Companhia testará sistemas em área de teste da própria Administração Federal de Aviação do país
A Alphabet, companhia que detém o Google, começará a testar nos Estados Unidos um serviço de entrega com drones na tentativa de superar os obstáculos da tecnologia, informou a Casa Branca nessa terça-feira (2).
A companhia vai lançar uma pesquisa do seu Project Wing em área de teste da Administração Federal de Aviação (FAA, na sigla em inglês). O objetivo é “ajudar reguladores em questões de segurança crítica e fatores humanos” para entregas feitas por drone.
A Alphabet começou a testar seus drones de entrega em Queensland, na Austrália, em 2014, onde a companhia entregou um kit de primeiro socorros, doces e água para fazendeiros.
Além do Google, a Amazon é outra companhia que tem desenvolvido sistemas de entrega por veículos autônomos aéreos, mas muitas questões a respeito de como o serviço de fato irá funcionar, incluindo como e onde os pacotes serão entregues, ainda estão abertas.
Os testes no domínio da FAA poderiam ajudar a amenizar as preocupações do governo americano a respeito da segurança de como tais sistemas irão operar.
O anúncio do Project Wing foi um de vários feitos durante um workshop sobre drones sediado na Casa Branca.
A Fundação Nacional da Ciência do país anunciou que investirá US$ 35 milhões em pesquisa de drones nos próximos cinco anos. A pesquisa tem como objetivo projetar e controlar drones para serem usados em inspeção de infraestrutura, resposta a desastres, monitoramento de agricultura e estudo de tempestades.
Solução atinge o crime digital a partir da memória, algo que exige elevados investimentos
Pesquisadores da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP) desenvolveram um software de licença livre cujo objetivo é combater os chamados ataques de força bruta - aqueles que são realizados por hackers com uso de supercomputadores, cluster ou placas gráficas para roubar senhas de usuários.
Batizado de Lyra2, a solução atinge o crime digital a partir da memória, algo que exige elevados investimentos.
"Criamos funções que encarecem o ataque ao ponto de torná-lo inviável financeiramente. Para senhas de complexidade média, por exemplo, o valor gasto com a aquisição de memória para a construção de um hardware capaz de burlar a proteção do Lyra2 é de cerca de U$ 126 mil. Já para senhas de alta complexidade, que exigem diversos caracteres, letras, número e símbolos, o investimento exigido pode chegar a US$ 8,3 bilhões", explica Ewerton Rodrigues Andrade, um dos engenheiros responsáveis pela solução.
O Lyra-2 é resultado da tese de doutorado de Andrade e já conquistou prêmios na área. É o caso do prêmio de melhor projeto de doutorado na segunda edição do International Conference on Information Systems Security and Privacy (ICISSP).
Os ataques de força bruta são realizados após o criminoso obter um banco de dados com senhas de usuários protegidas, um tipo bastante comum de invasão de sistemas. Em pouco tempo, hackers realizam testes em paralelo até descobrir a senha correta dos diversos usuários - algo que se tornou cada mais fácil e barato com a evolução computacional.
Segundo Andrade, o novo software atua em um estágio no qual proteções como firewalls e programas de antivírus já foram superadas pelos hackers.
A tecnologia pode proteger qualquer sistema eletrônico, desde senhas de acesso a sites, computadores, smartphones e até mecanismos de autenticação ou bancos de dados.
Por ser um software de licença livre, o Lyra2 pode ser usado sem necessidade de pagamento de direitos. A única condição é que seja citada a fonte.
Aplicativo ficou popular entre usuários de aparelhos iOS, já tendo registrado mais de 10 milhões de downloads.
Após fazer muito sucesso nos aparelhos iOS nas últimas semanas, o aplicativo de manipulação de fotos Prisma finalmente chegou aos usuários Android.
De acordo com os criadores do software, todas as funcionalidades da versão para iOS foram levadas para o novo app Android.
Para quem não sabe, o Prisma não é um aplicativo padrão de edição de imagens. Em vez de apenas aplicar um filtro na sua foto, o app reconstrói a imagem com base em um estilo de um artista visual.
Com mais de 10 milhões de instalações no iOS nas últimas semanas, o Prisma terá de lidar agora com uma demanda ainda maior já que a plataforma móvel do Google é a maior do mercado. Vale lembrar que muitos donos de iPhone reclamaram recentemente que o app estava travando, justamente pela sobrecarga nos servidores.
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Estrelada por Winona Ryder, produção do serviço faz uma mistura de nostalgia, ficção e suspense. Primeira temporada tem oito episódio de 50 minutos.
A Netflix estreia nesta sexta-feira, 15/07, a sua mais nova série original Stranger Things, que passeia pelo mundo da ficção científica e dos filmes clássicos dos anos 1980 da Sessão da Tarde.
A produção é estrelada pela atriz Winona Ryder (Os Fantasmas se Divertem e Edward Mãos de Tesoura), que vive a mãe do menino Will, que desaparece logo no começo do seriado e mobiliza toda a cidade em suas buscas.
A partir daí, os personagens se deparam com segredos e forças sobrenaturais, no melhor estilo de filmes como Conta Comigo e Super 8, entre outros.
Como costuma acontecer na plataforma, todos os oito episódios (de 50 minutos de duração cada) da primeira temporada já estão disponíveis no serviço.
Confira o trailer abaixo e boa diversão!
Mars 2020 terá como missão colher amostrar de solo e rochas do planeta vermelho e trazê-las de volta a Terra
A NASA está pronta para construir seu próximo Mars rover, que está programado para procurar, pela primeira vez, sinais de vida passada no planeta.
A agência espacial anunciou nessa sexta-feira (15) que os planos para o rover robótico estão avançando e que ele deve ser lançado em 2020, com pouso em Marte previsto para fevereiro de 2021.
O novo robô também é projetado para testar a capacidade do planeta para recursos utilizáveis, como o oxigênio, que serão necessários para as futuras missões a Marte que incluem seres humanos.
O rover Curiosity, que tem trabalhado no planeta vermelho desde agosto de 2012, tem buscado evidências de que o nosso planeta vizinho possa ter sustentado vida - mesmo em forma microbiana. O novo rover dará o próximo passo, procurando por evidências de vida.
"O Mars rover 2020 é o primeiro passo para uma missão em potencial para trazer amostras de rochas marcianas e solos cuidadosamente selecionados e selados para a Terra", disse Geoffrey Yoder, da Diretoria de Missões Científicas da NASA, em comunicado. "Esta missão é um marco significativo na jornada da NASA a Marte - para determinar se a vida já existiu no planeta, e avançar a nossa meta de enviar seres humanos ao planeta vermelho."
O novo veículo explorará uma região do planeta onde cientistas da NASA esperam que o ambiente antigo tenha sido favorável para suportar a vida microbiana. O rover irá perfurar rochas, recolher amostras e prepará-las para uma viagem de regresso a Terra como parte de uma futura missão.
Em uma tentativa de economizar dinheiro no projeto, a NASA pretende basear o design do novo rover em seu antecessor, Curiosity.
No entanto, o rover Mars 2020 terá um novo conjunto de instrumentos científicos. Por exemplo, ele é projetado para transportar dois instrumentos em seu braço robótico: um para procurar sinais de vida passada e um para determinar onde deve recolher amostras de solo e rocha. Outros instrumentos de bordo serão capazes de analisar os químicos, minerais, características físicas e biológicas das amostras.
A sonda também terá instrumentos científicos para fornecer imagens de alta resolução e três tipos diferentes de instrumentos que caracterizam rochas do solo.
Essa informação vai ajudar cientistas a determinarem quais áreas o rover robótico deve investigar mais de perto. Um conjunto de sensores no mastro e na plataforma do robô será usado para monitorar as condições meteorológicas, enquanto um radar de penetração no solo avaliará a estrutura geológica da sub superfície, explicou a Nasa.
Os cientistas querem estudar as amostras para descobrir evidências de vida passada, mas também para analisar materiais que possam representar uma ameaça para os seres humanos em uma futura missão à Marte. A NASA espera enviar astronautas a Marte em 2030.
Os robôs são esperados para pavimentarem o caminho para essas missões humanas, investigando o ambiente e até mesmo a criação de um habitat e a criação de reservas de água e oxigênio.











