas para desktop, mas outros usuários do grupo de teste conseguirão ver posts em multi-idiomas em todas as plataformas.
A companhia já havia começado a testar o compositor multi-idiomas com o Facebook Pages no início desse ano. De acordo com o Facebook, o recurso está sendo usado por cerca de 5 mil páginas para publicar aproximadamente 10 mil posts por dia, em média. Tais posts recebem, no total, 70 milhões de visualizações diárias, com 25 milhões dessas visualizações sendo vistas em outro idioma que não o original publicado.
Para entregar a nova habilidade, engenheiros usam tradução de máquina e tecnologia de identificação de idioma para determinar qual linguagem usuários precisam ver posts na plataforma.
Da mesma forma, quando escreverem uma publicação, usuários receberão a opção de escrevê-la em outros idiomas.

Recurso Slideshow teve origem no aplicativo Moments, e vem sendo testado em diversos países desde dezembro do ano passado
Em teste desde dezembro do ano passado em diversos países, e só para marcas anunciantes, o recurso Slideshow, do Facebook, que permite que as pessoas possam transformar suas fotos e vídeos em uma história embalada pela trilha sonora de sua preferência, passa a estar disponível a partir desta segunda-feira, 27/6, para todos os usuários do app da rede social em dispositivos iOS.
Como de praxe, o recurso será liberado aos poucos, com previsão de atingir usuários de todo o mundo nos próximos dias.
Como funciona
Se você capturou mais de cinco fotos ou vídeos nas últimas 24 horas, o Facebook irá gerar uma sugestão de vídeo, editável, para que os usuários sejam capazes de remover ou adicionar imagens e vídeos, mudando o tema (visual e trilha sonora), adicionando um título e marcando os amigos.
O Facebook também dará a opção de experimentar o recurso quando um Slideshow aparecer no seu Feed de Notícias.
O novo formato foi lançado para atender à demanda de consumo de vídeo online e móvel cada vez maior na web. A apresentação de slides reduz a necessidade de recursos e tempo de produção de vídeo.
Em teste, o Facebook percebeu que uma apresentação em slide de 15 segundos pode ser até cinco vezes menor em arquivo do que em vídeo da mesma duração.

Rede social passou por algumas alterações ao longo do tempo. Porém, não mostrou adesão de usuários para competir com Facebook e Twitter
Há cinco anos, no dia 28 de junho de 2011, o Google lançava o que apostava ser a rede social que competiria com o Facebook e o Twitter: o Google+.
Criado para ser a camada social dos serviços do Google, a rede social tinha como foco conectar pessoas com seus amigos através de uma série de “círculos”.
No entanto, a companhia não teve muito sucesso em convencer as pessoas a usarem a ferramenta diariamente. O que não foi por falta de esforços.
A companhia até mesmo tentou repaginar o design e direcionar a vocação da rede social. No final do ano passado, o Google+ ganhou nova aparência focada em comunidades de interesse, já que a companhia identificou que usuários começaram a usar o serviço para discutir paixões, como livros e astronomia.
Mesmo diante de pouca adesão, quando comparada as outras redes sociais, o Google não dá sinais de que descontinuará sua ferramenta, mas tampouco indica planos para novamente repaginá-la.
Vale lembrar que recentemente, o Google fez outra incursão no universo das redes sociais quando lançou em maio o aplicativo Spaces. Por meio dele, usuários compartilham imagens, vídeos, links e outros conteúdos reunidos na web sem a necessidade de sair da ferramenta, já que esta conta com extensões para YouTube, Chrome e Google Search.

Fontes próximas informaram que executivos do Twitter se encontraram com Marissa Mayer. No entanto, Jack Dorsey, CEO da rede social, não estava entre eles
O Twitter pode estar considerando a ideia de se unir ao Yahoo. Fontes próximas às empresas disseram ao New York Post que executivos da rede social se encontraram com a CEO do Yahoo, Marissa Mayer, há algumas semanas para discutirem a possibilidade de uma fusão.
O Yahoo colocou sua divisão central de Internet à venda em dezembro do ano passado, depois de desistir de encontrar uma forma de vender sua fatia de 15% na empresa de e-commerce chinesa, a gigante Alibaba. A ideia foi abandonada, pois os acionistas temiam que a operação resultasse na cobrança de taxas superiores a US$ 10 bilhões.
O valor da divisão de Internet do Yahoo varia, mas muitos indicam que o núcleo de negócios estaria avaliado entre US$ 4 bilhões e US$ 8 bilhões.
O Twitter tinha US$ 3,6 bilhões em caixa no final do primeiro trimestre. Então uma aquisição desse porte não estaria fora de cogitação.
No entanto, aparentemente o Twitter não tem levado tal compra com muita seriedade, de acordo com o Post. Enquanto a CEO do Yahoo esteve presente na reunião com representantes do Twitter, o CEO deste, Jack Dorsey, não era um deles.
“Quando seu CEO não aparece para uma reunião de negócios, você tem de se perguntar o quão séria era ela”, disse uma fonte ao Post, acrescentando que o interesse era mais especulativo do que direcionado a uma grande estratégia.
As companhias estão de acordo em pelo menos uma coisa: representantes de ambas enviaram a mesma mensagem ao Post: “nós não comentamos rumores e especulação”.
O Yahoo também detém cerca de um terço do Yahoo Japão, uma joint venture feita com a companhia japonesa SoftBank avaliada em cerca de US$ 8 bilhões. A SoftBank também investe na Alibaba.
É improvável que a SoftBank esteja entre as pretendentes do Yahoo. Apesar de seu grande apetite por empresas americanas (é majoritária na operadora Sprint), ela se encontra sem dinheiro no momento. No início dessa semana, vendeu parte de suas ações da Alibaba de volta para a companhia.
Cerca de 40 empresas demonstraram interesse em comprar o Yahoo, mas apenas algumas seguiram com pretensões mais sérias. Entre as desistentes estariam o Alphabet, empresa que detém o Google, Comcast e AT&T, de acordo com o Wall Street Journal.
Os rumores de que a operadora americana Verizon estaria interessada ainda continuam. Afinal, a companhia já tem em seu histórico a compra da antiga rival do Yahoo, a AOL.











