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Notícias na Florêncio de Abreu

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Clientes podem pedir de volta dinheiro pago pelo conversor de TV digital

Os órgãos de defesa do consumidor afirmam que o cliente pode pedir a devolução do dinheiro pago pelo conversor ou a TV com o aparelho já embutido que não funcionar na sua casa por estar em uma área de sombra de recepção do sinal.

Luiz Moncau, advogado do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor), diz que o varejista tem a responsabilidade de, na hora da venda, informar ao consumidor todos os problemas que podem ocorrer, pois ele "não tem obrigação de saber". "O direito à informação está previsto na lei."

No entanto, se o cliente estiver ciente dos empecilhos à recepção e ainda assim comprar o aparelho, o ressarcimento deixa de ser obrigatório. Por isso, a recomendação é que o consumidor só adquira o equipamento se a loja se comprometer a devolver o dinheiro. "Não vale a pena correr o risco."

Maria Inês Dolci, da Pro Teste (Associação Brasileira de Defesa do Consumidor), concorda que o varejista deve dar as informações necessárias, mas ressalta que o fabricante também deve colocá-las no manual do produto.

Mesmo que varejistas e fabricantes não sejam os "culpados" pela falta de recepção do sinal, Eduardo Zuliani, diretor da Fundação Procon-SP, argumenta que o prejuízo não pode ficar com o consumidor "porque o produto é inadequado ao fim a que se destina".

Segundo os grandes varejistas procurados pela reportagem --Grupo Pão de Açúcar, Wal-Mart, Carrefour, Casas Bahia, Ponto Frio e Fnac--, ainda não houve pedidos de ressarcimento.

(Fonte: TATIANA RESENDE da Folha de S.Paulo ) - 13/07/2008
Equilibre o desempenho do seu PC

Uma boa máquina não depende apenas da potência da CPU; o equilíbrio entre memória RAM, espaço e velocidade de HD e até a escolha de uma boa placa de vídeo pode acelerar bastante o funcionamento do seu PC


Jocelyn Auricchio


É normal ouvir, de vez em quando, a história de alguém que comprou um computador novinho, com um processador de último tipo, e ficou amargamente arrependido. Em vez de experimentar o desempenho prometido, o consumidor se vê preso em um oceano de lentidão, com tarefas básicas, como o simples abrir de janelas ao mesmo tempo que se roda o Word, demorando demais. Às vezes a lentidão é tanta que o desesperado consumidor apela ao PC velho.E de quem é a culpa? O fabricante do processador mentiu? O sistema operacional é ruim? Com freqüência a culpa é da falta de equilíbrio entre os componentes do PC. Às vezes, para baratear o custo da máquina, alguns fabricantes de computadores economizam em alguns componentes essenciais.Uma máquina, para rodar bem, precisa de muito mais do que um processador. Sem um sistema equilibrado, com boa quantidade de memória RAM, um disco rígido (HD) espaçoso e veloz e até uma boa placa-mãe – preparada para ajudar o processador a acessar o potencial de todos os componentes – é impossível extrair o máximo de que o PC é capaz. O processador funciona como o cérebro do computador. E, exatamente como o nosso cérebro, depende do resto do organismo para realizar suas funções adequadamente.MEMÓRIAA memória RAM seria o equivalente à memória de curto prazo do nosso cérebro. Sem memória de curto prazo, andaríamos por aí confusos como a peixinha Dolly, da animação Procurando Nemo. O PC não chega a ficar confuso, mas demora muito para realizar tarefas básicas simplesmente porque o processador é obrigado a buscar informações a toda hora no HD.O HD é o equivalente à nossa memória de longo prazo, aquelas lembranças e conhecimentos que ficam guardados lá no fundo e que só acessamos quando efetivamente precisamos. Um HD pequeno ou lento faz o PC penar atrás das informações de que precisa, reduzindo o desempenho do sistema.PLACA-MÃEA placa-mãe funciona mais ou menos como o sistema circulatório do corpo. Sem ela, o processador não recebe energia elétrica para funcionar e nem mesmo consegue carregar o sistema operacional gravado no HD e estocá-lo na memória RAM. Hoje em dia, a placa-mãe também é responsável por todas as conexões do PC com o mundo exterior, como conexão de rede, aparelhos USB, FireWire...O drive de DVD permite que o computador faça o equivalente a ler um livro. É lento, mas graças a ele o PC “aprende” coisas novas, sob a forma dos programas que instalamos e outros conteúdos, como músicas, documentos e fotos. Quando o drive permite gravar DVD, o PC ganha a habilidade de “escrever” suas memórias em disco, sob a forma de arquivos digitais que podem ser compartilhados com qualquer PC.Esses componentes são o básico. É claro que existe uma infinidade de acessórios (monitor, teclado, mouse, etc.), mas o núcleo central do PC depende diretamente de um processador, da memória RAM, de um HD e de um drive de DVD, tudo interconectado pela placa-mãe.INTEL OU AMD?O processador é a peça central do computador. Antes, a performance era medida simplesmente pela velocidade com que ele rodava, medida em hertz. Hoje, o que conta são a capacidade de processamento, a velocidade de acesso à memória e a quantidade de núcleos, os cérebros do processador.Aí não tem segredo: tanto os processadores da Intel quanto os da AMD, principais fabricantes mundiais de chips, dão conta do recado.A Intel vende Celeron, Core2Duo e Core2Quad para desktops e a plataforma Centrino para notebooks. Centrino é uma espécie de pacotão que reúne gráficos, rede sem fio e processador, que pode ser de um ou mais núcleos.A AMD tem o Sempron, o Athlon X2 e o Phenom, este com três ou quatro núcleos, para desktops. Para notebooks, tem o Turion, com um núcleo, e o Turion X2, de dois núcleos.Parece complicado, mas, na verdade, o que manda na hora de decidir qual comprar é o custo-benefício. Para a maioria das pessoas, não vale a pena pagar 50% a mais num processador por um pequeno aumento de performance. Além do nome do processador, normalmente é divulgada a velocidade dele em hertz. Um processador de 2,0 GHz é só um pouquinho melhor do que um de 1,8 GHz, mas a diferença de preço pode ser violenta.O usuário comum não precisa se guiar por esses números. O negócio é pegar um processador competente, de dois núcleos, colocar uma boa dose de RAM e desfrutar de um excelente PC por um custo mais baixo.Apenas entusiastas e profissionais, que rodam aplicações pesadíssimas e fazem questão de ter o top dos equipamentos, precisam de máquinas caríssimas. Os simples mortais, mesmo os mais exigentes, podem ser perfeitamente felizes com uma máquina mediana. Os PCs de hoje são extremamente poderosos e versáteis, não há necessidade de exagerar na potência do processador.Às vezes, tão importante quanto um superprocessador, como um Core2Quad ou um Phenom, é a quantidade de memória do PC. O Windows Vista, por exemplo, simplesmente não roda macio com menos de 1 gigabyte (GB) de RAM. O ideal para um funcionamento perfeito é usar 2GB de memória RAM. O investimento é relativamente pequeno e o benefício, extremamente palpável.PLACA DE VÍDEO?A placa-mãe dá conta do recado quando a exigência do usuário se limita a aplicações básicas como navegar na internet, produzir documentos, abrir fotos, etc. Mas, quando o assunto são jogos complexos e programas que usam bastante poder gráfico, é fundamental que se use uma placa gráfica dedicada.Sem uma placa de vídeo poderosa, como as séries Radeon HD 4.000 ou GeForce 9.000, o sistema não consegue exibir com fluidez gráficos tridimensionais. O Windows Vista mesmo só funciona a 100% com uma placa de vídeo boa.

(Fonte: Estadão) - 06/07/2008
Lula lança programa de venda de laptops para professores

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lançou nesta sexta-feira o programa que facilita a compra de computadores portáteis (laptops) pelos professores do ensino básico, técnico e superior. O objetivo é financiar a compra para os professores, com juros mais baixos, por meio de bancos públicos e privados. A expectativa é atingir cerca de 3,4 milhões de professores.

Os laptops poderão ser adquiridos por até R$ 1.000, pagos em até 24 meses. O preço inclui despesas com transporte, frete e seguro. Segundo assessores do presidente, o programa começará em agosto em 70 municípios e, depois, se estenderá para as capitais.

O programa não abrange os professores de cursos pré-vestibulares nem de idiomas, academias de ginástica e música.

A previsão é que em três meses todos os professores do país sejam beneficiados pelo programa. De acordo com o Ministério da Educação, o programa conta com apoio de instituições financeiras e fabricantes de computadores.

O ministério informou também que, por meio do programa, os computadores vendidos serão com memória principal de no mínimo 512 MB e possibilidade de expansão de 1Gb, unidade de armazenamento com capacidade mínima de 40GB, tela plana LCD e CRT, entre outros aspectos.

Número de PCs em uso no planeta ultrapassa 1 bilhão

O número de PCs em uso no planeta ultrapassou 1 bilhão, com forte crescimento dos mercados emergentes, e esse número pode dobrar até 2014. O dados foram

divulgados nesta segunda-feira (23) pela consultoria Gartner.

O centro de pesquisas espera que 180 milhões de computadores serão substituídos só neste ano. Atualmente, os mercados desenvolvidos contam com 58% dos

computadores utilizados, mas no próximo bilhão farão parte de apenas 30%.

O Brasil vendeu 2,82 milhões de PCs no primeiro trimestre deste ano, o equivalente a cerca de 21,5 unidades por minuto, segundo adiantou a Folha Online neste

mês.

O resultado representa uma alta de 18,7% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram vendidos 2,378 milhões de computadores. A expectativa é que

o Brasil feche 2008 com 13 milhões de máquinas vendidas, o que faria do país o quarto maior mercado de PCs do mundo, ultrapassando o Reino Unido.

Os resultados de 2007 colocaram o Brasil na quinta posição, atrás de Estados Unidos, China, Japão e Reino Unido.

(Fonte: da Folha Online ) - 29/06/2008
Demanda em alta provoca falta de aquecedores nas redes

O inverno mal estreou e eletrodomésticos imprescindíveis também sofrem com faltas eventuais, nas redes da Capital, e crônicas, no Interior. O presidente da

Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas (FCDLs), Vitor Koch, informa que o suprimento de aquecedores, principalmente a óleo e elétrico, aparelhos de

ar-condicionado e os tradicionais fogões a lenha já é problema em muitas lojas. Fogão a lenha, com clientela no Interior, pode levar 30 dias para entrega. A

queda de temperatura bem mais cedo impulsiona a projeção da FCDL de crescimento de mais de 12% nas vendas no inverno de 2008 frente ao ano anterior. Os

valores dos produtos também favorecem o consumo. O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S), calculado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), em Porto

Alegre, mostra deflação no segmento. Os preços de ar-condicionado caíram 5% desde janeiro. Já os dos aquecedores recuaram 1,74% no mesmo período. A

inexistência de aumentos e até queda, enquanto as vendas explodem, aquece ainda mais a procura, acrescenta o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas

(CDL) da Capital, Vilson Noer.
A direção do fabricante de aquecedores eletroportáteis Cadence, com sede em Caxias do Sul, na Serra gaúcha, recusa novos pedidos desde o começo do mês. O

coordenador de marketing da empresa, Luciano Benedetti, contabilizou, na sexta-feira passada, as últimas 521 peças no estoque, todas reservadas para

encomendas programadas desde dezembro de 2007. Com clientela varejista no Sul e Sudeste do País, Benedetti explica que os aparelhos são montados na China, o

que inviabiliza a reposição de modelos até o final da estação. "Quem não se programou em dezembro do ano passado, ficou sem", lamentou o diretor de marketing

da empresa. O único consolo dos pretendentes é que o fabricante já está formando a lista para as encomendas de 2009. As redes Big e Nacional, do Wal-Mart

Brasil, registram o dobro da comercialização de aquecedores desde maio. A companhia foi precavida e reforçou os estoques para evitar desabastecimento.

(Fonte: Jornal do Comércio) - 29/06/2008
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Sobre o Portal da Florêncio de Abreu

O Portal da Florêncio de Abreu foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua Florêncio de Abreu no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de ferramentas e ferragens.