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Notícias na Florêncio de Abreu

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Ataque cibernético deixa sites da BBC fora do ar

Um ataque cibernético deixou todos os sites da BBC fora do ar no início da manhã desta quinta-feira.

Os problemas começaram às 07h GMT (05h no horário de Brasília) e fizeram com que todos os que tentaram acessar as páginas da BBC vissem uma mensagem de erro. Foram afetados os sites da BBC britânica e do Serviço Mundial - incluindo o site da BBC Brasil.

Fontes dentro da BBC dizem que os sites ficaram offline graças ao que é conhecido como um "ataque de negação de serviço" (DDoS, na sigla em inglês), cujo objetivo é tirar um site do ar ao direcionar a ele mais tráfego do que consegue receber.

No final da manhã desta quinta-feira (horário de Londres), a BBC emitiu outro comunicado onde afirmou que todos os seus sites estavam "operando normalmente".

"Pedimos desculpas por qualquer inconveniente", diz um comunicado divulgado pela empresa.



Mensagem de erro apareceu para todos os que tentaram acessar as páginas e serviços da BBC online

Foto: BBC / BBCBrasil.com

(Fonte: BBC BRASIL.com) - 03/01/2016
Trenó puxado por renas robôs é criação de Natal da Boston Dynamics

A empresa, da Google, é conhecida por seus robôs inspirados em animais e caprichou nas comemorações do final de ano. Será o fim do Papai Noel?

A empresa Boston Dynamics, fabricante de robôs em formatos de animais ou de pessoas, liberou seu vídeo de Natal esta semana com um vídeo que deixa os mais paranóicos nervosos sobre o futuro da robótica x futuro da humanidae.

No vídeo, um trenó tripulado por uma pessoa vestida de Papai Noel é puxado por três renas robôs que trotam ao som de Jingle Bells. Será o prenúncio de que o Natal como conhecíamos está chegando ao fim? Teremos de dar adeus a Rudolf, a rena do nariz vermelho? Papai Noel será trocado por um humanóide?

As renas na verdade são um novo modelo de robô chamado Spot, uma versão menor do robô BigDog. Spot é ágil e mesmo se for empurrado consegue se reequilibrar.


(Fonte: Da Redação) - 27/12/2015
Por que você não consegue achar a chave do Windows 10 após o upgrade

Com o novo sistema, a Microsoft resolveu dar adeus à tradicional chave de produto para instalação. Versão física do software é exceção.

Uma coisa engraçada acontece quando você procura por uma chave de produto no Windows 10 após fazer o upgrade gratuito: você não encontra nada.

No Windows 10, utilitários como Magical Jelly Bean KeyFinder ou Belarc Advisor te retornam chaves genéricas de produto em vez das autênticas. Não acredita em mim? Essa é a chave que os usuários do Windows 10 Pro verão no KeyFinder ou no Belarc Advisor: VK7JG-NPHTM-C97JM-9MPGT-3V66T.

Vamos tentar esse script PowerShell para os fóruns Hexus no Windows 10 Pro. Você receberá isso: T44CG-JDJH7-VJ2WF-DY4X9-HCFC6. Essa é a chave genérica para a versão 10240 do sistema.

Nenhuma chave de produto real em nenhum lugar.

A razão para isso é que o Windows 10 muda o tradicional modelo de chave de produto da Microsoft. E se você me perguntar, acho que isso é para melhor.

Direito de posse, não chave de produto

Quando você usa o upgrade gratuito do Windows 10 ou paga por uma versão digital no varejo, não recebe uma chave de produto. Em vez disso, seu computador usa o que a Microsoft chama de direito de posse digital (digital entitlement).

“Ao fazer o upgrade para o Windows 10, o estado de ativação de uma versão anterior do Windows (seja o Windows 7, Windows 8 ou uma versão anterior do Windows 10) é carregada diretamente”, afirmou um porta-voz da Microsoft. “Uma vez ativado, o direito de posse digital para o seu PC é criato no serviço de ativação do Windows 10. Esse direito pode ser usado pelo mesmo PC novamente para reativação da mesma edição do Windows 10 no futuro.”

Parece que a chave de produto está com os dias contados, pelo menos para os usuários. Após a instalação, a sua versão do Windows 10 deve apenas ativar em segundo plano em alguns momentos ou alguns dias no máximo. Você pode verificar seu status de ativação indo em Settings > Update & Security > Activation.

Instalações limpas

Uma vez que o seu upgrade do Windows 10 é ativado, você pode pegar uma imagem de instalação do Windows 10, fazer uma instalação limpa, pular a tela pedindo por chaves de produtos, e você deverá reativar novamente após a instalação ser finalizada. Digo “deverá”porque, mesmo neste novo mundo sem chaves de produtos, acho difícil que não apareçam algumas histórias de problemas envolvendo ativação de produtos.

Dito isso, posso dizer por experiência própria que uma instalação limpa pós-upgrade simplesmente funciona. Pouco após instalar o Windows 10 no meu notebook, troquei meu HD antigo por um SSD. Quando terminei a instalação, o Windows foi ativado rapidamente.

Para usuários antigos do Windows, a ausência de chaves de produto nas instalações digitais do Windows 10 é, ao mesmo tempo, um alívio e um pouco preocupante. Com base no longo histórico de problemas com ativações, alguns usuários podem ficar um pouco céticos com esse novo processo. Apesar de a consciência de nunca mais precisar usar uma chave de produto novamente soar muito bem.

Quase isso

Mas ainda existem algumas situações em que você vai se deparar com chaves de produtos no Windows 10. Se você comprar uma edição física do sistema no varejo, em um DVD ou pendrive, ainda receberá uma chave de produto.

A Microsoft nos informou que “a sua chave de ativação de produto fica com o seu PC”. No entanto, não ficou muito claro se isso significa que as chaves de produto funcionam como direitos de posse digitais, ou se você vai lidar com as chaves de produto da maneira clássica – ao guardar essa chave em um lugar seguro para usar depois. Vamos verificar isso com a Microsoft e atualizamos a reportagem quando recebermos uma resposta.

Um ponto negativo dos chamados direitos de posse digitais é que são dependentes da configuração do seu hardware. Por isso, fazer uma alteração significativa pode apagar todo esse entitlement. Se você trocar a sua placa mãe, por exemplo, é provável que isso aconteça e o Windows 10 não seja ativado. Aí seria preciso entrar em contato com a Microsoft para reativar a sua cópia do sistema.


(Fonte: PC World / EUA) - 27/12/2015
Plataforma para empresas Facebook at Work será gratuita

O que não impedirá a empresa de, eventualmente, cobrar por suporte adicional, análise e integração com outras ferramentas de colaboração empresarial

O Facebook at Work não é apenas outro aplicativo ou serviço do Facebook. A rede social está entrando em uma nova arena: o mundo corporativo. E o movimento requer diferentes pontos fortes, uma mudança na estratégia de vendas e um modelo de negócios diferente, segundo Julien Codorniou, diretor de parcerias globais e líder da equipe do Facebook at Work.

O lançamento oficial está previsto para os próximos meses.

"Passamos os primeiros 11 anos do Facebook conectando as pessoas, a partir de fatos e relacionamentos pessoais. Agora estamos incluindo o local de trabalho", diz Codorniou. "É um mercado de 3 bilhões de pessoas, que talvez, em sua maioria, nunca tenham feito uso de plataforma sociais móveis no ambiente corporativo".

Mais de 300 empresas, incluindo a Coldwell Banker, estão testando a versão beta do produto, e outros, como Royal Bank of Scotland (RBS) e o Club Med já se comprometeram a implantar o Facebook at Work para uso de todos os funcionários. O serviço estará amplamente disponível nos "próximos meses", de acordo com Codorniou. Nesse meio tempo, ele está atento ao feedback dos primeiros usuários para melhorar o produto antes do lançamento oficial. Muitos dos clientes atuais têm feito chamadas recorrentes para a equipe de engenharia. Ao menos uma a cada duas semanas.

Uso corporativo significa clientes mais exigentes
O Facebook at Work traz um novo e diferente tipo de cliente para a rede social, de acordo com Codorniou. "Precisamos aprender todas as necessidade e habilidades requeridas no ambiente corporativo e contratar pessoas com esse DNA para construir as bases de um software empresarial muito ambicioso".

"Eu diria que 95 por cento do que nós desenvolvemos para o Facebook também está no Facebook at Work", afirmou Codorniou à Reuters. O serviço é quase idêntico à rede social atual, com a presença de uma timeline de notícias, opções de "curtir" e ferramenta de bate-papo.

O Facebook está montando uma equipe global de vendas para melhor entender e atender esses clientes empresariais. "Não é o tipo de colaboradores que temos hoje. Estou me referindo a técnicos capazes de implantar software corporativo para uso de 100 mil usuários", diz Codorniou. "Precisamos ampliar a equipe para garantir que teremos os recursos adequados para investir em nossos clientes, porque vemos muita tração no mercado, mas também precisamos ter certeza de que não haverá gargalo em implantações muito grandes."

A intenção não é criar um produto que necessite de um "exército de consultores para ser implementado e usado com sucesso." Mas a rede social quer acompanhar as implementações bem de perto, para fazer atualizações e melhorias consistentes, que agreguem valor para os usuários. "Acreditamos que não haverá necessidade de qualquer tipo de treinamento para o uso do Facebook at Work", explica Codorniou. “Mas queremos incorporar novos recursos sempre que possível, para toná-lo mais útil”.

O uso do Facebook at Work será gratuito, inicialmente, mas a empresa pode, eventualmente, cobrar por suporte adicional, análise e integração com outras ferramentas de nuvem e colaboração empresarial, como o Microsoft Azure, Office 365, o Google Apps, Box, Dropbox e outros, diz Codorniou.

"A grande aposta por trás do Facebook at Work é a de que um local de trabalho mais conectado torna-se um ambiente de trabalho mais produtivo", diz ele. "Quando você conecta as pessoas, você cria um ambiente de trabalho mais transparente, mais aberto e mais produtivo."

(Fonte: Matt Kapko, CIO/EUA ) - 14/12/2015
Twitter quer exibir anúncios para todos, visitantes e usuários

O objetivo é ampliar o volume de visualização de publicidade para além da base de usuários cadastrados

O Twitter lançou um programa de teste que permitirá a um grupo seleto de anunciantes exibir tweets e vídeos patrocinados para pessoas não logadas no microblog. A intenção é ampliar o volume de visualização de publicidade para além dos 320 milhões de usuários ativos, incluindo mais as 500 mil pessoas visitam o site mensalmente.

A divulgação da novidade foi bem recebida pelo mercado e fez as ações do microblog subirem 6,6%.

Há anos o Twitter argumenta que o seu público é muito maior do que 320 milhões usuários ativos, e que é possível ganhar dinheiro também com as pessoas que não possuem contas na rede social. Chegou a hora de provar.

A exibição da publicidade para os visitantes levará em conta o contexto do direcionamento ao microblog - o tema da busca, por exemplo, que incluiu tweets entre os resultados.

Por que isso é importa: Apesar da receita do Twitter continuar crescendo, na base trimestral, a quantidade de usuários ativos tem permanecido estável, na casa dos 300 milhões ao mês. Se o serviço não for capaz de aumentar significativamente a base de usuários, precisará encontrar outras formas de geração de receita. Um dos primeiros movimentos nesse sentido foi a venda de publicidade em apps de terceiros, através do MoPub.


(Fonte: Da Redação, com IDG News Service ) - 14/12/2015
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Sobre o Portal da Florêncio de Abreu

O Portal da Florêncio de Abreu foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua Florêncio de Abreu no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de ferramentas e ferragens.