Uma nova forma de criptografia promete ser “altamente resistente a métodos convencionais de ataque” e pode tornar nossa vida digital mais segura – e ela é completamente inspirada na forma como nossos corações e pulmões
coordenam o ritmo ao passar informação entre um e outro.
Pesquisadores da Universidade de Lancaster, no Reino Unido, trabalharam para entender as interações complexas entre coração e pulmões, e criaram um modelo de software complexo que simula essa comunicação. Eles, então,
perceberam que o mesmo modelo poderia ser usado para criptografar dados. Tomislav Stankovski, um dos pesquisadores, explica:
“[O modelo] é radicalmente diferente de qualquer outro procedimento existente. Inspirado pela natureza de variação de tempo das funções cardio-respiratórias recentemente descobertas em humanos, propomos um novo esquema de
criptografia que é altamente resistente aos métodos convencionais de ataques.”
Os pesquisadores dizem que este método funciona ao criptografar sinais de dados usando a variação de tempo entre duas funções independentes. Se isso não parece fazer sentido, tente pensar desta forma: seu coração e seus
pulmões operam como unidades independentes, mas eles também passam informações de um para o outro para ajudar a regular cada um deles. A informação só faz sentido no contexto do que acontece nos dois extremos – no caso, no
coração e nos pulmões.
É por isso que, ao escolher as funções corretamente, você pode usar um processo similar para criptografar dados. O trabalho foi publicado na Physical Review X. Parece funcionar bem: os pesquisadores relatam que ele oferece números
infinitos de escolhas para as chaves secretas de criptografia compartilhadas entre emissor e receptor, e pode transmitir diversos fluxos diferentes de informação simultaneamente, além de não ser afetado por ruido externo.
Isso significa que é virtualmente impossível quebrar a criptografia, e ainda permite que múltiplos fluxos de dados usem a mesma chave de criptografia, em vez de ser que usar uma nova para cada sinal. Em outras palavras, é excelente!
Com sorte, ganhará forma no mundo real em breve. A boa notícia é que o processo já foi patenteado – não deve demorar muito depois disso.
O número de acessos à banda larga no Brasil alcançou 272,7 milhões de linhas ativas na telefonia móvel em fevereiro, conforme dados publicados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) nesta quinta-feira; o País recebeu 370 mil novas linhas ante o mês anterior. A teledensidade (número de telefones em serviço em cada grupo de 100 habitantes) foi 134,9 acessos por 100 habitantes.
De acordo com o órgão regulador, os acessos dos pré-pagos em fevereiro totalizam 212 milhões (77,7% do total) e dos pós-pagos 60,6 milhões (22,23%). A Anatel ainda aponta que o acesso à banda larga atingiu 110,1 milhões de acessos, sendo 1,82 milhão tinham como origem terminais 4G.
A Vivo continua na liderança do mercado de serviços móveis no Brasil, com 78 milhões de acessos e 28,6% de participação. No segundo lugar ficou a Tim, com 73 milhões e 27% de fatia do mercado, seguida por Claro (25%), Oi (18%), CTBC (0,38%), Nextel (0,19%), Porto Seguro (0,04%) e Sercomtel (0,02%).
O Brasil somou 16,3 milhões de novos acessos a serviços de telecomunicação em julho, alta de 5% na comparação com o mesmo mês do ano passado, informou nesta quinta-feira a Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil). Segundo levantamento do sindicato das operadoras, o país encerrou julho com 350 milhões de acessos de telecomunicações, incluindo serviços de telefonia fixa, celular, banda larga e TV por assinatura.
A banda larga foi o segmento que teve maior avanço no mês, com alta de 39% em relação a julho de 2012, para 110 milhões de acessos. Desse total, foram 88,7 milhões de acessos à banda larga móvel (alta de 47,6%) e 21,4 milhões de acessos à banda larga fixa (avanço de 12,4%). Já a telefonia móvel teve crescimento de 4%, com 10,6 milhões de novos chips em 12 meses. Em julho, o país tinha 267 milhões de telefones móveis, informou o órgão.
A Telebrasil informou ainda que existem hoje 61.466 antenas de telefonia móvel no país, que dão suporte aos serviços de telefonia celular e banda larga móvel. Em 12 meses, foram instaladas 4.953 novas antenas, crescimento de 9%. Na telefonia fixa, foram registrados em julho 44,6 milhões de acessos, aumento de 1,2 milhão de novas linhas em 12 meses, ou crescimento de 3%.
O serviço de TV por assinatura cresceu 15% no período, chegando a 17 milhões de acessos, disse a entidade. De julho de 2012 a julho deste ano, 2,2 milhões de novos assinantes entraram na base de clientes dos serviços de TV paga. No primeiro trimestre, as empresas de telecomunicações investiram 5 bilhões de reais em infraestrutura, aumento de4% em relação ao mesmo período do ano passado.
Na semana passada, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) já havia divulgado o balanço de linhas de telefonia móvel. Segundo a agência, julho registrou adição de 1,26 milhão de novas linhas de celular, com TIM e Vivo, da Telefônica Brasil, liderando a adição de clientes.
Os sul-coreanos estão usando um aplicativo que pode desligar remotamente todos os celulares em uma escola, impedindo que os alunos usem seus smartphones para outras coisas, além de estudar.
Segundo a Time, diversas escolas da província de Gangwon estão testando o app, desenvolvido pela iSmartKeeper. Os professores podem bloquear todos os telefones dentro da escola, permitir apenas ligações de emergência, permitir ligações ou desligar todos os aplicativos, exceto por aqueles de cunho educacional.
O aplicativo utiliza a tecnologia de geofencing, ou “cerca digital”. Ela funciona realmente como uma cerca, limitando os locais em que o aplicativo exerce suas funções, no caso, dentro das propriedades das escolas.
Segundo a Agência de Informação Nacional da Coreia do Sul, 18% dos adolescentes do país são viciados em smartphones. Eles usam os dispositivos mais de sete horas por dia e, quando não estão com os aparelhos, chegam a ter até sintomas de abstinência, como ansiedade, insônia e depressão.
Por enquanto, os resultados não são 100% funcionais. Como o aplicativo funciona apenas em celulares Android, estudantes com outros modelos de smartphone não entram na restrição. Algumas falhas também ocorreram, como o bloqueio do celular de um aluno por horas depois de ter saído da escola. Mesmo assim, o escritório de educação da província aconselhou que todas as suas 677 escolas comecem a usar a ferramenta.
Por ser uma novidade pouco usada, o Google Glass, óculos de realidade aumentada do Google, causa dúvidas e boatos entre as pessoas. Pensando nisso, a empresa divulgou alguns mitos sobre o gadget. Conheça alguns deles abaixo:
O Google Glass está sempre ligado e gravando tudo
Assim como um celular, a tela do Glass vem desligada, e a gravação de vídeos é configurada para 10 segundos. As pessoas podem mudar para gravar mais, mas o dispositivo não é feito para isso, e a bateria dele acabaria em cerca de 45 minutos.
Ele faz reconhecimento facial
A empresa nega a função, e afirma que mesmo que existam aplicativos para reconhecer rostos, não significa que a loja do Glass terá esses apps. O Google diz ainda que aprova todos os aplicativos da loja e tem diversas medidas para proteger a segurança das pessoas.
O Google Glass cobre os olhos
A tela do dispositivo fica posicionada embaixo do olho direito do usuário, e não em frente dele. A ideia é que a pessoa possa ter contato direto com os outros e ver o que está acontecendo ao seu redor.
Ele é proibido em todos os lugares
O dispositivo só é banido em lugares com regras de etiqueta como cassinos e vestiários, que impedem gravações com câmeras e celulares. Como a tecnologia pode funcionar em óculos normais com receitas dos médicos, os donos de tais lugares precisam entender que é preciso apenas desligar a câmera do dispositivo, mas não é necessário tirá-lo do rosto.










