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Notícias na Florêncio de Abreu

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Google começa a testar drones para entrega nos EUA

Companhia testará sistemas em área de teste da própria Administração Federal de Aviação do país

A Alphabet, companhia que detém o Google, começará a testar nos Estados Unidos um serviço de entrega com drones na tentativa de superar os obstáculos da tecnologia, informou a Casa Branca nessa terça-feira (2).

A companhia vai lançar uma pesquisa do seu Project Wing em área de teste da Administração Federal de Aviação (FAA, na sigla em inglês). O objetivo é “ajudar reguladores em questões de segurança crítica e fatores humanos” para entregas feitas por drone.

A Alphabet começou a testar seus drones de entrega em Queensland, na Austrália, em 2014, onde a companhia entregou um kit de primeiro socorros, doces e água para fazendeiros.

Além do Google, a Amazon é outra companhia que tem desenvolvido sistemas de entrega por veículos autônomos aéreos, mas muitas questões a respeito de como o serviço de fato irá funcionar, incluindo como e onde os pacotes serão entregues, ainda estão abertas.

Os testes no domínio da FAA poderiam ajudar a amenizar as preocupações do governo americano a respeito da segurança de como tais sistemas irão operar.

O anúncio do Project Wing foi um de vários feitos durante um workshop sobre drones sediado na Casa Branca.

A Fundação Nacional da Ciência do país anunciou que investirá US$ 35 milhões em pesquisa de drones nos próximos cinco anos. A pesquisa tem como objetivo projetar e controlar drones para serem usados em inspeção de infraestrutura, resposta a desastres, monitoramento de agricultura e estudo de tempestades.


(Fonte: IDG News Service) - 03/08/2016
Pesquisadores da USP criam sistema inviolável para proteção de senhas

Solução atinge o crime digital a partir da memória, algo que exige elevados investimentos

Pesquisadores da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP) desenvolveram um software de licença livre cujo objetivo é combater os chamados ataques de força bruta - aqueles que são realizados por hackers com uso de supercomputadores, cluster ou placas gráficas para roubar senhas de usuários.

Batizado de Lyra2, a solução atinge o crime digital a partir da memória, algo que exige elevados investimentos.

"Criamos funções que encarecem o ataque ao ponto de torná-lo inviável financeiramente. Para senhas de complexidade média, por exemplo, o valor gasto com a aquisição de memória para a construção de um hardware capaz de burlar a proteção do Lyra2 é de cerca de U$ 126 mil. Já para senhas de alta complexidade, que exigem diversos caracteres, letras, número e símbolos, o investimento exigido pode chegar a US$ 8,3 bilhões", explica Ewerton Rodrigues Andrade, um dos engenheiros responsáveis pela solução.

O Lyra-2 é resultado da tese de doutorado de Andrade e já conquistou prêmios na área. É o caso do prêmio de melhor projeto de doutorado na segunda edição do International Conference on Information Systems Security and Privacy (ICISSP).

Os ataques de força bruta são realizados após o criminoso obter um banco de dados com senhas de usuários protegidas, um tipo bastante comum de invasão de sistemas. Em pouco tempo, hackers realizam testes em paralelo até descobrir a senha correta dos diversos usuários - algo que se tornou cada mais fácil e barato com a evolução computacional.

Segundo Andrade, o novo software atua em um estágio no qual proteções como firewalls e programas de antivírus já foram superadas pelos hackers.

A tecnologia pode proteger qualquer sistema eletrônico, desde senhas de acesso a sites, computadores, smartphones e até mecanismos de autenticação ou bancos de dados.
Por ser um software de licença livre, o Lyra2 pode ser usado sem necessidade de pagamento de direitos. A única condição é que seja citada a fonte.



(Fonte: Da Redação) - 25/07/2016
App Prisma, que transforma fotos em arte, ganha versão para Android

Aplicativo ficou popular entre usuários de aparelhos iOS, já tendo registrado mais de 10 milhões de downloads.

Após fazer muito sucesso nos aparelhos iOS nas últimas semanas, o aplicativo de manipulação de fotos Prisma finalmente chegou aos usuários Android.

De acordo com os criadores do software, todas as funcionalidades da versão para iOS foram levadas para o novo app Android.

Para quem não sabe, o Prisma não é um aplicativo padrão de edição de imagens. Em vez de apenas aplicar um filtro na sua foto, o app reconstrói a imagem com base em um estilo de um artista visual.

Com mais de 10 milhões de instalações no iOS nas últimas semanas, o Prisma terá de lidar agora com uma demanda ainda maior já que a plataforma móvel do Google é a maior do mercado. Vale lembrar que muitos donos de iPhone reclamaram recentemente que o app estava travando, justamente pela sobrecarga nos servidores.

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(Fonte: Da Redação) - 25/07/2016
Netflix homenageia clássicos dos anos 1980 com a série Stranger Things

Estrelada por Winona Ryder, produção do serviço faz uma mistura de nostalgia, ficção e suspense. Primeira temporada tem oito episódio de 50 minutos.



A Netflix estreia nesta sexta-feira, 15/07, a sua mais nova série original Stranger Things, que passeia pelo mundo da ficção científica e dos filmes clássicos dos anos 1980 da Sessão da Tarde.

A produção é estrelada pela atriz Winona Ryder (Os Fantasmas se Divertem e Edward Mãos de Tesoura), que vive a mãe do menino Will, que desaparece logo no começo do seriado e mobiliza toda a cidade em suas buscas.

A partir daí, os personagens se deparam com segredos e forças sobrenaturais, no melhor estilo de filmes como Conta Comigo e Super 8, entre outros.

Como costuma acontecer na plataforma, todos os oito episódios (de 50 minutos de duração cada) da primeira temporada já estão disponíveis no serviço.

Confira o trailer abaixo e boa diversão!


(Fonte: Da Redação) - 18/07/2016
NASA está pronta para construir o próximo rover que viajará a Marte

Mars 2020 terá como missão colher amostrar de solo e rochas do planeta vermelho e trazê-las de volta a Terra

A NASA está pronta para construir seu próximo Mars rover, que está programado para procurar, pela primeira vez, sinais de vida passada no planeta.

A agência espacial anunciou nessa sexta-feira (15) que os planos para o rover robótico estão avançando e que ele deve ser lançado em 2020, com pouso em Marte previsto para fevereiro de 2021.

O novo robô também é projetado para testar a capacidade do planeta para recursos utilizáveis, como o oxigênio, que serão necessários para as futuras missões a Marte que incluem seres humanos.

O rover Curiosity, que tem trabalhado no planeta vermelho desde agosto de 2012, tem buscado evidências de que o nosso planeta vizinho possa ter sustentado vida - mesmo em forma microbiana. O novo rover dará o próximo passo, procurando por evidências de vida.

"O Mars rover 2020 é o primeiro passo para uma missão em potencial para trazer amostras de rochas marcianas e solos cuidadosamente selecionados e selados para a Terra", disse Geoffrey Yoder, da Diretoria de Missões Científicas da NASA, em comunicado. "Esta missão é um marco significativo na jornada da NASA a Marte - para determinar se a vida já existiu no planeta, e avançar a nossa meta de enviar seres humanos ao planeta vermelho."

O novo veículo explorará uma região do planeta onde cientistas da NASA esperam que o ambiente antigo tenha sido favorável para suportar a vida microbiana. O rover irá perfurar rochas, recolher amostras e prepará-las para uma viagem de regresso a Terra como parte de uma futura missão.

Em uma tentativa de economizar dinheiro no projeto, a NASA pretende basear o design do novo rover em seu antecessor, Curiosity.

No entanto, o rover Mars 2020 terá um novo conjunto de instrumentos científicos. Por exemplo, ele é projetado para transportar dois instrumentos em seu braço robótico: um para procurar sinais de vida passada e um para determinar onde deve recolher amostras de solo e rocha. Outros instrumentos de bordo serão capazes de analisar os químicos, minerais, características físicas e biológicas das amostras.

A sonda também terá instrumentos científicos para fornecer imagens de alta resolução e três tipos diferentes de instrumentos que caracterizam rochas do solo.

Essa informação vai ajudar cientistas a determinarem quais áreas o rover robótico deve investigar mais de perto. Um conjunto de sensores no mastro e na plataforma do robô será usado para monitorar as condições meteorológicas, enquanto um radar de penetração no solo avaliará a estrutura geológica da sub superfície, explicou a Nasa.

Os cientistas querem estudar as amostras para descobrir evidências de vida passada, mas também para analisar materiais que possam representar uma ameaça para os seres humanos em uma futura missão à Marte. A NASA espera enviar astronautas a Marte em 2030.

Os robôs são esperados para pavimentarem o caminho para essas missões humanas, investigando o ambiente e até mesmo a criação de um habitat e a criação de reservas de água e oxigênio.

(Fonte: Sharon Gaudin, IDG News Service) - 18/07/2016
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