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Notícias na Florêncio de Abreu

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The Last of Us é eleito melhor game de 2013 pela BAFTA Games Awards

O game "The Last of Us", do estúdio Naughty Dog e exclusivo do videogame PlayStation 3, recebeu o prêmio de melhor jogo de 2013 pela British Academy of Film and Television Arts, a BAFTA. Ele concorria em dez categorias do evento que foi realizado na noite desta quarta-feira (12) em Londres.
Além do prêmio de melhor game do ano passado, o título recebeu o troféu de melhor perfomance para a atriz Ashley Johnson, que interpretou Ellie no título, melhor jogo de ação/aventura, excelência em áudio e melhor história.

Considerado um dos melhores jogos exclusivos do PlayStation 3, "The Last of Us" é um jogo de ação que se passa em um mundo onde quase todos os seres humanos sofreram uma infecção misteriosa e se transformaram em monstros. No papel de Joel, o jogador deve lutar por sua vida nesse cenário pós-apocalíptico ao lado da jovem Ellie.

Outro game que concorria ao maior número de categorias, "Grand Theft Auto V", da Rockstar, recebeu o BAFTA de melhor jogo desenvolvido por um estúdio britânico, game design e melhor multiplayer (modo de partidas online).
"BioShock Infinite", da 2K Games, que concorria nas principais categorias, recebeu apenas o prêmio de melhor música e foi a decepção da noite.
O jogo portátil "Tearaway", do PS Vita, ficou com o BAFTA de melhor jogo portátil, game para a família e excelência artística.

Em outras categorias, "Fifa 14" foi eleito melhor game de esportes; "Papers, Please" foi o melhor game de estratégia e simulação, "Gone Home" melhor nova franquia e "Brothers: A Tale of Two Sons" foi eleito o game que teve a maior inovação.

Veja os vencedores do BAFTA dos games:
- Game do ano: "The Last of Us";
- Música: "BioShock Infinite";
- Game de ação: "The Last of Us";
- Estratégia: "Papers, please";
- Inovação: "Brothers: A Tale of Two Sons";
- Arte: "Tearway";
- Portátil: "Tearaway";
- Áudio: "The Last of Us";
- Game promissor: "Size Does Matter";
- Partida on-line: "Grand Theft Auto V";
- Game britânico: "Grand Theft Auto V";
- Estreia: "Gone Home";
- Esporte: "FIFA 14";
- Família: "Tearaway";
- História: "The Last of Us;
- Prêmio especial: Roskstar Games;
- Design: "Grand Theft Auto V".

(Fonte: Do G1, em São Paulo) - 16/03/2014
App faz celular virar telefone fixo que recebe ligação até fora do país

A operadora de telecomunicações GVT lançou um aplicativo que permite atender ligações direcionadas a um número de telefone fixo ou fazer ligações a partir dele em um smartphone ou tablet.

O app GVT Freedom permite que os usuários utilizem o serviço de telefonia fixa mesmo se não estiverem dentro do país (Veja aqui e aqui).

“É como se fosse uma extensão do seu telefone fixo em qualquer lugar do mundo que tenha WiFi ou internet móvel”, diz Daniel Neiva, vice-presidente de marketing e vendas da GVT.

A operadora é a primeira a disponibilizar essa tecnologia na América Latina. A novidade vale apenas para os clientes da companhia, que opera em 150 cidades Brasil afora –chegou a São Paulo em 2013, mas, por ora, atua em apenas cinco bairros .

A possibilidade de fazer que um celular “vire” um telefone fixo é uma tecnologia disponibilizada por apenas outras cinco companhias ao redor do mundo: Orange (França e Reino Unido), British Telecom (Reino Unido), TeliaSonera (Suécia), Cincinnati Bell (EUA) e T-Mobile (Alemanha).

No caso da GVT, a “transformação” do celular em telefone fixo é possível devido à infraestrutura de rede da operadora. O sistema de fibra óptica da companhia converte os sinais de voz em dados sobre IP (protocolo de internet), que podem ser transferidos pela rede.

Antes de ser lançado, o app foi testado por 450 funcionários da GVT. Um deles fez a experiência com a filha, que estuda em uma universidade dos EUA. Com isso, a garota passou a atender no próprio celular ligações destinadas ao telefone de sua casa no Brasil.

“Os telefones tocam simultaneamente. Quem atende primeiro, recebe a ligação”, afirma Neiva. A tecnologia lembra Skype e Viber, que podem ser instalados em computadores, celulares e tablets. Esses sistemas, porém, fazem apenas ligações entre aparelhos em que estão instalados. Para fazer chamadas telefônicas para telefones ou celulares, é necessário comprar créditos. As chamadas feitas e recebidas pelo Freedom consomem a franquia de minutos do próprio telefone fixo ou são debitadas na conta no fim do mês.

Videoconferência

Segundo Neiva, o lançamento do aplicativo tem o propósito de dar sobrevida ao declinante negócio da telefonia fixa, ancorando-o na mobilidade do celular. “A GVT acredita que isso vai transformar a indústria da voz fixa, que é antiga e está em desuso.”

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 2012 foi o ano em que o celular esteve pela primeira vez presente em mais da metade dos domicílios brasileiros (51,3%).

Já o Instituto de Economia Aplicada ( IPEA) mostrou que, além de ser o serviço de telefonia mais presente do país, o celular também é um forte ponto de acesso à web: em 38% das casas, pelos menos uma pessoa usa o aparelho para navegar na rede.

Por isso e para aproveitar sua rede de fibra óptica, a GVT trabalha em permitir um novo serviço por meio do aplicativo. “No futuro próximo, a gente quer liberar videochamadas pelo Freedom”, revela Neiva, que não deu uma previsão de quando o serviço será liberado.

Quando for disponibilizado, as videoconferências poderão ser feitas apenas entre smartphones e tablets, pois dependerá de dispositivos que tenham o aplicativo instalado. Outra das atualizações que estão por vir é aplicativo para TVs, que permitirá aos usuários usarem uma linha fixa nos aparelhos.

Rival do WhatsApp, Viber ganha 1,5 milhão de novos usuários em 7 dias

Concorrente do WhatsApp, recentemente adquirido pelo Facebook, o aplicativo Viber começou a ser usado por 2 milhões de novos usuários brasileiros apenas no mês de fevereiro, segundo informações da empresa repassadas ao G1. Com a alta de 20% sobre o mês de janeiro, o app agora é usado por 12 milhões de pessoas no Brasil–o WhatsApp possui 38 milhões.

Iniciada pela compra de US$ 16 bilhões pelo Facebook, o “efeito WhatsApp” levou 1,5 milhão de pessoas a começar a usar o Viber nos últimos sete dias. Anunciada há nove dias, a compra desencadeou uma onda de consumidores preocupados com a negociação que procuraram alternativas ao app.

Nesta semana, após o anúncio que o rival permitira chamadas telefônicas entre usuários ainda em 2014, o Viber contra-atacou e liberou ligações gratuitas para telefones fixo durante duas semanas. Em três dias de campanha, segundo a companhia, o app bateu seu recorde e chegou a 7 milhões de minutos em chamadas de usuários brasileiros.

A promoção termina dia 10 de março, mas pode ser prolongada por mais uma semana caso o fluxo de mensagens de texto aumente 25% por semana.

Desde seu lançamento, o Viber permite ligações gratuitas entre seus usuários. Em novembro de 2013, lançou o Viber Out, uma função que estende a possibilidade de fazer ligações telefônicas para celulares e telefones fixos. Para fazer as chamadas, é necessário comprar créditos que custam entre US$ 5 e US$ 25.

O valor pago pelo WhatsApp foi o mais alto já oferecido por um aplicativo. A aquisição feita pela rede social que pode chegar a US$ 19 bilhões, porém, não é um negócio isolado e evidencia a atratividade dos app de mensagens para grandes corporações de tecnologia.

Em janeiro deste ano, o próprio Viber havia sido comprado pela companhia japonesa de internet Rakuten por US$ 900 milhões. No ano passado, o Facebook havia oferecido US$ 3 bilhões pelo Snapchat, que envia fotos com tempo de vida pré-determinado.

(Fonte: Do G1, em São Paulo) - 09/03/2014
Criando um banco de dados com o GIF perfeito para cada emoção humana

Você quer dominar a internet? Então é melhor preparar seu arsenal de GIFs. Eis uma ajuda: o GIFGIF é um projeto interativo de dois estudantes do MIT Media Lab que cataloga as imagens em movimento de acordo com emoções. Você pode caçar – e encontrar! – um clipe em looping para todos os sentimentos que os seres humanos podem ter.

Isso é muito, mas muito mais eficiente do que buscar palavras-chave no Google e cruzar seus dedos para encontrar algo que se encaixa no que você quer expressar. Aqui, pessoas do mundo inteiro fornecem os dados de fundo para cada GIF. Cada pessoa que visita o site pode escolher entre dois GIFs para ver qual expressa melhor um sentimento em particular.

Esses votos contribuem para o sistema de busca. Isso é bem avançado, com diversos parâmetros e dimensões que oferecem uma busca completa e profunda em sentimentos que você nem imaginava que eram retratados em GIFs.

Ele tem alguns bugs, mas o potencial é imenso.


(Fonte: Por Jordan Kushins-- Gizmodo) - 09/03/2014
Celular "estilo Lego" chegará às lojas em 2015, diz executivo do Google

O Google tem trabalhado em um telefone móvel modular, no qual o usuário poderá personalizar os recursos de hardware. De acordo com Paul Eremenko, coordenador do Project Ara (como é chamada a iniciativa) do Google, a partir do primeiro trimestre de 2015 o modelo já estará disponível comercialmente. As informações são da revista americana "Time".

O objetivo do Project Ara é reinventar o smartphone, permitindo que um aparelho possa ser personalizado com ilimitadas configurações.

Em um celular modular, os recursos de hardware se encaixam como peças de Lego. A partir de um telefone móvel básico que custará aproximadamente US$ 50 (cerca de R$ 117) e terá apenas conexão Wi-Fi, uma pessoa poderá, por exemplo, escolher uma câmera com a resolução que desejar, um alto-falante mais potente ou outros recursos feitos por desenvolvedores. Em entrevista à revista, Eremenko brinca que será possível até incluir um queimador de incenso ao telefone.


Imagens dos blocos desmontados de um protótipo do celular desenvolvido no Project Ara
"A questão foi: poderíamos fazer para a área de hardware o que o Android e outras plataformas fizeram para a área de software?", disse Paul Eremenko à revista. "Isso significa reduzir as barreiras em um nível que poderíamos ter centenas de milhares de desenvolvedores em vez de cinco ou seis grandes fabricantes."


Parte traseira do Project Ara; aparelho é montado em pequenos blocos de hardware

O Project Ara começou em uma parceria entre o Google e a Motorola. No entanto, após a venda da fabricante para a chinesa Lenovo, a unidade continuou sob o comando da gigante das buscas. O conceito começou a ser desenvolvido em 2012 e ainda neste ano deve haver um protótipo.

Segundo Ara Knaian, engenheiro-chefe do Project Ara, atualmente os telefones celulares são os equipamentos com maior número de integrações. Portanto, o maior desafio é tentar separar toda essa estrutura em pedaços.

(Fonte: Do UOL, em São Paulo) - 02/03/2014
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Sobre o Portal da Florêncio de Abreu

O Portal da Florêncio de Abreu foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua Florêncio de Abreu no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de ferramentas e ferragens.