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Notícias na Florêncio de Abreu

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Ninguém sabe por que uma nave secreta dos EUA está no espaço há um ano

X-37B faz parte de programa ultrassecreto do governo americano para desenvolver tecnologias de aeronaves não tripuladas e reutilizáveis e realizar experimentos.

Já faz um ano que a Força Aérea dos EUA lançou o misterioso X-37B ao espaço, deixando muita gente se perguntando por que ele está lá.

À primeira vista, se parece com uma mini Space Shuttle. Mas essa primeira impressão pode estar errada.

O X-37B faz parte de um programa ultrassecreto do governo americano para desenvolver tecnologias de aeronaves não tripuladas e reutilizáveis e realizar experimentos.

A Força Aérea americana já completou com sucesso três missões do X-37B com o primeiro lançamento em abril de 2010. As três missões e as duas aeronaves X-37B provaram tecnologias de voo, pouso e relançamento reutilizáveis. Mas então por que esse último veículo foi lançado?

O mistério do X-37B pode não estar tanto na estrutura do veículo, mas no que ele carrega, afirma o astrônomo do Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics, Jonathan McDowell.

As longas missões são perfeitas para transportar cargas sensíveis ao espaço para testes, explica.

“Eles estão enchendo a seção de carga útil com vários experimentos. Provavelmente experiências diferentes a cada voo, talvez para consumidores diferentes.”

A Força Aérea falou um pouco sobre algumas das tecnologias testadas no último voo, incluindo orientações avançadas, material de isolamento reutilizável, e sistemas de propulsão avançados. Mas McDowell aposta que o governo também está realizando alguns experimentos secretos.

“Os tipos de coisas que você iria querer com algo como isso...você desenvolve novos sensores de tecnologia como novas câmeras, novos aparelhos de audição, antenas de rádio que reúnem inteligência, e talvez um novo prato de antena que se abre de uma nova maneira. E você quer testar isso várias vezes no espaço e então trazer de volta para a Terra”, aponta.

O X-37B também pode estar testando reviravoltas e relançamentos rápidos.

McDowell aponta que essa é a primeira vez que a Força Aérea não especificou qual dos dois X-37B foi lançado. É possível que tenham enviado o mesmo veículo sete meses após ter pousado em 17 de outubro de 2014, diz.

Então quanto tempo essa missão mais recente pode durar? O tempo das últimas três aumentou progressivamente, de 240 dias para 469 dias, e finalmente para 674 dias. Mesmo assim, McDowell prevê um retorno mais cedo do que isso.

“O que espero ver em algum momento...é que veremos essa aeronave pousar e então possivelmente o mesmo veículo voltar ao espaço após um período mais curto de tempo”, completa.

(Fonte: Da RedaçãoPC World / EUA) - 15/08/2016
SpaceX consegue pousar sexto Falcon 9 após colocar satélite em órbita

Agência espacial privada de Elon Musk conseguiu pousar foguete em plataforma no oceano nesse domingo

Recuperar foguetes após lançá-los ao espaço tem se tornado rotina para a SpaceX. Nesse domingo (14), a empresa fundada por Elon Musk conseguiu pousar, com sucesso, outro Falcon 9 em plataforma móvel no oceano após ter colocado em órbita um satélite de comunicação japonês.

Trata-se da quarta vez que a SpaceX consegue aterrissar um dos seus veículos no oceano e a quinta vez que consegue recuperá-los somente neste ano.

Vale ressaltar que, até então, a empresa obteve mais sucesso do que falhas desde que começou a recuperar seus foguetes. Dos 11 Falcons lançados, nos últimos dois anos, a SpaceX conseguiu pousar seis com sucesso.

A recuperação deste último veículo reservou desafios em particular, uma vez que o Falcon 9 precisou transportar o satélite JCSAT-16 até uma Órbita de Transferência Geoestacionária (GTO, na sigla em inglês). Tal órbita é altamente elíptica e eleva o satélite a cerca de 32 mil quilômetros além da superfície da Terra. Isso significa que para atingir tal altitude, o foguete precisa de muita velocidade e, logo, maior uso de combustível para decolar.

Dessa forma, o retorno do foguete também reserva particularidades quando comparado aos lançamentos para a baixa órbita da Terra. Isso porque o Falcon 9 fica sujeito a extremas velocidades e a maior aquecimento durante a volta. Segundo a SpaceX, nesses casos há menos combustível restante para o veículo reaquecer seus motores e executar as manobras necessárias de aterrissagem. Ou seja, as chances de dar errado são relativamente maiores.

Apesar da dificuldade, a SpaceX já conseguiu pousar três foguetes com destino a órbita GTO, incluindo o veículo desta noite.

A expectativa agora é que a companhia consiga relançar, pela primeira vez, um foguete “reutilizável” ainda neste ano, em setembro ou outubro. Segundo Musk, os planos são relançar o Falcon 9 lançado em abril.

Ao relançar seus foguetes, a SpaceX conseguirá reduzir boa parte de seus custos de produção. Segundo Gwynne Shotwell, presidente da companhia, ao recuperar veículos Falcon 9, a SpaceX conseguirá poupar 30% de seus custos de lançamento.



(Fonte: Da Redação) - 15/08/2016
Ford lança desafio para melhorar a experiência de caronas compartilhadas

Soluções devem endereçar o problema em Marrocos; prêmio principal do desafio de mobilidade é de US$ 30 mil

A Ford lançou um novo desafio com foco em melhorar a mobilidade no Marrocos, país onde o serviço de táxi conta com uma longa tradição cultural onde os veículos ficam parados até que vários passageiros ocupem o mesmo transporte. Somente quando a lotação está completa, o veículo inicia seu percurso.

A competição integra uma das etapas do Desafio Global de Mobilidade, iniciativa da Ford que incentiva a criação de aplicativos que enderecem problemas do transporte coletivo e individual, e está aberta para desenvolvedores de vários países, incluindo o Brasil.

Desenvolvedores devem propor projetos de mobilidade que visam melhorar a experiência, eficiência, segurança e o custo de compartilhamento de táxis em Marrocos.

No Código para Táxis, nome da iniciativa, interessados podem se inscrever pelo site, até o dia 4 de outubro.

A produção do aplicativo precisa ser acompanhada de vídeo demonstrativo do funcionamento, explica a Ford. O projeto vencedor receberá um prêmio de US$ 30 mil (cerca de R$ 97.500). O resultado será anunciado no final do mês de outubro.

Haverá também um prêmio especial de US$ 3 mil (cerca de R$ 9.750) para aplicativos que resolverem uma ou mais das seguintes situações: 1) ajudar usuários a escolherem seus co-passageiros; 2) identificar onde eles pegam seus táxis, se estão dentro de uma rota, ou em um desvio; e 3) encontrar uma saída que melhore a segurança para o público feminino, com compartilhamento de caronas exclusivo entre mulheres.

“Também esperamos aprender mais sobre o comportamento dos usuários de carros compartilhados que possam ser aplicados em outras regiões pelo mundo”, disse Manisha Rafai, líder do projeto do Desafio de Mobilidade da Ford. Esse programa é parte do plano Ford Smart Mobility, que visa tornar a empresa líder global em conectividade, mobilidade, veículos autônomos, experiência do consumidor e análise de dados no setor.


(Fonte: Da Redação) - 09/08/2016
Saiba como prevenir o fracasso em iniciativas de Big Data

Gartner aponta que falhas ocorrem devido a fatores que incluem estratégia, pessoas, cultura e falta de atenção aos detalhes

Grandes projetos de Big Data não falham por uma razão única. Uma combinação de fatores normalmente corrompe as implementações de iniciativas que tentam extrair valor dos grandes volumes de dados.

O Gartner aponta que problemas normalmente ocorrem devido a fatores que incluem estratégia, pessoas, cultura, capacidades, falta de atenção aos detalhes de análise ou nuances de ferramentas implementadas, todas agravadas pelo rápido avanço da economia digital.

Svetlana Sicular, diretora de pesquisa da consultoria, avalia que diante de grandes escolhas e novos desafios, os profissionais técnicos muitas vezes se desviam das prioridades fundamentais: encontrar os problemas corretos em soluções de Big Data, questionar as informações e compreender as nuances dos modelos de análise que são aplicados.

“Para ter sucesso, você deve desenvolver uma estratégia viável que entregue valor ao negócio. Em seguida, deve mapear, adquirir ou desenvolver as competências ausentes e especializadas que são necessárias. Uma vez que as prioridades de estratégia e de habilidade são endereçadas, você pode passar para a análise”, ilustra.

Aprender com os erros

Na opinião de Svetlana, talvez, mais importante do que buscar caso de sucessos seria analisar aquelas situações onde os projetos dão errado. “Uma das falhas mais comuns envolve a definição de expectativas excessivamente otimistas quando a equipe envolvida no projeto não está devidamente qualificada”, cita.

A especialista conta que o CEO de uma rede de varejo reconheceu que, para se manter competitiva, sua empresa precisava de um mecanismo de recomendação, como a famosa frase “clientes que compraram isso também compraram…”. O varejista nunca tinha realizado quaisquer projetos de Big Data antes, mas os executivos prometeram ao chefe que o mecanismo seria operacional no prazo de seis meses.

A equipe de TI trabalhou duro para implementar um algoritmo de filtragem colaborativo que geralmente reforça o mecanismo de recomendação, porém enfrentou dificuldades com a dispersão e a escala de grandes conjuntos de dados de itens comprados e histórico de navegação do cliente, bem como o inventário disponível, que foi mudando constantemente, o que exigiu habilidades de aprendizagem adicionais.

Para cumprir o prazo, o time criou um mecanismo de recomendação fictícia de lençóis como produto recomendado, independentemente do que estava sendo comprado. Enquanto não havia nenhum dado analítico real por trás dele, a ação produziu um elevado crescimento de vendas. Foram então necessários dois anos a partir da diretriz do CEO para terem o desenvolvimento de um mecanismo eficaz. Nesse tempo, eles tinham adicionado especialistas comportamentais à equipe, especialistas em pesquisa e engenheiros de operações para estabilizar a grande infraestrutura de dados da empresa.

“Isso demonstra que um fator-chave para o sucesso da implementação de análises de Big Data é a capacidade da organização para construir, crescer e sustentar uma equipe multidisciplinar com a experiência necessária para lidar com os problemas de negócios identificados”, julga.

*Matéria originalmente publicada em: http://computerworld.com.br/saiba-como-prevenir-o-fracasso-de-iniciativas-de-big-data

(Fonte: IDG NOW) - 09/08/2016
Twitter libera emojis e ações customizadas para os Jogos Olímpicos

Rede social terá cobertura especial no Moments Brasil, emojis de bandeiras e tweets "espalhados" por marcos da capital carioca

O Twitter anunciou nesta terça-feira (2), uma série de iniciativas voltadas para os Jogos Olímpicos Rio 2016.

Entre as ações, a rede social terá cobertura especial no Moments Brasil e o lançamento de mais de 200 emojis relacionados ao uso de hashtags específicas.

“O Twitter, o Vine e o Periscope oferecerão aos fãs informações dos bastidores, comentários, destaques e conversas ao longo dos jogos”, disse Leslie Berland, CMO do Twitter, em comunicado à imprensa.

Outra novidade são ações do Twitter espalhadas em marcos da capital carioca. Serão tweets do mundo inteiro projetados em monumentos, como os Arcos da Lapa. Um ônibus de turismo personalizado, apelidado de Twitter Buzz, circulará por pontos estratégicos do Rio exibindo, nas telas instaladas no lugar das janelas, Tweets e transmissões do Periscope.

O ônibus também oferecerá acesso a rede Wi-Fi grátis para facilitar a navegação dos usuários que estiverem por perto.

#Rio2016

A partir desta terça-feira, o evento ganha uma aba especial “Rio 2016” no Moments Brasil, que fará uma cobertura ao vivo dos principais jogos e eventos durante a Olimpíada. O Moments funciona como uma espécie de curadoria do Twitter que busca os melhores tweets e assuntos mais relevantes todos os dias.

O Moments destacará também os resultados, contagem de medalhas e outras informações sobre o dia que passou. A seção dedicada à Olimpíada já se encontra disponível, informou o Twitter.

Emojis

A rede social também criou 207 emojis especiais para a ocasião. Ao tweetar a hashtag com as letras que formam o código do país (por ex, #BRA para Brasil e #USA para Estados Unidos), é possível visualizar o emoji da respectiva bandeira.

Os usuários também terão a oportunidade de visualizar emojis dos mais de 50 jogos olímpicos e modalidades no Twitter. As hashtags que exibem os emojis estarão disponíveis em inglês, francês, português e espanhol. Será possível conferir todos os emojis no decorrer dos próximos dias.

Também será possível acompanhar os jogos no Periscope, por meio de um canal com transmissões ao vivo. Já no Vine, os conteúdos sobre o evento estarão disponíveis na seção “explorar”. Outra novidade customizada para as Olimpíadas traz a conta @Olympics no Vine ou de diversos times, uma chama Olímpica ao invés de um coração para substituir uma curtida.

(Fonte: Da Redação) - 03/08/2016
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Sobre o Portal da Florêncio de Abreu

O Portal da Florêncio de Abreu foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua Florêncio de Abreu no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de ferramentas e ferragens.