A IBM anunciou que desenvolvedores terão acesso à API do supercomputador Watson. Com isso, a empresa permitirá que sejam construídos aplicativos sobre a base de dados da máquina.
A primeira etapa da disponibilização do Watson para o público externo vai contar com três parceiros, e deverá acontecer já em 2014.
O objetivo da empresa é que desenvolvedores criem aplicações que facilitem a comunicação entre empresas e usuários. Alguns exemplos são um app para revenda que entenda o desejo do consumidor e um assistente inteligente na área da saúde.
A big blue já disponibilizou o computador para grupos fora da IBM, mas agora desenvolvedores terão controle completo de front-end com uma mínima participação da equipe da empresa.
Os interessados em participar do programa podem contatar a IBM neste link.
Sobre o Watson
O supercomputador da IBM foi criado em 2007 por 30 cientistas, e ficou famoso após vencer o programa de perguntas e respostas Jeopardy.
O sofisticado sistema de inteligência artifical também já se tornou membro de equipes de diagnósticos médicos nos Estados Unidos.
Na prática, a incrível máquina é capaz de criar um leque de possibilidades a partir de uma determinada constatação e informar, rapidamente, como uma doença pode se desdobrar.
Via Forbes e GigaOm.
Com uma estratégia de cautela no processo de abertura de capital, o Twitter conseguiu obter uma alta de mais de 70% no valor das ações na estreia das negociações, na Bolsa de Nova York, nesta quarta-feira (7).
Os papéis, inicialmente oferecidos a US$ 17 pela empresa, alcançaram preço final de US$ 26 no fechamento da oferta, sugerindo um valor de mercado de US$ 18 bilhões para a companhia.
Na abertura do pregão desta quinta-feira as ações já valiam US$ 45,10, 73% acima do valor final da oferta. Com esse preço, a companhia seria avaliada em US$ 31 bilhões.
Ao estabelecer um preço mais baixo para os papéis na oferta, o Twitter tentou evitar a turbulenta estreia do Facebook na Bolsa de Valores, há mais de um ano. Na época, os papéis da rede social de Marck Zuckerberg enfrentaram um dia de forte oscilação, com quedas seguidas, até fechar o dia cotadas com alta inferior a 1%.
A oferta do Facebook também foi marcada por suspeitas de fraudes e falhas técnicas que resultaram em uma multa de US$ 10 milhões à Bolsa eletrônica Nasdaq.
A procura dos investidores pelas ações do Twitter acontece apesar da declaração da presidente da SEC (comissão de valores mobiliários dos EUA), Mary Jo White, de que o grande número de usuários em empresas de tecnologia não representa garantia de receitas.
O Twitter tem 230 milhões de usuários. Nesta quarta-feira o presidente-executivo, Dick Costolo, afirmou que a empresa pode ser tão rentável quanto as suas concorrentes. Ele garantiu investimentos futuros em parcerias com TV e na expansão internacional.
A demanda pelas ações do microblog continuaram forte ao longo do dia. Chegaram a se aproximar de US$ 50 e permaceram em torno de US$ 45.
Métodos antigos de comunicação e comentários foram percursores das redes sociais, diz livro
As primeiras redes sociais da internet começaram a surgir na década de 1990, quando nem todas as pessoas tinham acesso a um computador e a uma conexão estável e veloz com a rede. Hoje em dia, há quem não consiga viver sem Twitter ou Facebook. Mas um livro do historiador Tom Standage pode estabelecer novas fronteiras para esse fenômeno: segundo o autor, os romanos já usavam métodos primitivos de mídias sociais que foram a base para evoluções na comunicação
Para entender a explicação de Standage, é preciso definir o conceito de mídia social: para ele, não se trata só de algo feito na internet, mas uma mídia que você obtém por outras pessoas a partir de uma comunidade de distribuição.
No caso dos romanos, durante o período da República, a elite letrada vivia trocando cartas entre si. Essas correspondências, todas de papiro e produzidas por escravos que viraram escribas, eram copiadas para armazenamento ou espalhamento mais rápido e recebiam comentários dos autores, que incluiam o político romano Cícero. Entre os temas discutidos, estavam movimentações políticas e opiniões próprias dos autores.
Tablet romano
Standage também encontrou referências às redes sociais na forma de uma tábua de cera que tinha o tamanho de um de nossos tablet. Nesse espaço, os romanos escreviam recados, questionamentos ou anúncios oficiais, como decretos de feriados, nascimentos e óbitos, além de outras informações oficiais.
Um mensageiro era o responsável por fazer a tábua circular pela Roma Antiga, e comentários também eram suportados na plataforma. No livro, o autor ainda cita exemplos de outras épocas, como os manifestos de Martinho Lutero e uma troca de poesias na corte do rei Henrique VIII. Por enquanto, não há previsão de lançamento para a obra no Brasil.
Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/redes-sociais/46788-voce-sabia-romanos-usavam-facebook-de-tabuas-e-papiros.htm#ixzz2kFmlqNpB
Evan Spiegel saiu da Universidade de Stanford em 2012, quando três disciplinas o separavam da formatura, para se mudar de volta para a casa de seu pai e trabalhar no Snapchat.
Seu aplicativo, que cresce rapidamente, permite que usuários mandem fotos, vídeos e mensagens que desaparecem poucos segundos depois de serem recebidos.
Fundado em 2011, o Snapchat é especialmente popular entre adolescentes e jovens adultos, mas muitos pais temem que o aplicativo seja a ferramenta ideal para compartilhar mensagens obscenas, ou praticar o chamado "sexting" (fusão das palavras do inglês "sex, sexo," e "texting", mandar mensagens).
O instituto de pesquisa Pew Research Center descobriu em uma pesquisa recente que 9% dos donos de celulares americanos usam Snapchat.
Para Spiegel, seu aplicativo recupera uma característica que se perdeu no caminho da evolução das redes sociais, a diversão.
"As pessoas começaram a pensar em seus amigos como ferramentas para aumentar sua rede de contatos", diz. "Esquecemos que o motivo pelo qual gostamos de nos comunicar com nossos amigos é porque é divertido".
Jae C. Hong/Associated Press
Presidente do Snapchat Evan Spiegel posa para fotos em Los Angeles
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AP: A primeira coisa que muitas pessoas lembram quando se fala do Snapchat é do seu uso como ferramenta para trocar mensagens sexuais. Como vocês lidam com isso?
Evan Spiegel: O divertido do Snapchat é realmente a surpresa e o prazer que vem de aprender como usá-lo. Mas foi difícil no começo, eu ficava no Promenade [centro comercial em Santa Mônica, Califórna] e ia falar com as pessoas: "Oi, você devia experimentar esse aplicativo. Você pode mandar fotos que desaparecem."
E me diziam "Ah, para sexting", o que meio que significava que precisávamos fazer um trabalho melhor em ensinar as pessoas. E nós estamos traquilos em como vendemos o serviço ao longo do tempo.
O crescimento do serviço mostra que ele é muito mais que isso [uma ferramenta de sexting].
Para que serve o Snapchat?
É divertido. Ponto. E essa é a parte mais importante. Em algum ponto no caminho da construção de produtos de mídias sociais, esquecemos que o motivo pelo qual gostamos de nos comunicar com nossos amigos é porque é divertido.
As pessoas começaram a pensar em seus amigos como ferramentas para aumentar sua rede de contatos, tipo "me adicione para que você possa ser amigo de mais alguém" ou "quanto mais pessoas você conhecer, maior sua rede de contatos". Nós [do Snapchat] vemos valor real em ter uma conversa divertida com amigos.
Como tiveram a ideia?
Um amigo meu estava chateado por causa de uma foto que tinha se arrependido de mandar. Então começamos a dar uma olhada em aplicativos que mandavam textos, fotos e vídeos que desapareciam. E eles estavam tendo muitos problemas porque havia um estigma forte sobre deletar as coisas.
Mas quando Bobby e eu fizemos o protótipo [do Snapchat] e começamos a usá-lo, percebemos como estávamos nos divertindo trocando fotos. E baseado na nossa experiência com o aplicativo conseguimos fazer um bom trabalho mostrando como o conteúdo efêmero é divertido, excitante e muito mais atraente.
O serviço seria tão popular sem mensagens que desaparecem?
Isso é algo que gostamos de pensar também. Um dos maiores benefícios do serviço, especialmente no começo, é que era 10 vezes mais rápido que uma mensagem MMS.
Então muita gente gostava dele porque tinha uma interface simples, mandava as fotos muito rapidamente. É muito mais rápido do que abrir uma mensagem de texto, tirar uma foto ou escolher uma já armazenada, fazer upload --o que demorava muito muito tempo-- e aí mandar para o seu amigo.
O Snapchat tem vários benefícios diversos. Obviamente, não experimentamos fazer as mensagens permanentes, mas vimos que as pessoas salvam as mensagens que mandam. Dois porcento dos snaps que são recebidos são salvos. Então, obviamente, há muito valor em mandar imagens rapidamente. Se ela chamar atenção, ou for interessante ou engraçada, ainda pode ser salva.
Como conseguiram a primeira rodada de financiamento?
[Com] esse cara chamado Jeremy Liew, que trabalha na Lightspeed Ventures. Um de seus sócios, Barry Eggers tinha uma filha que usava Snapchat. Ela disse que seus três aplicativos preferidos no mundo todo, e que todos em sua escola usavam, eram Angry Birds, Instagram e Snapchat. E eles [Eggers e Liew] nunca tinha ouvido falar dele, então estavam tipo "precisamos encontrar esse caras [que inventaram o aplicativo]".
Jeremy me mandou uma mensagem no Facebook. Acabei me encontrando com ele e mostrei as informações preliminares que a gente tinha. Nesse mês, a gente não ia conseguir pagar a contas do servidor. O Bobby tinha um emprego que pagava essasa contas na época, mas ficou muito caro. Então a sincronia foi incrível. Meu pai não queria mais pagar por fotos que desapareciam.
Qual é a pressão sobre você,agora que vocês têm esses investimentos? Qual as oportunidades para faturar?
Há vários modelos diferentes para ter receita. Um, sobre o qual conversamos, é o de compras dentro do app (vender conteúdo ou recursos extras dentro do Snapchat). Não precisamos montar uma equipe de vendas para fazer coisas legais com as quais as pessoas querem gastar dinheiro.
Ainda vive com seu pai?
Sim.
Por quanto tempo?
Até ele me chutar para fora.
IFA 2013 Em evento para jornalistas na IFA, uma das maiores feiras de tecnologia do mundo que ocorre até dia 11 em Berlim, a Sony apresentou seu novo smartphone topo de linha, batizado de Xperia Z1.
Com ele, a empresa deve entra em um mercado em que a Nokia vem desbravando quase sozinha: o de smartphones com câmeras superpotentes. Terá 20,7 Mpixels de resolução e sensor de 1/2,3 polegada (parecido com o da Galaxy Camera, da Samsung).
Fabrizio Bensch/Reuters
Funcionário da Sony exibe o Xperia Z1, smartphone cujo destaque é a câmera de 20,1 Mpixels
Em comparação ao seu antecessor, o Xperia Z, o salto na câmera é significativo. Ela tinha 13 Mpixels de resolução na geração anterior. Agora, a câmera consegue disparar até 61 fotos por segundo e permite que o usuário escolha a melhor. Além disso, a câmera frontal de 2 Mpixels fará vídeos em Full HD.
Conhecido como "Honami" dentro da Sony, o aparelho reúne características presentes em outros topos de linha: tela Full HD de 5 polegadas, processador Snapdragon 800 de 2,2 uGHz (o mais avançado da Qualcomm) e 2 Gbytes de memória. O sistema operacional é o Android 4.2.
Ele tem 16 Gbytes de armazenamento (que pode ser aumentado via cartão microSD) e é capaz de se conectar à rede 4G (além de ter NFC e um sensor infravermelho, que pode ser usado para controlar aparelhos de TV).
O corpo fino, construído em vidro e com bordas de fibra de carbono, segue o design visto em outros produtos da safra recente da Sony, como o Xperia Ultra e o tablet Xperia Z. Estará disponível em três cores: preto, branco e roxo.
Como a Sony vem alardeando em seus último lançamentos, o Xperia Z1, diz a empresa, também é resistente a água e a poeira.
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Além do Z1, a Sony mostrou as lentes QX, um acessório que transforma smartphones em câmeras de respeito. Elas combinam lente, sensor e processador de imagem em um único acessório que é acoplado ao aparelho.
A QX100 tem sensor Exmor de uma polegada, 20 Mpixels de resolução e lente F1.8 da Carl Zeiss, o que, promete a Sony, transforma seu telefone em uma câmera SLR.
Estará à venda na Europa já neste mês. A data de lançamento ainda não está confirmada no Brasil, mas, segundo a Sony, a intenção é tê-los no mercado brasileiro até o final










