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Notícias na Florêncio de Abreu

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Brasil vive sua fase de ouro dos quadrinhos, diz CEO da Netflix dos HQs

Com 6 meses de lançamento, Social Comics conta com cerca de 2 mil títulos, entre editoras consagradas e artistas independentes e se prepara para expansão

Para João Paulo Sette, um dos fundadores da Social Comics, o Brasil tem visto sua “fase de ouro dos quadrinhos”. Algo que ele diz com propriedade, tendo em vista que a plataforma brasileira conhecida como a “Netflix dos quadrinhos” recebe diariamente um volume considerável de artistas independentes que buscam nela publicar seus trabalhos. Até então, cerca de mil autores brasileiros têm suas HQs originais na Social Comics.

“Apesar da crise, nunca se produziu tanto quanto agora. Tem muito artista novo que está lançando conteúdo”, diz Sette em entrevista ao IDG Now. “Temos que saber aproveitar esse momento único no mercado nacional de quadrinhos e potencializar isso, não deixar a coisa ficar no limbo. O mercado aqui pode decolar e ficar tão bom quanto o dos Estados Unidos. Temos potencial”, acredita Sette, também CEO da startup.

Por meio de um serviço de assinatura, usuários da Social Comics pagam uma mensalidade de R$19,90 e tem acesso ilimitado a um acervo de cerca de dois mil títulos. Além dos trabalhos de autores independentes, a plataforma oferece obras de editoras consagradas como a Devir, Valiant e Dark Horse Comics. Uma versão aplicativo é compatível com aparelhos Android e iOS e novos assinantes podem experimentar o serviço por 14 dias gratuitamente.

Mercado nacional

Um dos grandes trunfos da Social Comics é seu modelo de publicação voltado para novos artistas que podem submeter de forma gratuita suas HQs pelo próprio aplicativo. Uma vez publicado, o autor poderá acompanhar o acesso e as quantidade de páginas lidas de seus títulos. O sistema de monetização é baseado em páginas lidas e não por título. Segundo Sette, o ticket médio da página lida em 2015 foi de 11 centavos.

“Quando fizemos uma pesquisa com artistas, eles falavam que na época a melhor opção para eles criarem e divulgarem seus trabalhos era o Catarse [plataforma de financiamento coletivo]. Só que esse modelo ajuda a mídia física e mesmo assim limita o artista, por que ele não vai conseguir fazer uma tiragem de 5 milhões. No digital, ele não tem limites. O modelo de assinatura foi pensado nisso, ele pode divulgar e ampliar sua rede”, defende Sette.

Uma empresa é responsável por fazer a curadoria dos trabalhos que chegam até a plataforma, algo que segundo Sette visa manter a qualidade dos títulos para os leitores. Artistas precisam seguir algumas regras para publicarem, entre elas o compromisso de publicar algo original. “Precisamos prezar pelo conteúdo. Quando abrimos para artistas subirem, enviaram fanfic, sketchbook e até poema”, lembra o CEO.

Para publicar, o autor passa por dois processos: o de cadastro e envio da arte. Uma vez aprovado, ele poderá subir o conteúdo. No entanto, Sette salienta que quando um artista é reprovado ele recebe uma espécie de avaliação de seu trabalho. “Ao mesmo tempo, é uma chance de ele aprimorar o trabalho dele”, avalia.

Expansão

Poucos meses após o lançamento oficial da Social Comics, a startup recebeu investimento de R$ 2 milhões do Grupo Omelete. O investimento será usado para consolidação e expansão do serviço. Há planos de lançar, no futuro, a plataforma em países da América Latina e nos Estados Unidos.

Segundo Sette, um dos diferenciais da Social Comics é uma ferramenta de business intelligence que a startup oferece para editoras, pois permite coletar, reunir e analisar informações detalhadas do comportamento de leitura dos usuários, permitindo às empresas e artistas tomarem decisões estratégicas.

Até então, a Social Comics conta com uma base de cerca de 3 mil assinantes. A expectativa é conquistar 30 mil assinantes em 2016.

“Nosso objetivo é fomentar o mercado de quadrinhos inicialmente no Brasil. Sabemos que estamos vivendo um momento diferenciado no mercado nacional de cultura pop e quereoms potencializar isso. Tem muito cara aqui que tem potencial e não sabe como explorar. Chegamos para ajudar”, diz Sette.


(Fonte: Por Carla Matsu) - 01/03/2016
O que a “Quarta Revolução Industrial” demanda das organizações

Esteja pronto para responder à altura aos desafios e oportunidades endereçadas a esta nova era

No começo deste ano, a chamada "Quarta Revolução Industrial" saltou dos veículos de mídia de Tecnologia de Informação e Comunicação (TIC) para ganhar a primeira página de diversos jornais tradicionais ao redor do mundo – tema em foco no 46º Fórum Econômico Mundial, realizado em janeiro, em Davos, na Suíça.

Em resumo, o fenômeno, que vem na esteira da Revolução anterior - a despeito dos discutíveis contornos dramáticos explorados durante o evento, como impactos negativos no mercado de trabalho -, trata de uma economia hiperconectada, regida pela informação em roupagem de dados, com interatividade total entre máquinas e máquinas (M2M), máquinas e pessoas, e integração a perder de vista. Um "borrão entre as esferas físicas, digitais e biológicas", na análise do fundador do Fórum, Klaus Schwab.

Com as oportunidades e desafios endereçados a esta abrangente transformação digital - em meio a qual processos vão ficando cada vez mais automatizados, otimizados e interligados -, a tomada de decisões pelos líderes de qualquer negócio demanda não só agilidade à altura, mas assertividade em larga escala.

Afinal, negócios estão sendo criados (e, por outro lado, sepultados) quase que da noite para o dia, graças a iniciativas disruptivas que atendem de fato as necessidades de seus públicos-alvo.

Todavia, há soluções corporativas sob medida desenhadas para atender as premissas tecnológicas dos novos tempos - calcadas na Terceira Plataforma da TI. A Cisco, por exemplo, sabe como ninguém a importância de oferecer produtos e serviços robustos, unificados, práticos, econômicos e amigáveis ao mercado - atributos imprescindíveis para esta nova era. Por isso, concentrou todas essas qualidades em um único equipamento: o Cisco Unified Computing System™ (Cisco UCS®) com processadores Intel® Xeon®.

Ele contempla até 160 servidores conectados como um único sistema que unifica rede, storage e servidores, integrado aos diferentes componentes do Data-Center e com 87% menos tempo de provisionamento. Sem contar a economia de espaço (até 77% menos cabos pelo caminho), do custo de energia (que só em 2015, no Brasil, sofreu uma alta superior a 50%, segundo o IPCA) e da necessidade de gerenciamento.

Faltou o incentivo financeiro? Vamos lá: segundo o “ Forrester Total Economic Impact Study”, as empresas que utilizam o Cisco UCS com processadores Intel® Xeon® podem obter até 307% de retorno sobre o investimento (ROI) e economizar mais de 1.6 milhão de dólares em benefícios por um período de três anos!

Preparado para se juntar à revolução e deixar a tecnologia trabalhar a favor de seu negócio?

Saiba mais sobre os benefícios do Cisco UCS com processadores Intel® Xeon® para sua organização, clicando aqui.

(Fonte: Por Cisco) - 01/03/2016
Apple finalmente libera correção para "Erro 53" que trava iPhones

Em comunicado sobre o assunto, empresa de Cupertino também pede desculpas pelo problema e diz que teste de segurança era apenas para unidades de produção.

A Apple finalmente liberou uma atualização para corrigir o polêmico “Erro 53” que estava travando o iPhone de muitos usuários.

Para quem não sabe, a uma mensagem de erro em questão aparece nos modelos iPhone 6, 6S, 6 Plus e 6S Plus. Esse alerta aparece quando um dono conserta o seu iPhone por conta própria ou leva o aparelho em uma assistência terceirizada para substituir o botão Home – que inclui o sensor Touch ID – e/ou o cabo conector. Uma vez que o erro aparece, o aparelho fica “brickado”(travado), ou inutilizável.

Procurada pelo site especializado TechCrunch, a Apple compartilhou o seguinte comunicado sobre o assunto: “Os aparelhos de alguns usuários estão mostrando a mensagem Connect to iTunes após tentar uma atualização do iOS ou uma restauração a partir do iTunes em um Mac ou PC. Essa mensagem aparece como um Erro 53 no iTunes e aparece quando um aparelho falha em um teste de segurança. Esse teste foi feito para verificar se o Touch ID funciona corretamente antes de o aparelho sair da fábrica. Hoje, a Apple liberou uma atualização de software que permite aos usuários que encontraram o problema restaurar com sucesso seus aparelhos usando o iTunes em um Mac ou PC. Pedimos desculpas por qualquer inconveniente. Esse processo foi feito para ser um teste de fábrica e não deveria afetar os consumidores. Os usuários que pagaram por uma substituição do seu aparelho fora da garantia com base neste problema devem entrar em contato com o Apple Care para receber um reembolso.”

Como a Apple afirma no texto, o update para o iOS 9.2.1 só pode ser obtido pelo iTunes Connect; ou seja, nada de acessá-lo over the air por motivos óbvios.

(Fonte: Da Redação) - 21/02/2016
Saiba quanto ganha um motorista do Uber no Brasil

Remuneração média com o app no país fica entre R$1.085 reais e R$1.750 reais por semana. É preciso ter seguro para passageiro e veículo com ar condicionado.

Alvo da ira dos taxistas que o acusam de concorrência desleal desde chegou ao Brasil, em 2014, o Uber vem atraindo motoristas e até profissionais de outras áreas por prometer ganhos interessantes que podem chegar a até 7 mil reais por mês no país.

De acordo com a página da empresa para interessados em virarem motoristas do aplicativo, os rendimentos líquidos variam entre 4.300 reais por mês (1.085 reais por semana) e 7 mil reais por mês (1.750 reais por semana), já descontadas as porcentagens que ficam com o Uber – 20% no Uber BLACK e 25% no Uber X.

O valor mais baixo, de 4.340 reais mensais, é uma estimativa da empresa para os motoristas que pratiquem o chamado “turno normal” do Uber. Ou seja, que trabalhem entre 7 e 9 horas por dia, com um dia de folga por semana, e contem com uma boa avaliação dos passageiros pelo app.

Já o piso de 7 mil reais é estimado pelo Uber para os chamados “melhores motoristas”, que trabalham entre 10 e 12 horas por dia, também com um dia de descanso na semana, mas que contem uma avaliação excelente dos clientes no aplicativo.

Como todos os pagamentos das corridas são feitos pelo aplicativo do Uber, o motorista recebe o dinheiro da empresa uma vez por semana.

É bom lembrar que, caso não tenha um carro que se adeque às categorias do Uber, pode ser preciso fazer um investimento considerável para começar a trabalhar como motorista do aplicativo. O Uber X, por exemplo, que possui tarifas mais baratas, exige um carro modelo 2008 ou mais recente, com 4 portas, ar condicionado e 5 lugares. Já o Uber BLACK, serviço mais premium do app, exige carros sedan modelo 2010 ou mais recente, com 4 portas, ar condicionado e bancos de couro.

Além disso, é preciso ter um smartphone Android ou iPhone e fazer um seguro para passageiros (a partir de 50 mil reais), entre outras exigências, como atestado de antecedentes criminais.

(Fonte: Da Redação) - 21/02/2016
Buracos negros podem ser porta para universo alternativo, diz Stephen Hawking

Segundo físico, humanos não desapareceriam ao cair em um buraco negro, mas permaneceriam como um "holograma" na margem ou cairiam em outro lugar

Se postos à venda, buracos negros não seriam destinos populares em agências de viagem, uma vez que se supõe que ao cair no vórtice de um deles, o sujeito não teria a sorte de escapar ileso.

A física clássica acredita que qualquer coisa que caia em um buraco negro seria destruída imediatamente, já que ela atingiria - inevitavelmente - uma espécie de firewall. No entanto, o renomado físico Stephen Hawking defende que a viagem, necessariamente, não precisa de um destino final tão trágico. Ao contrário, Hawking afirma que viajantes espaciais poderiam terminar em um universo paralelo.

"Se cair em um buraco negro, não se renda", disse Hawking em uma entrevista coletiva em Estocolmo, na Suécia. "Há uma saída.” As informações são do site da BBC.

A teoria parece se adequar aos sofisticados filmes de ficção científica, mas Hawking garante que buracos negros não são esse fosso de escuridão como pensamos. Segundo ele, humanos não desapareceriam ao cair em um buraco negro, mas permaneceriam como um "holograma" na margem ou "cairiam em outro lugar”. Buracos negros, então, poderiam ser uma passagem a um universo alternativo.

Em 2004, Hawking apresentou o estudo “O Paradoxo da Informação em Buracos Negros”. Nele, o cientista mudava sua própria versão defendida em 1974, quando descreveu como os buracos negros emitiriam radiação contínua. No estudo mais recente, ele indica que os buracos negros, em vez de absorver tudo, permitem que certas radiações escapem.

Assim, um buraco negro deixaria de ser o poço infinito que destrói tudo o que cai nele, e sua fronteira não estaria tão definida como se pensava.

“A existência de histórias alternativas com buracos negros sugere que isso é possível,” disse Hawking. “O buraco precisaria ser grande, e se estivesse girando poderia dar a uma pessoa uma passagem para outro universo. Mas você não poderia voltar para o nosso”, completa.


(Fonte: Da Redação) - 15/02/2016
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Sobre o Portal da Florêncio de Abreu

O Portal da Florêncio de Abreu foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua Florêncio de Abreu no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de ferramentas e ferragens.