Dispositivo é implantado cirurgicamente no corpo do paciente. Segundo agência de defesa e pesquisa dos EUA, trata-se do braço robótico mais avançado do mundo
O exército americano está apoiando uma pesquisa para uma prótese de braço que é implantada cirurgicamente no corpo do usuário e é controlado pela mente.
“Esse é o braço mecânico mais avançado do mundo”, disse Johnny Matheny, que perdeu seu braço esquerdo em decorrência de um câncer em 2008 e demonstrou o braço robótico para a agência de defesa dos EUA, a DARPA (Defense Advanced Research Projects Agency). “Ele pode fazer qualquer coisa que o seu braço natural pode fazer”, ressaltou.
Matheny demonstrou o braço robótico durante o Demo Day para a DARPA, que aconteceu na última quarta-feira no Pentágono. O dispositivo foi desenvolvido no Departamento de Desenvolvimento de Pesquisa e Exploração no Laboratório de Física Aplicada na Johns Hopkins.
O braço é anexado a um pedaço de metal que é cirurgicamente implantado no osso do braço do paciente em uma técnica chamada de integração óssea. Matheny é a primeira pessoa nos Estados a receber o procedimento, de acordo com o exército americano, que chamou a tecnologia de “verdadeira interface homem-máquina”.
Quanto a parte “controlado pela mente”, ela se dá via nervos e músculos que se mantêm no braço do paciente. Tais tecidos enviam sinais ao braço mecânico, que responde a eles como um braço natural deveria responder.
“O objetivo é controlar o braço da forma mais natural possível”, disse Justin C. Sanchez, diretor do Escritório de Tecnologias Biológicas na DARPA.
De acordo com Sanchez, o braço robótico conta com o mesmo tamanho, peso e formato e força que um braço de um homem adulto.
Segundo o exército, Matheny precisou passar por procedimentos para "remapear" os nervos em seu braço para que ele pudesse melhor controlar o membro mecânico. No entanto, os militares não disseram quais foram tais procedimentos e o quão invasivos foram.
Sanchez observou que os pesquisadores continuam a desenvolver soluções para próteses cada vez mais complexas e controladas pela mente e estão olhando em interfaces neurais diretas.
Esse tipo de controle exigiria implantes no cérebro. Entretanto, os implantes poderiam enviar e receber sinais para que usuários ganhem a “sensação” de um braço robótico.
“Se você realmente quer ganhar um controle natural, você terá de fazer isso – onde teremos humanos com interfaces neurais diretas em seus cérebros”, disse Sanchez. “Eles poderão pensar sobre mover seu braço robótico e os sinais virão diretamente de seus cérebros, serão processados no braço e, de fato, conseguirão movimentá-lo”.
A Opera, que parece determinada a trazer gerações de melhorias em poucos meses, traz mais uma razão para você trocar de navegadores: um modo de baixo consumo de energia que a companhia promete que amplia a duração de bateria do seu notebook em até 50%.
Como outros lançamentos recentes, o novo recurso aparecerá primeiro como parte de uma edição para desenvolvedores do Opera 39 para Macs e PCs Windows.
A novidade chega após um ad blocker nativo que a Opera primeiro trouxe como parte de uma edição para desenvolvedores em março, e que desde então tornou-se bastante conhecido.
“É extremamente frustante ficar com o computador sem bateria, não importa se você está viajando, assistindo vídeos, ou apenas deixou seu carregador em casa”, afirma o VP sênior de engenharia da Opera, Krystian Kolondra. “Nosso novo modo de economia de energia vai te avisar quando o notebook começa a consumir bateria, e, quando habilitado, pode aumentar a duração da bateria em até 50%.”
Por que isso importa
De repente, os navegadores voltaram a importar. A Opera tem atraído muita atenção com suas melhorias recentes. Além do ad blocker nativo, a empresa se destacou com uma VPN ilimitada e gratuita em embutida diretamente no browser.
De acordo com pesquisa da Symantec, o país ocupa a primeira posição na América Latina, seguido por México e Argentina.
Segundo um levantamento da Symantec, o Brasil é o décimo colocado no ranking dos países nos quais mais se originaram vírus no mundo em 2015. Na América Latina, o país ocupa a primeira posição, seguido por México e Argentina. Além disso, é o mais atacado por ransomware (malware que bloqueia o acesso ou criptografa os dados do dispositivo da vítima e pede resgate) na região.
De acordo com a pesquisa, em mídias sociais, o comportamento dos usuários brasileiros difere bastante dos de seus pares latino-americanos. Enquanto no Brasil 71,6% da contaminação por vírus se dá por meio de compartilhamento manual de posts, no México, Colômbia, Peru e Argentina esse índice não atinge 22%.
Por outro lado, estes mesmos países registram um alto índice de contaminação via mensagens que trazem ofertas falsas (prêmios, promoções etc): mais de 80% na Colômbia, 70% na Argentina e Peru, e 51% no México. No Brasil, esse índice fica abaixo dos 10%, o que ressalta a diferença de hábitos dos os usuários brasileiros, que fogem de um aparente padrão nos outros países latino-americanos.
Entre as descobertas mais importantes está o crescimento de 35% dos ataques via ransomware que criptografam os dados das vítimas; as vulnerabilidades do dia zero, que passaram de 24 (2014) para 54 no ano passado, e o fato de meio bilhão de dados pessoais terem sido roubados ou perdidos em 2015.
No Brasil, cerca de 83% dos ataques de spear-phishing (phishing direcionado) tem como alvo as grandes empresas – com mais de 2,5 mil funcionários. Neste segmento, a cada 100 empresas, 16 receberam este tipo de ataque no ano passado.
OpenAI Gym ajudará programadores a fortalecer sistemas de inteligência artificial.
Elon Musk lançou uma “academia digital” para treinar robôs. O sistema open source, batizado de OpenAI Gym, ajudará desenvolvedores a criarem soluções de inteligência artificial. O movimento é surpreendente, ainda mais se pensarmos que o empreendedor que, em 2014, afirmou que AI representava um risco para a raça humana.
“Acho que deveríamos ser mais cuidados sobre inteligência artificial”, comentou, durante um simpósio do MIT. Pelo visto, suas opiniões mudaram nos últimos meses ao ponto de orientar esforços para impulsionar recursos de aprendizado de máquinas que ajudem a criar robôs e dispositivos mais inteligentes.
Greg Brockman e John Schulman, cientistas da OpenAI envolvidos no projeto, publicaram um artigo em um blog da companhia anunciando o lançamento da versão beta da OpenAI Gym, um kit de ferramentas para desenvolvimento de algoritmos de aprendizado. “Construímos a solução, originalmente, para nosso próprio uso. Esperamos, contudo, que seja útil para a comunidade”, afirmaram.
A tecnologia pode ser uma ferramenta usada por programadores para ensinarem sistemas inteligentes a aprenderem e desenvolverem mecanismos de assimilação mais complexos. Ou seja: tornar máquinas espertas ainda mais espertas.
Musk é um dos líderes da OpenAI, uma organização avaliada em US$ 1 bilhão lançada há alguns meses que tem entre suas missões ajudar a encontrar inovações em inteligência artificial para o benefício da humanidade.
A Tesla Motors tem usado algoritmos de aprendizado de máquinas para criar um sistema piloto automático em seus carros. Além disso, a SpaceX, outra empreitada do executivo, explora o conceito na tentativa de viabilizar maneiras de transporte ao espaço.
O foco da OpenAI, de reforçar o aprendizado, é um campo de machine learning que envolve o avanço de temas como tomada de decisão e controle motor. Segundo a companhia, no seu caso, a ideia é aplicar isso para construir sistemas capazes de tomarem decisões sequenciais.
Microsoft, Amazon, Apple, Intel e Samsung foram indicadas em pesquisa feita com 12 mil consumidores em 14 países, incluindo o Brasil
Que marcas você considera dignas de sua lealdade e confiança? Uma pesquisa feita pela empresa de relações públicas Cohn & Wolfe com 12 mil consumidores em 14 países, mostrou que metade das top dez empresas globais consideradas mais autênticas são de tecnologia e internet.
O primeiro lugar da lista ficou com a Disney, seguida de BMW, Microsoft, Amazon, Apple, Intel, Audi, Samsung, Adidas e LEGO. A dez empresas são as primeiras da lista de cem empresas chamadas Authentic 100. A quarta edição da pesquisa Authentic 100 sobre autenticidade de marca, feita pela Cohn & Wolfe, entrevistou consumidores no Brasil, China, França, Alemanha, Hong Kong, Índia, Indonésia, Itália, Singapura, Espanha, Suécia, Emirados Árabes, Reino Unido e Estados Unidos. De uma lista de 1,6 mil marcas a empresa selecionou uma lista de 100.
O estudo mostra que para os consumidores, uma marca autêntica é aquela que entrega o que promete, que protege os dados dos consumidores respeitando sua privacidade, e que interage com os consumidores com transparência e integridade. Cerca de 69% dos respondentes disseram que a forma como a empresa trata seus clientes é mais importante do que os princípios da empresa ou sua pegada de carbono.
Entre as diversas verticais econômicas, as mais bem citadas foram a indústria automobilística, seguida muito de perto da indústria de tecnologia. A indústria automotiva classificou-se bem nos quesitos de autenticidade Confiávei e Respeitável, recebendo indicações de atributos individuais como "Alta Qualidade" e "Trata bem o Consumidor".
A indústria de tecnologia se saiu muito bem nos três quesitos de autenticidade do estudo - Confiável, Respeitável, Verdadeira - e nos atributos individuais ganhou destaques como "alta qualidade", "protege os dados do consumidor" e "comunica-se honestamente". Para conferir a lista completa das 100 empresas visite o site com o resultado completo do estudo.










