Um novo aplicativo para iPad, o Itseez3D, é capaz de tirar selfies 3D. Qualquer foto tirada com a câmera do tablet pode se tornar um objeto tridimensional, segundo o TechCrunch.
Sensor 3D Structure Sensor é acoplado ao iPad
Foto: Divulgação
O app funciona junto com um sensor 3D para dispositivos móveis, chamado Structure Sensor e desenvolvido pela empresa Occipital.
É preciso prender o sensor ao iPad e mover a câmera em todos os ângulos do objeto para capturar a foto em 3D.
Teoricamente, é um pouco difícil tirar uma selfie sozinho, pois é preciso que a pessoa não pisque, pegue todos os ângulos e segure a câmera de forma estável, mas um amigo pode ajudar com essa tarefa.
Depois de tirar a foto, é preciso fazer o upload das imagens em uma plataforma de nuvem em 3D, e então é possível usar a foto como um avatar de um jogo, em um aplicativo móvel ou imprimir o modelo em uma impressora 3D.
O público-alvo do Itseez3D e do Structure Sensor é formado principalmente por engenheiros, designers, arquitetos e fabricantes. Uma possibilidade de uso para um arquiteto, por exemplo, seria criar um tour em 3D de como a casa ou prédio vai ficar por dentro e por fora. Objetos virtuais também poderiam ser criados para jogos de óculos de realidade aumentada, como o Oculus Rift.
A Occipital, desenvolvedora do sensor 3D, planeja criar um sensor específico para smartphones. O sensor atual para iPad custa US$ 379, enquanto o aplicativo ItSeez3D é gratuito.
Um dos cofundadores do Tinder, Christopher Gulczynski, e a ex-vice-presidente de design do aplicativo de namoro, Sarah Mick, se juntaram para lançar um novo app para iPhone. O Next promete ser o Tinder da música, conectando usuários a novos músicos independentes. As informações são do The Next Web.
A novidade funciona assim: os músicos gravam vídeos de dez segundos a três minutos de suas músicas. Os usuários assistem a trechos de 30 segundos das músicas e deslizam o dedo para a esquerda para descartar a faixa, e para a direita para curtir.
Se eles se interessarem por um artista, podem segui-lo no aplicativo ou clicar para compartilhar o perfil do músico via SMS, e-mail e Twitter. A estratégia está no modelo igual ao do Tinder, que também usa os comandos de dedo para descartar e curtir pessoas para um possível relacionamento.
Segundo a publicação, o conteúdo do aplicativo varia entre adolescentes cantando em seus quartos, bandas independentes bem produzidas e DJs, principalmente porque o lançamento é bastante recente. A ideia do Next é convidar pequenas gravadoras e agências para colocar um conteúdo mais produzido no app.
O Next busca ser o Tinder da música
Foto: Reprodução
A startup paulistana Épica Digital está oferecendo aos táxis de São Paulo a oportunidade de manter o passageiro menos cansado enquanto enfrenta os congestionamentos da cidade. Seguindo um modelo que já é praticado no exterior, a empresa lançou o InTaxi Media, um sistema de mídia interativa que oferece ao passageiro acesso a programas da BBC Brasil, Climatempo, ESPN ou busca por opções de lazer acessando os sites Oba Oba e Guia da Semana.
Um monitor interativo que fica à frente do passageiro que viaja no banco traseiro do veículo apresenta a programação em vídeo e também os recursos interativos de busca. O sistema é gratuito para os táxis cadastros e já está instalado em 130 veículos da frota de São Paulo (nas regiões do Itaim Bibi, Vila Olimpia e Jardins), sendo que a Épica Digital quer chegar a 500 carros até o final do ano.
Ryan Marques, diretor da Épica Digital, lembra que esse tipo de mídia out-of-home é muito comum nos táxis de Nova York e esse modelo o fez apostar na ideia e trazer o conceito para o Brasil. “O projeto tem a intenção de trazer conforto para os passageiros de taxi em São Paulo, com uma mídia de qualidade, que não quer apenas vender anúncios, mas que visa ajudar a melhorar o transporte público”, afirma Marques.
O sistema ainda auxilia no pagamento das corridas, com idiomas em inglês e espanhol, e em breve, aceitará pagamentos por cartão de crédito e débito. O modelo de negócios é baseado em receita de publiciade e a empresa oferece para o anunciante a perspectiva de alta retenção e taxa de engajamento dos passageiros. Um sistema de monitoramento traz um relatório de retorno de mídia, com informações sobre interatividade para cada um dos anunciantes. “É possível saber exatamente quantas pessoas visualizaram o anúncio, além de saber quantos passageiros clicaram nas campanhas, quais informações acessaram, e detalhes como dia e horário da comunicação, por exemplo”, diz Marques.
Nos últimos anos, o termo "mudar o jogo" tem sido tão usado que já virou banal e perdeu muito de seu impacto inicial.
O teste decisivo para esse adjetivo muito usado é, obviamente, se a tecnologia em questão realmente muda o "jogo" real de maneira significativa (ou até mesmo disruptiva) -- se é um processo ou modelo de negócios comum ou até mesmo se é, literalmente, um evento esportivo.
Assistindo com entusiasmo aos jogos da Copa do Mundo nas últimas semanas (meus três times - Inglaterra, Colômbia e E.U.A. tiveram muita sorte), notei como a tecnologia, ou a falta dela, ainda pode mudar o jogo para melhor ou para pior.
Além de transmitir eventos esportivos em nossos dispositivos conectados à Internet (na maioria das vezes), a tecnologia fornece análises esportivas
Vamos pensar na tecnologia da linha de gol
Se esse tipo de tecnologia tivesse sido utilizado (estava disponível, mas não foi usado) há quatro anos, talvez haveria uma mudança no resultado da partida entre Inglaterra e Alemanha na rodada da etapa 16 do campeonato (um dos chutes da Inglaterra bateu na trave, cruzou a linha de gol e depois saiu).
Certamente, a tecnologia pode auxiliar em decisões cruciais que podem estar sujeitas a erros humanos, e a recente tecnologia da linha de gol da Copa do Mundo e a tecnologia Hawk-Eye
A pergunta que surge é: até que ponto é possível desfrutar desse uso de tecnologia em termos de auxiliar em decisões de arbitragem por meio de revisão eletrônica? Uma das questões é que, assim que se resolve o problema para a maioria dos aspectos cruciais para a tomada de decisões do esporte, como a linha de gol no futebol, você observa ainda mais a natureza propensa a erros da próxima decisão crucial (ainda não solucionada). Na Copa do Mundo de 2014, por exemplo, as decisões de impedimento habilitadas pela tecnologia teriam mudado o resultado da partida entre Brasil e Colômbia, em que o gol da Colômbia foi anulado porque estava impedido?
Até que ponto essa tecnologia deve ser usada no futebol, por exemplo?
* Para a tecnologia da linha de gol: Com certeza
* Para decisões de pênalti: Na maioria das vezes
* Para situações de cartão vermelho ou impedimento em que há o envolvimento de gol: Talvez
* Para cartões amarelos, faltas, escanteios e decisões de tiro de meta: Provavelmente seria uma catástrofe
Em geral, desejamos que a tecnologia ajude a aprimorar o jogo, tornando-o mais justo e menos propenso a erros humanos, sem interromper a continuidade, a fluência e a experiência do jogo em si. A tecnologia da linha de gol no futebol e o sistema Hawk-Eye no tênis obtiveram sucesso porque são rápidos e altamente precisos e, portanto, minimamente disruptivos à experiência geral de assistir a um jogo ou participar de um. Por esses motivos, essas tecnologias foram rapidamente adotadas por todas as partes -- árbitros, jogadores e espectadores.
A lição para futuros "motivadores de mudanças de jogo" na área dos negócios é que é preciso manter-se direcionado para as áreas mais essenciais em que realmente seja possível mudar o jogo (ou seja, o resultado), em termos do processo ou modelo de negócios, criando uma proposta de valor mais atrativa para seu público. Velocidade e precisão também são alguns dos itens principais para a aceitação em geral.
Outra coisa que se pode fazer no mundo dos negócios, diferente do mundo dos esportes, é mudar totalmente a experiência do usuário final. Nos esportes, a tecnologia que muda o jogo melhorará o resultado do mesmo jogo para ajudar a tomar decisões melhores. No entanto, nos negócios, a tecnologia que muda o jogo pode mudá-lo completamente a ponto de você participar de um esporte totalmente diferente.
(*) Nicholas D. Evans lidera o Programa Estratégico de Inovação da Unisys
O Facebook lançou nesta quinta-feira um novo aplicativo móvel. O Facebook Mentions é direcionado para celebridades e pessoas influentes, como atletas, músicos, atores, entre outros.
A aplicação permite que essas pessoas vejam o que os fãs estão dizendo, compartilhem atualizações, fotos, vídeos e até realizem uma sessão de perguntas ao vivo. Também é possível receber notificações mais simplificadas sobre as postagens feitas, inclusive com as menções de outros influenciadores ou da imprensa.
Segundo a empresa, a nova ferramenta foi desenvolvida porque quase 800 milhões de pessoas interagem com figuras públicas pelo Facebook, checando atualizações, curtindo fotos e comentado postagens, por exemplo.
Por enquanto, o app está disponível para usuários que têm uma página verificada (oficial) no Facebook nos Estados Unidos. Esse tipo de página é voltado para celebridades, jornalistas, empresas e oficiais do governo, e nela é possível ver um emblema azul ao lado do nome.
Foto: Divulgação










